Coaching e o desenvolvimento de empreendedores

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Coaching e o desenvolvimento de empreendedores

Coaching e o desenvolvimento de empreendedores

Contribuição de coaching no desenvolvimento de competências empreendedoras

Apesar das tendências negativas e impactantes, o brasileiro tem levado ao pé da letra a ideia de que crise gera oportunidade.

E as oportunidades são melhor aproveitadas se você recebe um assessoramento de coaching para ajudar na caminhada. Empreender, com a orientação de profissionais qualificados, acelera a criação de seu negócio.

A Revista Forbes, em artigo tratando de empreendedorismo na pandemia da Covid-19, traz a experiência de Harianna Barros

Um Teco de Sabor

Para matar a saudade das reuniões com amigos regadas a aperitivos, Harianna Barros passou a enviar, durante a quarentena, o que cada um gostava de comer durante os encontros. O boca a boca fez do gesto de amizade um negócio. Hoje, a Um Teco de Sabor que funciona em Santos, no litoral sul de São Paulo, recebe pedidos até as quintas-feiras de antepasto, caponata, tomate confit e conservas, e faz as entregas de sexta a domingo.

Este é apenas um exemplo de uma atitude empreendedora.

Mas, o que vem a ser empreendedor?

Para Schumpeter, o empreendedor é aquele que realiza novas combinações que possibilitam edificar um negócio.

No entender de McClelland, o empreendedor tem a necessidade de realização, expressando três características:

  • responsabiliza-se pessoalmente por suas decisões;
  • fixa metas e realiza esforços para alcançá-las; e
  • aceita feedbacks sobre suas ações.

Essas duas perspectivas são melhor visualizadas no resumo de Teodoro Malta Campos

Coaching e o desenvolvimento de empreendedoresO empreendedor é entendido como aquele que cria, avalia ou identifica uma oportunidade, e depois cria uma empresa para concretizar a oportunidade.

Coaching para empreendedores

O coaching é uma prática de orientação profissional. O coach atua como um estimulador externo que desperta o potencial interno de outra pessoa.

Para isso, vale-se da combinação de virtudes, como paciência, intuição, perseverança e carisma. Seu trabalho é ajudar aqueles que são conduzidos no processo de coaching. Assim, o papel do coach é provocar, despertar e conduzir seu coachee a promover as mudanças necessárias para atingir resultados e metas desejados.

Alguns empreendedores não dispõem de pessoas a sua volta para compartilhar questões que emergem do contexto organizacional. É comum desempenharem um papel solitário na transformação da ideia em negócio.

Existe um modelo para o trabalho de coaching junto aos empreendedores.

Ao analisar a Figura, destacam-se as atribuições do coach, que deve ter familiaridade com a realidade de Pequenas e Médias Empresas. Por outro lado, também é possível verificar que o empreendedor deve se envolver com o processo, sendo receptivo a ele, daí surgindo o contrato moral firmado com o coach.

Coaching e Empreendedorismo

O resultado dessa combinação traduz-se na facilitação do desenvolvimento de competências empreendedoras.

O coach faz aflorar nos empreendedores a capacidade para implementar mudanças. Esse processo de desenvolvimento demanda mudanças comportamentais, algo a que o ser humano por natureza é resistente.

Uma forma de transpor essas resistências é indicar os possíveis ganhos a serem obtidos com a implementação das mudanças. Para tanto, faz-se necessário ter conhecimentos do mercado em que se encontra inserida a empresa dirigida pelo coachee, pois assim é possível desenvolver argumentos lógicos.

Referência(s)

Revista Forbes – Empreendedorismo na pandemia: 13 negócios que surgiram durante a crise de Covid-19.

Teodoro Malta Campos – O COACHNG NO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS: UMA PESQUISA-AÇÃO

Como receber feedback [Você está preparado?]

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Como receber feedback

como receber feedback

Você está preparado?

Ele veio até mim durante um intervalo da reunião. Era um cara mais jovem do que os outros participantes. Sua pergunta:

“Você acha que uma pessoa aguenta tanto feedback?”

Foi bastante comovente, especialmente devido à seriedade com que fora perguntado.

O trabalho em pequenos grupos domina no THNK. Os membros do grupo são solicitados a dar feedback regularmente. Essa é uma faca de vários gumes:

  • pode aprimorar as habilidades observacionais e de comunicação;
  • ajudar as pessoas a obter insights sobre o efeito de suas escolhas comportamentais sobre os outros; e
  • ajudá-las a tomar consciência do comportamento inconsciente.

No entanto, uma faca de vários gumes é uma faca. Sua lâmina pode cortar.

E o que esse jovem quis dizer foi que ela cortou sua autoconfiança como líder. O que ele deveria fazer? Deveria parar de ouvir o feedback?

PRESIDENTES E CAVALOS

O papel do feedback na liderança criativa está bem estabelecido: precisamos saber como estamos nos saindo, tanto em termos de conteúdo quanto em como lideramos nossa equipe.

A liderança criativa busca e integra constantemente o feedback.

Nós treinamos as pessoas na arte de dar feedback, mas há foco suficiente em como recebê-lo?

  • Liderança criativa pode significar não ouvir o feedback de tempos em tempos?
  • Como você pode receber feedback de forma que você se beneficie e não se sinta prejudicado por isso?

Minha resposta naquela noite foi compartilhar duas citações com o rapaz.

Presidentes

Uma, é de um presidente americano. A outra, de um filme de gangster, embora as pessoas me digam que pode ser um provérbio norte-africano.

“Não é o crítico que conta; nem é a pessoa que mostra como o homem forte tropeça, ou onde ele poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está realmente na arena … ”- Theodore Roosevelt – ‘Cidadania em uma república’.

Nossa missão no THNK é ajudar a desenvolver a próxima geração de líderes que terão um impacto social no mundo.

As pessoas que têm impacto sabem a diferença entre o “crítico” e o “homem na arena”.

Portanto, o realizador deve se preocupar se não estiver sendo criticado. Liderança criativa significa fazer as coisas, e para isso você precisa estar na arena, ser visível e saber que sempre haverá pessoas na linha lateral que encontrarão algo a dizer sobre você.

Então, a primeira parte da resposta é: faça seu cérebro apreciar o fato de estar recebendo feedback. Isso significa que você está na arena e está sendo notado. Permita que esse fato por si só fortaleça sua motivação e liderança criativa.

Claro que há mais do que isso.

Apenas ser encorajado por esse pensamento e ignorar o feedback que aparece no seu caminho não é a solução. Liderança criativa nunca é sobre não ouvir.

Cavalos

É aqui que a segunda citação – o provérbio norte-africano que aparece nos filmes de gangsters – acrescenta uma dimensão diferente à resposta.

“A primeira vez que alguém te chama de cavalo, você dá um soco no nariz. Na segunda vez que alguém te chama de cavalo, você o chama de idiota. Mas na terceira vez que alguém te chama de cavalo,
bem, então talvez seja hora de comprar uma sela”.

Embora não recomendamos socos ou xingamentos, a disposição de fazer algumas compras de selas é realmente uma parte da liderança criativa.

Como a citação indica, essa mesma disposição deve surgir após detectar padrões no feedback.

Para detectar padrões, você precisa ouvir, e nem sempre é fácil ouvir.

O que torna tão difícil ouvir feedback?

LUTAR, FUGIR OU CONGELAR

O problema de ouvir o feedback é que ele dispara uma resposta à ameaça.

As partes mais antigas do nosso cérebro – o sistema límbico – são geralmente as que são ativadas quando percebemos que algo é uma ameaça.

As possíveis respostas foram categorizadas em três opções básicas: lutar, fugir ou congelar. É um fenômeno muito físico. É instintivo, pois acontece sem pensamento cognitivo.

O corpo se prepara para a luta, fuga ou congelamento, liberando hormônios extras, como adrenalina e noradrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, dilatando as pupilas e retardando outros processos, como a digestão. Assim como um animal, estamos fisicamente prontos para responder ao perigo.

Dado que é a parte animal de nós que está respondendo, pense na reação da luta como a de um gato que rosna e se torna grande, com o pelo arrepiado e as costas arqueadas. A resposta de fuga é como a zebra correndo de um leão. A resposta de congelamento é a do gambá, famoso por fingir estar morto quando em perigo.

Felizmente, a maioria de nós é humana o suficiente ao receber feedback e sofre versões verbais dessas reações: brigando com palavras, fugindo ao concordar com tudo o que é dito e congelando ao desligar e sair do contato.

Por que nosso cérebro acha necessário se preparar para uma ação tão radical?

É difícil argumentar com uma zebra que está sendo atacada por um leão. Porém, estamos apenas falando sobre o feedback de um projeto ou de nosso comportamento. Por que ainda pensamos que é uma questão de vida ou morte?

Nossos ancestrais

Segundo a psiquiatra Elaine Aaron, isso tem a ver com as condições de vida de nossos ancestrais muito distantes. No período em que nosso cérebro se formou cerca de 100.000 anos atrás, a maioria de nossos ancestrais vivia em pequenas tribos. Ser rejeitado por sua tribo significava morte certa, e provavelmente era considerado um destino pior que a morte.

Nossos cérebros ainda estão altamente sintonizados com sinais de rejeição social e consideram facilmente qualquer sinal de rejeição como uma ameaça.

A liderança criativa exige estar ciente das próprias respostas às ameaças percebidas e ter a capacidade de escolher conscientemente comportamentos que desarmarão essas respostas.

Cada resposta tem uma sugestão física que pode ajudá-lo a reconhecê-la assim que isso acontecer.

A resposta da luta faz você querer contato visual: você quer encarar o outro. Você senta ou fica ereto e sente muita energia.

A resposta de fuga é caracterizada por respiração rápida e alta, muitos sorrisos e uso de qualificadores como ‘talvez’ ou ‘um pouco’.

Na resposta de congelamento, você sente como se tivesse perdido o contato com seu próprio corpo. Você pode sentir tonturas, seus olhos focam em um ponto e procura atividades que pode realizar no piloto automático.

A liderança criativa requer a capacidade de reconhecer e entender essas reações nos outros e principalmente em si mesmo como líder.

Você não será capaz de impedir completamente as respostas de luta e fuga e congelamento.

A melhor coisa a fazer é ter estratégias prontas para receber feedback que compensem essas respostas a ameaças, para que você possa ouvir o feedback e aprender com ele.

Vamos analisar duas estratégias eficazes e as ferramentas para colocá-las em prática em sua liderança criativa.

CUSPIR FOGO E JOGAR FLORES

A primeira estratégia vem dos criadores de roteiro. É dito aos jovens escritores que sempre tragam um caderno quando recebem feedback sobre uma história.

Logo após receber um comentário que desencadeia uma resposta de defesa, o escritor deve interromper o contato visual, abaixar a cabeça e escrever o comentário no caderno.

Para começar, você tem um momento para recuperar a compostura e combater a reação inicial de luta, fuga ou congelamento.

Porém, é ainda mais importante quando você estiver em casa no dia seguinte. Na segurança da sua própria sala de estar, pode concluir que concorda ou não com o feedback. De toda maneira, o feedback não se perdeu com a sua “reação animal”. Então abaixe a cabeça, quebre o contato visual e escreva!

Como essa estratégia se traduz em liderança criativa trabalhando com equipes?

Cuspir Fogo

Na THNK, usamos uma ferramenta de feedback que chamamos de “Cuspir Fogo” (Flame Throwing).

Essa ferramenta envolve um ritual para receber feedback:

o receptor do feedback fica de costas para aqueles que lhe dão feedback e faz anotações enquanto tentam queimar seu conceito. Curiosamente, a falta de contato visual é boa para os dois lados.

Sabemos que a linguagem corporal é extremamente importante quando nos comunicamos cara a cara e que a expressão facial é o principal transportador de significado.

A falta de contato visual ao receber feedback, portanto, nos liberta da verificação de ameaças ou rejeição. Isso nos livra de ter que salvar a cara enquanto passamos por um feedback.

Podemos permanecer em nosso funcionamento cognitivo e absorver o significado do feedback, em vez de deixar a parte animal do cérebro assumir o controle e tentar criar segurança.

Jogar Flores

A liderança criativa também presta atenção em dar e receber feedback positivo.

Descobrimos que o mesmo princípio de não ter contato visual também pode ser valioso aqui.

Usamos uma ferramenta chamada “Jogar Flores” (Flower Shower), na qual duas pessoas ficam atrás de cada um de seus ombros e o regam com um feedback positivo!

Novamente, é muito mais fácil dar e receber dessa maneira do que quando as pessoas estão cara a cara.

Como facilitador do processo, muitas vezes você tem a sorte de dar uma espiada nos rostos das pessoas que estão “tomando banho”.

Alguns brilharão de maneiras que você nunca viu antes.

Quando não precisamos de defesas, quando podemos ser desprotegidos, exibimos um aspecto verdadeiramente notável da nossa humanidade.

Segunda estratégia – categorização

A segunda estratégia é envolver nosso funcionamento cognitivo, dando ao cérebro uma tarefa de categorização. Quando precisamos dividir o feedback recebido em diferentes categorias, a tarefa de decidir em qual categoria um determinado comentário pertence requer o uso da parte cognitiva do cérebro e, portanto, modifica a reação instintiva do cérebro do animal.

Os participantes da THNK buscam muito feedback sobre seus projetos por colegas, usuários e especialistas.

Quadrantes para organizar feedback

  • o que as pessoas gostam (+)
  • algo pode ser melhorado (D)
  • o que elas não entendem (?)
  • e que novas idéias são acionadas (!).

Suponha que um participante fale algo como:

“para que serve essa coisa vermelha, parece bobagem”…

Você sente uma ameaça. Sua resposta pode ser

  • Luta (“é uma alavanca que você pode puxar, estúpido”),
  • Fuga (“sim, é um pouco bobo, vamos mudar isso ”) ou
  • Congelar (silêncio).

Ao forçar-se a categorizá-lo, você pode superar a resposta à ameaça e fazer mais perguntas, como: “Você quer dizer que não está claro para que serve?” ou “Outra cor faria mais sentido?”

Isso permite tornar o feedback mais significativo e oferece a oportunidade de detectar padrões posteriormente.

Os elementos-chave dessas duas estratégias criativas de liderança para receber feedback são evitar o contato pessoal e envolver nossas capacidades cognitivas para categorizar o que ouvimos.

Ambas são maneiras eficazes de substituir nossa resposta instintiva do cérebro e o padrão de luta-fuga-congelamento.

Como você pode transformá-las em um conjunto de regras para fortalecer a prática de feedback em sua liderança criativa?

AS TRÊS REGRAS DOURADAS DE RECEBIMENTO DE FEEDBACK

Então, o que o jovem do primeiro parágrafo fez?

Ele criou três regras de ouro para receber feedback: peça, direcione e mapeie.

Peça:

Solicitar o feedback, tornou-o mais receptivo e também mais disposto a experimentar.

Ele começou a experimentar novos estilos de liderança criativa e pediu feedback sobre seus efeitos. Também perguntou aos outros quais áreas de sua liderança criativa eles pensavam que ele poderia experimentar.

Direcione:

Ao receber feedback, ele se preparou para sempre responder com uma pergunta. Assim, poderia direcionar o feedback para ser mais específico, mais comportamental ou mais sobre os efeitos do que era antes.

Ao assumir o comando e direcionar especificamente seu feedback, o tornou mais valioso para ele.

Categorizou todos os comentários, bem como suas habilidades de liderança criativa, nos quatro quadrantes.

Mapeie:

Rastreando o feedback em um bloco de anotações ao longo dos meses no THNK, ele criou um mapa. Certificou-se de anotar o feedback, especialmente quando sentiu uma reação animal chegando.

Escreva primeiro, reaja depois.

Isso lhe permitiu reconhecer padrões, mas também celebrar o progresso e ver seus pontos fortes na liderança criativa.

Sentir-se à vontade com as duas pontas é um ingrediente essencial da liderança criativa.

Defina três regras de ouro que funcionem para você e transforme-as em prática.

Referência(s)

Robert Wolfe – How to receive feedback

Se você é daqueles que não conseguem terminar…

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Se você é daqueles que não conseguem terminar…[PROCRASTINAR]

não conseguem terminar...[PROCRASTINAR]

A descoberta que mudou minha vida. Pode mudar a sua também.

Vou direto ao ponto nesta confissão.

Eu nunca conseguia terminar nada.

Não é necessário contar cada situação específica em seus tristes detalhes. É uma história curta – triste -:

Sempre começava entusiasmado, sempre abandonava inacabado.

Olhei para trás e notei que não era um caso único. Era uma série de longa duração capaz de rivalizar com qualquer uma das melhores da Netflix.

É frustrante.

Parecia que o mundo conspirava contra mim.

Eu inicio um projeto, o ciclo começa, as coisas se tornam desafiadoras, eu me distraio, entro no modo imaginação e pronto! Estou seduzido por outra ideia.

Mudo para a nova ideia, o entusiasmo aumenta, continuo bem, o interesse diminui, eu me distraio, volto novamente para o modo de imaginação e … você adivinhou! … tenha outra ideia.

E o ciclo continua

Você conhece a frustração de uma vida que não consegue terminar nada?

Não exatamente ocioso, mas não tendo muitas conquistas, só uma série de projetos inacabados, apenas por causa da incapacidade de concluir alguma coisa?

Cursos abandonados. Metas de carreira abandonadas. Treinamento físico abandonado. Blogs abandonados. Academia de ginástica abandonada. Dezenas e dezenas de artigos inacabados que nunca verão a luz do dia abandonados em um elegante disco rígido.

Aproveitando a onda emocional viciante que acompanha todos os novos projetos, mas nunca é capaz de concluir nada.

Isso descreve você?
(Enfim, lembre-se de terminar este artigo.😀)

É incrível pensar nisso agora. Mas atualmente sou muito melhor em manter a aderência. Ainda não estou completamente curado – especialmente com mais possibilidades de projeto do que a vida toda para alcançá-las – mas é seguro dizer que melhorei muito.

Porque, vamos ser sinceros: você pode deixar de ter uma vida com significado se continuar iniciando as coisas, mas nunca conseguir colocá-las na linha de chegada.

E, para ser franco, saltar de um projeto para o outro deixando uma ladainha de projetos inacabados, abandonados em seu caminho, não é sinônimo de uma vida interessante.

Você acaba olhando para trás, percebendo que sonhou acordado sua vida sem ter muito o que mostrar.

Assim, quero compartilhar com você a percepção que mudou minha vida. Que me ajudou a me comprometer com mais coisas e finalizá-las.
E aqui está …

A teoria dos níveis de construção (CLT)

Já vou avisando. Não se impressione com o nome chique da teoria. Porque, no fundo, é uma ideia muito simples, mas extremamente poderosa.
Vamos continuar…

A teoria dos níveis de construção (CLT) é uma teoria em psicologia social que descreve a relação entre a distância psicológica e a extensão em que o pensamento de uma pessoa é abstrato ou concreto.

Sua premissa principal é que percebemos objetos ou eventos distantes como abstratos, intangíveis, inobserváveis ​​e com conceitos amplos, enquanto percebemos objetos ou eventos próximos com características concretas, específicas e observáveis.

Prosseguindo:

Percebemos o projeto ou objetivo em que estamos trabalhando no modo próximo, enquanto percebemos o projeto / objetivo que, até o momento, existe apenas em nossa imaginação no modo distante.

Quando você move um objetivo / projeto da imaginação (onde você está pensando sobre ele) para a vida real (onde você começa a trabalhar nele), passa de uma percepção de modo distante para uma percepção de modo próximo.

Lembre-se de que a percepção no modo distante é ampla, abstrata e intangível, enquanto a percepção no modo próximo é específica, concreta e tangível.

A tirania do modo próximo vs. modo distante

A percepção de modo próximo do seu projeto atual o torna específico, concreto e tangível.

Você vê isso em todos os detalhes vívidos: agora que você realmente precisa acordar diariamente para ir à academia, em vez de apenas fantasiar estar em forma, a rotina diária não é mais tão divertida.

Você está realmente tendo que se sentar e programar, em vez da fantasia de ser um programador top. Ter que trabalhar duro agora, por longas horas é até frustrante, porque ainda não consegue ver um progresso proporcional.

No auge da batalha, você está percebendo que administrar um dos 100 melhores blogs não é tão fácil quanto você pensava. Está percebendo que se tornar um programador muito procurado é muito mais fácil quando o cara no anúncio do YouTube diz isso do que parece agora que precisa sentar na cadeira e codificar.

Por outro lado, as novas ideias e objetivos do projeto que surgem na sua cabeça não têm nenhuma dessas desvantagens.

Você pode se concentrar em quão maravilhosa será sua vida quando tiver esse canal no YouTube com um milhão de inscritos.

Pode fantasiar sobre seus seguidores, em ser um poliglota, em ser um autor de seis dígitos … sem nenhum sacrifício. Neste mundo de fantasia da imaginação, não há complexidade, desvantagens, dificuldades. Apenas felicidade.

O perigo da distância

Portanto, ao iniciar um novo objetivo e sua percepção muda do modo distante para o modo próximo, você passa da fantasia para o detalhe sombrio. E, de repente, começa a perceber que o objetivo não é tão fascinante quanto você pensava.

No entanto, o maior erro que cometemos neste momento é acreditar que mudar para um novo projeto é a resposta. Não percebendo que todo objetivo que vale a pena deve parecer duro, sem glamour, sem sexo, enquanto fazemos o trabalho.

Essa mudança de percepção à medida que você aumenta o zoom no projeto / objetivo atual, previsto pela CLT, é o motivo pelo qual você prefere iniciar uma nova ideia “legal” em vez de buscar seu projeto / objetivo atual até a conclusão.

Essa foi a profunda percepção que mudou tudo.

É uma rara mudança de perspectiva que teve tanto impacto. Pelo menos para mim.

Duas mudanças importantes aconteceram:

1. Perceba que o pântano escuro é inevitável

John Saddington descreveu brilhantemente a “jornada emocional de criar qualquer coisa incrível”.

não conseguem terminar...[PROCRASTINAR]

Isso mostra muito apropriadamente como qualquer projeto / objetivo que vale a pena vai da fase

  • tive uma ideia sensacional“; para a fase
  • isso vai ser legal“; da fase
  • ok, é mais difícil do que eu pensei“; para a fase
  • putz, ainda tem muito trabalho pela frente“; e depois vem a fase
  • droga! Eu não tenho a menor ideia do que estou fazendo“; quando você começa a entrar no grosso das coisas, na fase do
  • pântano negro do desespero“; para a fase
  • ok, mas continua tudo uma droga“; para a fase rápida
  • beleza. Vamos dizer que aprendi uma ou duas coisas“;  em seguida
  • opa. Será que…“; e, finalmente, a fase
  • a melhor coisa que fiz na vida“, onde você finalmente alcança seu objetivo.

O problema é que o pântano profundo do desespero sugou mais objetivos e projetos do que gostaríamos de admitir.

Para Seth Godin, esta fase é “o mergulho”.

As coisas estão ficando mais difíceis, menos divertidas e você começa a questionar tudo. Questiona se realmente vale a pena o aborrecimento. Por outro lado, é incrível perceber a grande diferença que esse pântano negro faz.

Um dos maiores erros é deixar de reconhecer que essa deveria ser a jornada para algo grandioso. Mudar para outro projeto não será a cura.

Perceba que atravessar o pântano negro do desespero será difícil. Prepare-se. Construa sua estratégia para sair deste poço diabólico.

Lembre-se também de que a maioria das pessoas vai parar ao chegar a esse poço e pulará para a próxima ideia interessante, que inevitavelmente os levará pelo mesmo vale.

É por isso que simplesmente persistir por mais tempo do que a maioria das pessoas aumenta suas chances de sucesso.

2. Apaixone-se pela rotina

O mundo tem mais falantes do que realizadores.

Lembre-se de como todos sonham com grandes ideias durante as reuniões. Ao saírem, não fazem nada a respeito e depois retornam à próxima reunião para sonhar um pouco mais.

E aí está a sua vantagem.

Se você aprende a se apaixonar pela execução tanto quanto sonha com ideias, entra para um clube realmente exclusivo – de fazedores, de empreendedores.

Perceba que quase todo mundo falha no entendimento da teoria do nível de construção.

O que torna sua capacidade de entendê-la e navegar com sucesso em torno dela uma enorme fonte de vantagem. Você abandonará muito menos projetos. Persistirá mais e conseguirá realmente terminar as coisas.

Já percebeu que fazer as coisas nem sempre é empolgante. Está cheio de obstáculos e frustrações. É por isso que você encontrará mais pessoas falando sobre coisas do que pessoas que fazem coisas.

Apaixonar-se por fazer coisas difíceis que muitas pessoas não podem ou não farão, persistindo um pouco mais, recusando o desejo irresistível de desistir, coloca você quase imediatamente à frente de alguns bilhões de pessoas.

Como o autor Steve Pavlina coloca:

“Quanto mais difícil, mais você deve amá-lo”.

Referência(s)

Jude King, PhD -Read This If You Struggle With Finishing Things You Start.

Os símbolos do Brasil pertencem a todos nós

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Os símbolos do Brasil pertencem a todos nós

Os símbolos do Brasil pertencem a todos nós

Usar os símbolos nacionais não quer dizer que você seja bolsonarista

Fiquei pensando quando a nossa vizinha me disse que retirou a Bandeira do Brasil da janela de seu apartamento porque uma outra vizinha passou a olhar atravessado para ela. E completou:

“Nem do Bolsonaro eu gosto, mas achei melhor tirar…”

A importância dos símbolos

São inúmeros os estudos sobre a importância dos símbolos na vida e na cultura dos povos. De alguma forma eles são uma linguagem cifrada das aspirações e dos ideais humanos. Por isso mesmo existem desde tempos imemoráveis e continuarão existindo.

São tão importantes para a vida e a cultura dos povos que hoje a semiótica – ciência que estuda os significados da linguagem e dos símbolos é muitíssimo conceituada.

Existem símbolos com significados profundos dentro de um determinado contexto histórico e cultural. Quando abraçados com ardor, manifestam e alimentam o respeito e o despertar de energias inesperadas.

É o caso da bandeira ou do hino nacional de um país.

Por isso mesmo até as crianças, quando participam de uma cerimônia cívica, ao hastear da bandeira e ao canto do hino nacional levam inconscientemente a mão ao peito.

Ter sobre seu caixão a bandeira é uma das maiores honras que podem ser concedidas a quem deu a vida pela pátria.

Alguns símbolos utilizados pela política brasileira

Após a Constituição de 1988, além da administração Collor/Itamar e Michel Temer, o Brasil teve dois grandes períodos de governo.

Sob o PSDB, Fernando Henrique Cardoso administrou a máquina pública por 8 anos. O símbolo do partido é um tucano nas cores azul e amarela: por esta razão, seus membros são, eventualmente, chamados de “tucanos“, e raramente de “peessedebistas“.

Em seguida, tivemos quase 16 anos sob o PT, cujos símbolos são a bandeira vermelha com uma estrela branca ao centro (exceto no Rio Grande do Sul, onde a estrela na bandeira é amarela), a estrela vermelha de cinco pontas, com a sigla PT inscrita ao centro, e o hino do partido. Seus filiados e simpatizantes são denominados “petistas”.

O governo Bolsonaro vinculou sua imagem às cores nacionais. O verde e amarelo passaram a ser utilizados por seus apoiadores. Mais ainda, a Bandeira do Brasil está incorporada à mensagem de valorização da democracia. Ela é usada contra a bandeira vermelha que ainda vigora na mente de muitos adeptos do petismo.

Os símbolos do Brasil pertencem a todos nósHá quem enxergue na bandeira menos a nação e mais o terço do eleitorado fidelíssimo a Bolsonaro.

Os símbolos do Brasil pertencem a todos nós

A Constituição Federal estipula em seu artigo 13 que são símbolos da República Federativa do Brasil

  • a bandeira
  • o hino
  • as armas e
  • o selo nacionais.

Os símbolos do Brasil pertencem a todos nós

Esses símbolos representam nosso país. Eles podem e devem ser usados por todos nós. Brasileiros natos ou de opção.

Considerações finais

Tomara que minha vizinha leia este post. Às vezes, a leitura individual tem um poder maior do que uma tentativa direta de convencimento.

O líder de hoje e o líder de amanhã [qual a expectativa?]

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O líder de hoje e o líder de amanhã

líder de hoje e o líder de amanhã

de François ROSENBLATT.

Existe uma carência de liderança nas empresas. Acima de tudo, há uma lacuna entre o que se espera dos líderes e a maneira pela qual a liderança é realmente exercida.

O que se espera do líder de hoje? Quais as expectativas do líder do amanhã?

Vamos começar entendendo melhor o que é liderança. Segundo estudos de Valérie Petit, fica mais fácil abordar o tema liderança por esses 4 enfoques:

  • liderança transformadora
  • de objetivos
  • liderança de exemplaridade e
  • de autenticidade

1. A LIDERANÇA DA TRANSFORMAÇÃO: AS IDEIAS ACIMA DE TODOS

A liderança de transformação é a mais apreciada pelos executivos. É a melhor maneira de inovar, transformar e revolucionar o negócio a partir de dentro da própria organização.

É antes de tudo uma visão com uma forte comunicação em torno das ideias que incentiva os colaboradores a um maior engajamento.

COMPORTAMENTOS ASSOCIADOS À LIDERANÇA DE TRANSFORMAÇÃO:

  • Considera, ouve, desenvolve pessoas
  • Propõe uma visão otimista do futuro
  • Incentiva a pensar de maneira diferente
  • Mostra carisma
  • Transmite o sentido de uma missão coletiva

2. LIDERANÇA DOS OBJETIVOS: JUNTOS PARA DEFINIR UM ROADMAP

A liderança por objetivos visa manter a excelência das equipes em alto nível, resolvendo os problemas encontrados. Sua missão de operar é baseada em objetivos negociados.

Ela permite que os executivos sejam desafiados com antecedência em relação a objetivos bem definidos, deixando-lhes autonomia para alcançá-los.

COMPORTAMENTOS ASSOCIADOS À LIDERANÇA OBJETIVA:

  • Negocia objetivos ganha-ganha
  • Define claramente tarefas e controla a execução
  • Delega e capacita

3. LIDERANÇA DA EXEMPLARIDADE: VALORES PARA A COESÃO DA EQUIPE

A liderança exemplar é uma construção sólida, baseada na coesão da equipe e no tratamento justo, com um lado “facilitador” no centro do papel do líder. É baseada em valores compartilhados que tornam os funcionários mais unidos.

COMPORTAMENTOS ASSOCIADOS À LIDERANÇA DE EXEMPLARIDADE:

  • Presta apoio às pessoas
  • Alimenta um senso do coletivo
  • É altruísta
  • Mostra justiça
  • Mostra integridade

4. LIDERANÇA AUTÊNTICA: PRESERVAR UM CLIMA FAVORÁVEL

A prioridade da liderança autêntica é permitir que todos floresçam. Fornece um clima positivo e, ao mesmo tempo, capacita os gerentes.

Funciona dando a possibilidade de realizar-se autenticamente em seu trabalho, de estar em harmonia consigo mesmo.

COMPORTAMENTOS ASSOCIADOS À LIDERANÇA AUTÊNTICA

  • Tem uma consciência justa de si e dos outros
  • É transparente em seus relacionamentos com os outros
  • Age de forma consistente com os valores que defendemos
  • Decide objetivamente

O LÍDER DE HOJE: AMBOS EXEMPLARES E AUTÊNTICOS

Esses dois últimos estilos de liderança (exemplar e autêntico) são os mais frequentemente encontrados.

Eles definem como os executivos percebem seus líderes.

“Podemos resumir o líder atual como gerente, que primeiro confia em valores para envolver suas equipes e se distingue por sua capacidade de apoiar o coletivo e construir uma comunidade de destino através de uma visão otimista do futuro”.

O LÍDER DE AMANHÃ: UM VISIONÁRIO CARISMÁTICO

Mas ainda há uma boa margem para satisfazer os executivos.

De fato, o estilo de liderança mais esperado é aquele que possibilita a transformação da empresa e que incentiva os executivos a “pensarem diferentemente”.

Assim como o “pensar diferente” de Steve Jobs, deseja-se um líder carismático que elevaria o nível da organização.

Em um ambiente econômico que nunca foi tão incerto, a necessidade de ter visionários no comando da empresa parece ainda mais legítima.

Referência(s)

François Rosenblatt. Les 4 styles de leadership en France.

O que te faz ser um bom líder [NÃO TEM MÁGICA]

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O QUE TE FAZ SER UM BOM LÍDER

O que te faz ser um bom líder

Não existe uma fórmula mágica

Uma boa gestão dentro de uma organização carece de boas relações formais e informais presentes na mesma.

O papel de um líder dentro de cada setor é fundamental para o resultado de todo objetivo a ser alcançado pela equipe.

Qual a importância de um líder dentro de uma organização e quais as habilidades que um líder deve ter para o bom desempenho próprio e de sua equipe

Tudo começa e termina na liderança

Dentro de uma organização, todos os papéis são importantes.

Na administração clássica vemos que a gestão de qualquer organização é dividida em três modelos:

  • gestão estratégica, tática e operacional.

Dentro de cada modelo de gestão, existe um líder que tem grande influência na motivação e desempenho dos demais colaboradores. Ele influencia também no comportamento de seus colaboradores.

O papel do líder é valoroso para que haja uma equipe com o mesmo foco e determinação.

“Os líderes têm um papel fundamental, pois tudo começa e termina na liderança. Isso significa que os líderes inevitavelmente melhoram ou complicam a vida da organização e das pessoas que o seguem.” (LARA,2012)

Assim como cada pessoa tem sua personalidade, cada líder tem um estilo de liderança.

Para Maximiano (2012), existem dois estilos mais predominantes de liderança:

  • Liderança autocracia: é um líder autoritário, onde todas as decisões são centralizadas no seu poder, independentemente da participação ou aceitação da equipe;
  • Liderança democracia: é um líder que busca a participação de seus liderados. Diferente da autocracia, a liderança democracia dá o poder de decisão ao grupo.

A comunicação é o alicerce da liderança

O requisito básico para um líder é a capacidade de transmitir sua mensagem de modo a persuadir, inspirar ou motivar seus seguidores. Isto não significa apenas habilidade com as palavras e o modo de dizê-las, mas capacidade de transformar ideias em mensagens convincentes. (GOLEMAN,2014)

Para os autores Blanchard; Johnson (2018), existem três ações que determinam uma excelente gestão de um líder eficaz:

  1. Objetivos: é muito importante que o líder ouça as ideias de seus liderados, estabeleça os objetivos, as estratégias e os mantenha sempre claros sobre suas responsabilidades e prazos;
  2. Elogios: o feedback de algo positivo que o colaborador faz tem grande relevância para que ele se sinta incentivado a fazer as coisas corretas. É importante que o líder demonstre que confia e torce para o seu sucesso;
  3. Redirecionamento: o redirecionamento deve ser rápido, específico quanto aos fatos que levaram o colaborador a errar e claro nos impactos que essa falha pode causar nos resultados. É importante que o liderado tenha um tempo para refletir sobre sua falhas. O líder deve lembrá-lo que confia no trabalho do colaborador e quando o redirecionamento acabar, acaba de vez!

Conforme Wiseman (s/d, apud Goleman, 2014), existem certas habilidades que as organizações procuram cada vez mais no momento de escolher um líder:

  • Trabalhar bem em equipe;
  • Comunicação clara e eficaz;
  • Boa adaptação à mudança;
  • Boa interação com diversas pessoas;
  • Clareza nos pensamentos;
  • Resolução de problemas sob pressão.

A busca por uma gestão diferenciada em meio a tantas organizações existentes está cada vez maior e um fator determinante para o resultado desejado dentro das empresas, é o líder.

Considerações finais

Aqueles que desejam estar no poder de liderança devem buscar aperfeiçoar cada vez mais todas as habilidades para exercer a profissão com eficiência e eficácia.

O ato de liderar tem grande influência nos objetivos de cada organização.

O profissional que deseja exercer este papel, deve procurar aperfeiçoar-se cada vez mais e estar disposto a encarar todos os desafios que surgem dia após dia dentro de uma empresa.

O líder não deve focar em apenas um modelo de gestão. Os gerentes mais eficazes atuam de forma que tanto as pessoas como a organização lucrem com sua presença.

Referência(s)

Este artigo é baseado no texto de José Carlos Belo Rodrigues e Nathália Figueira Silva – Liderança – o que te faz ser um líder.

BLANCHARD, Ken; JOHNSON, Spencer. O Novo Gerente Minuto. Rio de Janeiro: Best Business, 2018

FRANÇA, Sulivan. O Que é Liderança? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/artigos-do-presidente/o-que-e-lideranca. Acesso em: 26 nov. 2018.

GOLEMAN, Daniel. Liderança: a inteligência emocional na formação do líder de sucesso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014.

LARA, Edneia D. S. Liderança: a importância do líder na organização. Curitiba: 2012

MAXIMIANO, Antonio César A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução digital. São Paulo: Atlas, 2012

5 estratégias para se tornar um empreendedor

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5 estratégias para se tornar um empreendedor

estratégias para se tornar um empreendedor
Descubra como se tornar um empresário de sucesso em poucos passos

São nos momentos de crise que as nossas habilidades para superar as dificuldades falam mais alto e nos ajudam a atravessar por elas sem sofrer grandes consequências. E, quem sabe, evoluir e abraçar novas oportunidades.

As crises só mudam de nome, mas a única certeza é que elas sempre podem nos pegar de surpresa. Uma pandemia que arrasa milhares de empresários e trabalhadores ou até um impacto na economia, por exemplo.

Há alguns anos a postura inovadora no mundo dos negócios tem provado que apostar no empreendedorismo é uma saída proveitosa em busca da independência financeira.

O que é empreendedorismo?

Muito se fala sobre empreendedorismo, mas devemos entender um pouco sobre o que ele realmente quer dizer. A essência do empreendedorismo traz inovação, iniciativa e uma busca incansável por novos métodos a fim de dinamizar serviços, produtos ou quaisquer atividades de organização e administração.

Empreender nada mais é só que uma forma mais recente de se referir a um “novo tipo de empresário”, que coloca todas essas novas ideias de mercado em prática. Alguém que descobre um novo mercado ou até se propõe a criar novas formas das pessoas  consumirem produtos e projetos.

Por que empreender?

A resposta é simples, qualquer empresário que investe o seu dinheiro em algo quer obter sucesso, mas muitos deles podem acabar ficando para trás. São engolidos pela  concorrência porque não têm o perfil empreendedor voraz de superar adversidades e inovar, como você viu nos conceitos acima.

Qualquer um pode querer continuar adotando velhas práticas de mercado, mas sem dúvida estar disposto a fazer parte de um mercado mais tecnológico, que oferece melhores soluções para seus clientes, parece ser um cenário muito mais promissor.

Passo a passo para o sucesso 

Confira abaixo cinco estratégias para se tornar um empreendedor, e entrar com tudo no mundo do empreendedorismo:

Conheça o que está fazendo

É importante, não só nessa situação, mas em tudo o que você se propõe a fazer, conhecer bem do seu negócio. Entenda o mercado que quer investir. Saiba onde está pisando e isso vai te dar diversas perspectivas do seu futuro.

Por exemplo, saber bem sobre a concorrência pode te dar boas ideias para aprimorar serviços que já são oferecidos para as pessoas e isso pode atrair tanto um público cativo quanto novos usuários do seu tipo de negócio.

Seja estratégico

O segundo passo é tão importante quanto o primeiro: planeje bem todos os seus objetivos. Um bom planejamento pode te tirar de enrascadas e não só prever situações de risco, como também almejar os lugares que você quer alcançar com o seu negócio.

Não ache que precisa fazer tudo sozinho, montar uma boa equipe multidisciplinar pode ser o ponto chave de um novo negócio. Se cercar de bons profissionais é o que todo bom empreendedor deve fazer.

Saiba reconhecer oportunidades

A inovação que faz parte da essência do empreendedor, mas uma vez que você já está com o seu negócio estruturado, saiba que continuar inovando é algo que você nunca abandonar.

E isso não diz só sobre novos métodos…entenda quando fazer um novo investimento, parceria e reconheça boas oportunidades de crescimento.

Controle bem seu orçamento

É uma obrigação de todo empreendedor mandar bem na educação financeira. Entender sobre seu lucro, dívidas e, principalmente, separar bem sua vida financeira pessoal da vida financeira empreendedora.

Muitas pessoas cometem o erro de misturar as duas e essa nunca é uma boa ideia.

Organize

Use todas as ferramentas possíveis para ter um negócio forte e promissor. Ser organizado é primordial para qualquer negócio e você pode contar com maneiras criativas de não comprometer seu espaço físico com as burocracias de um empreendimento.

Por exemplo, fazer o uso correto de um self-storage,boxespersonalizados para aluguel, pode facilitar muito a sua vida empresarial. É possível locar um espaço para a guarda de documentos importantes, ou até para usar como guarda de estoque e facilitar a distribuição dos seus produtos.

Esse tipo de solução pode ser uma economia e tanto para o seu bolso, além de muito segura, uma vez que esses boxes contam com segurança 24 horas por dia. Faça um orçamento e fique livre de aluguéis  caros e desnecessários já que nenhum  galpão vai ser exatamente do tamanho que você precisa para o que você e sua empresa precisam.

Com essas cinco estratégias para se tornar um empreendedor, sua veia empreendedora tem tudo para começar pelo melhor caminho possível. Essa é uma forma de estar sempre preparado para lidar com qualquer adversidade.

Liderança democrática [essa serve pra você?]

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Liderança democrática

liderança democrática

por Ronaldo Lundgren.

Liderança democrática é um comportamento que influencia as pessoas de maneira consistente, baseando-se em princípios e processos democráticos básicos, como autodeterminação, inclusão, participação igualitária e deliberação (Dahl, 1989; Fishkin. 1991).

Líder democrático é aquele que incentiva a participação na tomada de decisões (Anderson, 1959).

Os líderes democratas:

  • oferecem orientação aos membros do grupo;
  • participam do grupo; e
  • permitem a contribuição dos subordinados.

Delegam autoridade aos seguidores e também dão apoio para os trabalhos desafiadores. Muitas vezes, esse estilo de líder tem a visão de perceber o que as pessoas precisam e garantir que elas o obtenham.

Quando surgem problemas, e decisões devem ser tomadas, os liderados são envolvidos para discutir a situação. Uma visão majoritária é tomada como a decisão final. A desvantagem deste processo é a demora, consumindo muito tempo na tomada de decisão.

Comportamentos e ações

Vejamos alguns parâmetros que envolvem a liderança democrática. Os seguintes comportamentos e ações serão detalhados:

(i) Tomada de decisão
(ii) Envolvimento de subordinados
(iii) Ideias e insumos
(iv) Participação dos funcionários
(v) Fator motivador
(vi) Participação e compartilhamento de habilidades
(vii) Trabalhar com funcionários
viii) Mediação

TOMADA DE DECISÃO

A tomada de decisão é uma das funções mais importantes da liderança.

É verdade que todo líder toma decisões, mas as maneiras de tomá-las variam de um líder para outro. A variação faz a diferença no estilo de liderança.

Sua maneira de tomar decisões é uma contribuição importante para identificar o estilo de liderança.

ENVOLVIMENTO DE SUBORDINADOS

Líderes precisam de ideias e contribuições dos subordinados.

Os líderes democratas agem como um treinador que tem a palavra final. Reúne informações e recebe contribuições dos funcionários para desenvolvimentos futuros, no melhor interesse de todos os envolvidos.

IDEIAS E INSUMOS

As mudanças que ocorrem em tecnologia, demografia, mercados, consumidores e suas preferências nas economias têm impactos significativos nas organizações.

O líder examina como responder a essas mudanças ambientais e quais estratégias adotar. Claramente, este exercício não é autônomo. Pelo contrário, o envolvimento das pessoas, a concepção de novas ideias e diferentes contribuições possíveis são obtidas dos funcionários.

PARTICIPAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS

Como incentivar os funcionários a participarem do processo de tomada de decisão?

Um bom líder democrático desenvolve moral e espírito de corpo para seus funcionários.

O líder democrata confia em seus colaboradores e os incentiva a participar do processo de tomada de decisão.

FATOR MOTIVADOR

Um líder democrático influencia a motivação dos liderados por meio da participação e do empoderamento. Ele motiva sua equipe, capacitando-os a se auto-dirigirem e os guia com flexibilidade.

PARTICIPAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DE HABILIDADES

Um líder democrático acredita nas capacidades e habilidades de seus funcionários. Ele os envolve em muitas atividades organizacionais.

E acredita que o principal fator motivador para o funcionário é a participação e o compartilhamento de habilidades.

TRABALHAR COM FUNCIONÁRIOS

O estilo de liderança democrática também é chamado de estilo participativo, pois incentiva os funcionários a fazerem parte da tomada de decisão.

Os líderes democratas tentam entender os problemas de seus funcionários e trabalham com eles para trazer soluções.

MEDIAÇÃO

Um líder democrático é um treinador.

Ele desenvolve espírito de equipe e eleva o moral entre os funcionários. Um líder desse estilo faz mediação para os outros e fornece feedbacks claros.

Outras considerações

Consolidando os comportamentos e ações abordados, temos que uma liderança democrática possui três funções principais:

  1. distribuir responsabilidade dentro da organização;
  2. capacitar os integrantes; e
  3. ajudar os colaboradores em suas deliberações.

O líder democrático procura evocar o máximo envolvimento e a participação de todos os membros nas atividades do grupo e na determinação de objetivos.

Procura também, espalhar a responsabilidade em vez de concentrá-la.

A liderança democrática pode aumentar as habilidades dos liderados, estabelecendo padrões altos, mas razoáveis, e pedindo que eles se desafiem.

Referência(s)

Dr. L. Jibon Kumar Sharma e Dr. S. Keshorjit Singh – A Study on the Democratic Style of Leadership.

John Gastil – A Definition and Illustration of Democratic Leadership.

O Imaginário e a Liderança [personalidade do líder]

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O Imaginário e a Liderança

imaginário e a liderança

Estilo de liderança, personalidade, inconsciente

por Ronaldo Lundgren.

A tropa é o espelho do chefe. Dizendo de outro modo: a personalidade do líder tem uma influência marcante sobre a forma que conduz seus liderados.

Quando se estuda uma organização, percebe-se que ela reúne um misto de:

  • processos “racionais”, como aqueles que regulam a sua gestão; e também
  • os desejos, as convicções, os gostos e os interesses pessoais de seus líderes.

Não podemos acreditar que uma “boa administração”, “boas decisões” ou “bons resultados” sejam necessariamente decorrências da simples aplicação de um processo.

Qualquer organização está sujeita às forças, conflitos e valores que sustentam as ações de seus dirigentes. Negar essas forças e esses valores prejudica a prática de uma boa administração.

Em que grau a personalidade da liderança influencia a administração de sua organização?

Como a personalidade do líder é moldada pelo viés do imaginário?

Imaginário

O imaginário diz respeito a um conjunto de processos mentais.

É constituído

De imagens interiores que guardamos de certas pessoas significativas.
Lembranças ou de informações conservadas em nossa memória.
Ideias, de abstrações, de construtos, de visões.

De explicações ou de racionalizações que são construídas e utilizadas, quer estejam relacionadas a informações já interiorizadas ou à realidade exterior.

O imaginário implica um trabalho (mais ou menos consciente) de transformação, de mudança e de criação. A palavra em si, através de sua conotação com imagem e imaginação, é o indicador daquilo que significa.

O imaginário é essencialmente uma realidade subjetiva.

Diz respeito, ao mesmo tempo, ao conjunto de representações que o sujeito faz ou dá à realidade subjetiva interna e à realidade objetiva externa. O imaginário serve de ligação entre a realidade interna da pessoa e a realidade externa.

O imaginário das pessoas em postos de direção sempre desempenhou um papel importante na administração das empresas. O fato de que os teóricos e praticantes da administração fazem cada vez mais uma maior referência ao conceito de “visão”, por exemplo, é um indicativo da importância que é dada ao imaginário.

Representa o elemento qualitativo mais importante daquilo que constitui a personalidade de um indivíduo.

Poder

A administração implica que a pessoa em posição de direção utilize e mobilize certas fontes de autoridade a sua disposição e, dessa forma, exerça o poder.

Esse fato tem certas repercussões não só sobre as pessoas que estão sendo dirigidas, mas também sobre os próprios dirigentes.

Apesar de a “imagem” que fazemos do poder e de seu exercício variar grandemente de uma empresa para outra e de um indivíduo para outro, essa questão do poder permanece sempre ativa no imaginário da liderança.

O poder é uma variável que perturba profundamente os seres humanos. Não é por acaso que os líderes se interessem pelo poder.

As dificuldades provocadas pelas realidades do poder são sobretudo de natureza emotiva.

Na verdade, o poder parece mais uma questão de afetividade, de desejos e de necessidades do que uma questão de conhecimentos e de inteligência. A afetividade e a inteligência não são duas dimensões independentes.

Sentimos emoções e afetos (amor e ódio) pelos objetos de conhecimento (conhece-se e compreende-se bem aquilo que se ama, se detesta ou incomoda).

O exercício do poder ativa ou reativa as fantasias mais primitivas ou arcaicas. O trabalho dos pesquisadores Kets de Vries e Miller mostrou as ligações que podem existir entre o imaginário dos administradores, a estratégia de suas organizações, as formas de organização do trabalho implantadas e a própria cultura organizacional em vigor.

O imaginário e a liderança

No quadro abaixo, é possível visualizar as ligações que os autores estabelecem entre a personalidade do administrador da cúpula, seu universo fantasioso e certas tendências observadas em sua maneira de exercer o poder.

Dentro do contexto da administração de uma organização, a maneira de exercer o poder toca principalmente em três aspectos diferentes:

  1. a orientação estratégica da empresa;
  2. a forma de estruturação a que se dá prioridade; e
  3. a cultura interna dominante.

O líder desconfiado

No caso do líder ou administrador desconfiado:

  • a fantasia subjacente consiste em sentir-se ameaçado pelos perigos exteriores;
  • a atitude básica é estar sempre pronto a atacar e a desafiar os eventuais inimigos;
  • a estratégia resume-se em estar constantemente de sobreaviso, em tentar controlar o ambiente, em estabelecer sistemas de informação e reagir às mudanças pela oposição;
  • a estrutura é geralmente centralizada no topo e a cultura interna retrata um clima de suspeita. Essa suspeita suscita por vezes uma grande coesão contra inimigos “externos”, freqüentemente caracterizados como bodes expiatórios e que se tornam os responsáveis pelas dificuldades da organização.

O meticuloso

No caso do administrador meticuloso:

  • a fantasia subjacente é aquela de querer controlar tudo o que se passa com ele mesmo e a sua volta para não ficar à mercê dos outros;
  • a estratégia consiste em controlar as operações internas de maneira cerrada, com o recurso de um planejamento muito rígido;
  • a estrutura é geralmente do tipo burocrática, os procedimentos são formais e padronizados;
  • a cultura é aquela do tipo dominação, do dever e da fé. Concentra-se em torno de temas, de crenças e de tradições. As pessoas são submetidas tanto aos preconceitos do líder, quanto as suas fixações e rituais.

Líder estrela

No caso do líder espetacular (estrela):

  • a fantasia subjacente consiste em chamar a atenção e impressionar por sua grandiosidade;
  • a estratégia é muito mais impulsiva, as aventuras arriscadas são inspiradas pela intuição;
  • a estruturação é muito rudimentar, concentrada no topo, pouco sistemática e confusa;
  • a cultura interna da empresa é aquela do espetáculo, onde se reforça o narcisismo do dirigente, através de uma atividade febril, freqüentemente para o grande descontentamento dos outros responsáveis.

Administrador deprimido

Quanto ao administrador deprimido:

  • a sua grande fantasia é feita de sentimentos de impotência, de incapacidade ou de indignidade;
  • a estratégia consiste, sobretudo, em limitar-se a um trabalho rotineiro, automático, sofrendo assim a empresa de inércia e conservadorismo;
  • a estrutura é do tipo burocrática e submetida a uma hierarquização bastante desenvolvida e desintegrada, fato que esvazia a alta administração do seu poder;
  • a cultura interna da empresa é aquela da resistência à mudança. A regulamentação serve para evitar o conflito. A organização acha-se centrada em si mesma, os acertos são destinados a preservar o domínio e o poder, determinando a inibição da ação.

O distante

Finalmente, no caso do administrador distante:

  • a principal fantasia leva-o a manter-se à distância, sendo as interações percebidas como potencialmente perigosas;
  • a estratégia é a da desorientação ficando a empresa um pouco à deriva e as negociações entre as subcoalisões restritas a pequenas mudanças.
  • a estrutura é dividida, a ausência de liderança no topo dá lugar a feudos independentes e a lutas internas de poder entre as divisões;
  • a cultura interna lembra uma assembleia política, transformando a empresa num palco de intrigas e querelas internas dentro de um clima de suspeita.

Cada uma dessas fantasias dominantes contribui para dar uma orientação, uma direção, um sentido à ação, sem anular a influência de outros fatores da situação.

Referência(s)

Laurent Lapierre – Imaginário, Administração e Liderança.

Se você não consegue se motivar [TAREFAS BÁSICAS]

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Se você não consegue se motivar para realizar tarefas básicas, não está sozinho

você não consegue se motivar

Quando se mantém impossível a rotina diária, há uma causa mais profunda em jogo

por Brianna Wiest.(*)

Se houve algum consenso na Internet nas últimas semanas, é o seguinte: funcionar com níveis ideais de produtividade simplesmente não é razoável no momento.

Isso é verdade.

No entanto, ignora o fato de que muitos de nós não tinham motivação antes da pandemia. Nossa realidade atual apenas exacerbou isso.

Se as tarefas mais simples parecerem impressionantes no momento, não se preocupe.

Não é só você. É todo mundo.

Também é um problema solucionável – mas resolvê-lo requer algumas mudanças de mentalidade.

Se você é alguém que encontra muito pouca motivação para concluir tarefas diárias simples que são ao mesmo tempo aparentemente insignificantes e tremendamente importantes para o seu senso de sanidade, continue lendo.

Pare de se sobrecarregar

Se você acha difícil concluir tarefas aparentemente simples ao longo do dia, provavelmente não é porque você está fazendo muito pouco. Ao contrário, que está tentando fazer muito.

Provavelmente, você não vai

  • cozinhar três refeições complicadas
  • vestir sua melhor roupa
  • manter a casa imaculada
  • trabalhar
  • acompanhar as mídias sociais e
  • ouvir um podcast em um dia.

Você poderia, mas a maioria das pessoas não, porque a maioria não quer.

A internet inflou nosso senso de “normal” em um grau profundamente prejudicial. Acreditamos que todo mundo está executando a capacidade máxima todos os dias. Embora certamente nos motive a melhorar de alguma maneira, essa desconexão nos impede de voltar ao final.

  • Tudo bem comer refeições simples.
  • Não há problema em usar roupas simples.
  • Não é o fim do mundo não concluir uma tonelada de trabalho.
  • Tudo bem se você não for um pai perfeito.
  • Sem estresse se houver pratos em sua pia no momento.

Isso não faz de você um fracasso.

Isso não significa que você não tem motivação ou força de vontade. Isso significa que você é um ser humano fazendo o melhor que pode para gerenciar a energia limitada que possui em um dia. Você está se saindo muito bem nisso.

Criar sistemas

Tudo isso dito, quando você quiser realizar algo, deve criar sistemas.

Sistemas são rituais e rotinas que incorporam as ações desejadas e contribuem para seus objetivos de longo prazo.

Por exemplo:

  • sempre tomar suas vitaminas quando você acorda;
  • ter uma rotina de cuidados com a pele (mesmo que simples) na mesma hora todos os dias;
  • beber sua xícara de café pela manhã;
  • fazer uma limpeza de 10 minutos antes de ir dormir;
  • ler à noite; ou
  • fazer uma pausa para passear pelo bairro às 15:00.

Depois de estabelecer seu sistema, você se adaptará rapidamente, esse é o ponto.

Decida sua prioridade máxima todos os dias e crie uma rotina para segui-la. Esse é o segredo que as pessoas altamente produtivas não lhe dizem: você deve entrar no piloto automático.

Pare de tentar se preocupar com tudo

Um segredo da auto-sabotagem é que, às vezes, as coisas que resistimos a fazer são coisas que nunca quisemos fazer em primeiro lugar. Simplesmente permitimos que a sociedade ou colegas ou insegurança nos pressionassem a pensar que devemos realizá-los.

A maioria das pessoas não gosta de ter um feed perfeito do Instagram, refeições gourmet, planos de sexta à noite com amigos chiques, um emprego bem remunerado ou um carro esportivo.

Talvez você tenha rido enquanto estava lendo essa lista – e deveria.
A maioria das pessoas não tem essas coisas não porque não são capazes de alcançá-las, mas porque não se importam.

Uma batalha interna começa quando sua cabeça diz que algo pode ser ideal, mas seu coração sabe que suas prioridades estão em outro lugar.

Você precisa se permitir se preocupar com o que se importa e deixar de lado todo o resto. Não precisa dominar todos os aspectos da sua vida. Só precisa chegar a um lugar em que esteja sinceramente satisfeito. Nenhuma outra opinião importa.

Encontre sua própria motivação

Baixa motivação pode ser um sinal de que você está se apresentando para outra pessoa.

Os seres humanos são naturalmente altamente motivados para realizar o que eles realmente querem. (Estamos menos motivados para realizar o que outras pessoas querem que façamos.) Portanto, para se motivar a realizar tarefas simples, concentre-se no que você obtém delas, em vez de como seu trabalho pode ser percebido.

Por exemplo, concentre-se em como você se sentirá relaxado quando seu espaço estiver limpo. Em como será bom saborear uma refeição que você realmente gosta. Como será agradável vestir o que você realmente deseja.

Quando você muda seu foco de volta para o que ganhará – em vez do que as outras pessoas pensam -, você se encontrará facilmente fazendo mais.

Referência(s)

Brianna Wiest – If You Can’t Motivate Yourself to Accomplish Basic Tasks, You’re Not Alone.