As cinco melhores maneiras de lidar com a pressão no trabalho

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As cinco melhores maneiras de lidar com a pressão no trabalho

pressão no trabalho

por Frances Bridges.

A pressão faz parte de cada dia.

Seja um pequeno inconveniente comum ou um fardo pessoal ou profissional que se estende ao longo de semanas, meses e talvez anos.

Mas apenas uma pequena parte da vida é ditada pelo que acontece com você. A grande maioria da vida é ditada por como você lida com o que acontece com você.

Este princípio também se aplica à pressão. É inevitável. Então, seu impacto é ditado por como você reage a ela. Aqui estão cinco maneiras saudáveis ​​e produtivas de responder à pressão:

Priorizar

Se você se deparar com uma grande fonte de pressão: um projeto, uma crise pessoal, etc., em vez de pensar sobre toda a situação e ficar sobrecarregado, comece imediatamente a dividir as coisas em etapas e determine o que precisa ser feito agora e o que pode esperar.

Em seguida, determine o que precisa ser feito primeiro, segundo e terceiro.

Dividir uma situação maior em tarefas menores tornará viável uma situação opressora.

E, ao verificar essas atividades em sua lista de tarefas, você ganhará compostura e controlará as coisas.

Promova respostas saudáveis

Quando estamos estressados ​​e oprimidos, é fácil cair em maus hábitos: comer e beber coisas não saudáveis, consumir muita cafeína, não dormir, não fazer exercícios, geralmente não cuidar de nós mesmos.

É fácil racionalizar esses hábitos quando você está estressado, mas cuidar de si mesmo quando está sob pressão na verdade lhe dá mais energia e o ajuda a se concentrar.

Certifique-se de comer alimentos frescos e saudáveis, como proteínas magras, vegetais e carboidratos, beber muita água e reservar algum tempo para praticar exercícios.

Reservar algum tempo para meditar no início e no final de cada dia também ajuda a limpar sua mente e é uma maneira pacífica e saudável de começar e terminar o dia – especialmente quando a vida é caótica.

Passe algum tempo com amigos e familiares. Vá para fora e respire ar fresco. Você lidará com a pressão com mais foco e graça se cultivar respostas saudáveis ​​ao estresse e cuidar de si mesmo.

Definir limites

Se você está sob pressão porque as pessoas estão delegando muito trabalho a você ou pedindo muito de você pessoalmente, é hora de estabelecer alguns limites.

Com telefones e laptops, muitos de nós nos sentimos à disposição 24 horas por dia, 7 dias por semana. Talvez não responda e-mails depois de ir para a cama, coloque o telefone em outro cômodo.

Experimente e gerencie as expectativas de amigos e familiares que pedem muito de você. Se você não passou um tempo com sua família porque o trabalho está agitado, diga a eles que virá jantar depois do prazo final do projeto e explique isso aos amigos que você não vê há algum tempo.

Isto permite que as pessoas saibam que você está pensando nelas e, ao mesmo tempo, dá a si mesmo algum espaço e tempo para concluir as prioridades de trabalho.

Reserve um tempo para recarregar

Ninguém fica na correria o tempo todo.

Todos temos que reservar um tempo para recuperar e recarregar as energias dos momentos estressantes e caóticos da vida, seja simplesmente dormir até tarde, fazer uma massagem, sair para tomar ar fresco ou tirar férias.

Ninguém está sempre no topo de seu trabalho. Pense nisso:

Você será uma pessoa melhor e um profissional mais responsável se reservar algum tempo para recarregar as baterias.

Busque Suporte

Se a vida e o trabalho forem simplesmente demais para você, deve pedir ajuda.

Delegue algumas tarefas a colegas ou pessoas de sua equipe. Diga a seu chefe que você atingiu um ponto crítico.

Se você estiver lutando com alguns problemas pessoais, procure um terapeuta que pode ajudá-lo a resolvê-los. Passe algum tempo com seus entes queridos, eles irão apoiá-lo e ajudá-lo em momentos difíceis e estressantes.

Você não precisa cuidar das coisas sozinho, pode pedir ajuda.

Referência(s)

Frances Bridges – The Five Best Ways To Handle Pressure At Work

Liderando com integridade – como se tornar um líder confiável

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Liderando com integridade – quatro maneiras de se tornar um líder confiável

liderando com integridade

Para onde quer que olhemos hoje, a liderança se tornou o assunto de todas as conversas.

Queremos as pessoas mais fortes e qualificadas para liderar nossos negócios, nossas comunidades, as escolas e nossa nação. Uma liderança poderosa é necessária para lidar de forma eficaz com uma ampla gama de desafios.

Bom caráter e integridade são a base sólida de uma grande liderança.

O fracasso da liderança hoje não é a ausência de competência ou habilidades, mas simplesmente manter a credibilidade e integridade com as pessoas.

Caráter é uma mercadoria rara hoje em dia. Nossa cultura produziu poucos líderes duradouros, poucas pessoas com integridade de liderança.

A falta de integridade demonstrada por muitos políticos, artistas, atletas e outros aos olhos do público é quase inacreditável. A história está repleta de exemplos de líderes que faltaram caráter para sustentar a confiança e credibilidade junto ao público.

Ainda mais preocupante é o fato de que grande parte de nossa sociedade aparentemente não quer liderar.

A maioria das pessoas prefere ficar à margem e não se envolver – não correr riscos. Elas estão confortáveis ​​ou aceitando o status quo.

Recompensamos os líderes certos?

Bons líderes devem demonstrar as virtudes certas para liderar com eficácia.

Eles devem demonstrar

  • honestidade
  • humildade
  • autenticidade
  • credibilidade
  • coragem e
  • responsabilidade.

Mas a virtude de liderança mais importante é a integridade.

O que é integridade?

O Dr. Gay Hendricks e a Dra. Kate Ludeman em seu livro The Corporate Mystics”, definem integridade da seguinte maneira:

“O domínio da integridade se resume a três coisas: ser autêntico consigo mesmo, ser autêntico com os outros e fazer as coisas que você disse que você faria“.

Se tivesse que traduzir como eles definiram integridade, eu simplesmente diria:

alguém com integridade é alguém que segue o que fala.

Palavras não significam nada a menos que sejam apoiadas por suas ações. No cerne de ser um líder íntegro está uma pessoa que é consistente, honesta e tem uma bússola moral por meio de seu comportamento.

Liderança é influência. Mas precisamos de líderes confiáveis ​​e que ajam com integridade.

A integridade é um fator crítico no desempenho de executivos e gerentes. Se você está em uma função de liderança, tem o poder de influenciar as pessoas em sua organização.

Quando os relacionamentos em sua organização são baseados em confiança e integridade, você pode ter certeza de que sua equipe será capaz de alcançar um desempenho superior.

Como Stephen R. Covey diz:

“A integridade pessoal gera confiança e é a base de muitos tipos diferentes de garantias”.

A falta de integridade pode prejudicar muitos relacionamentos.

Deixe-me compartilhar com você quatro maneiras de desenvolver sua integridade pessoal como líder:

Consistência

Sua liderança reflete a consistência de seus valores?

A consistência assume a forma de um comportamento alinhado com os seus valores. Uma coisa é falar sobre seus valores, mas lembre-se de que as pessoas estão observando o que você faz. Quando eles podem corresponder à consistência de suas ações, eles podem ver isso em seu caráter.

Consistência é combinar valores com ações.

Autenticidade

Os comportamentos de liderança associados à autenticidade incluem autoconsciência, autodomínio e compromisso com a reflexão contínua.

Os líderes autênticos refletem um alto nível de compreensão de seus pontos fortes e fracos. Suas ações são muito consistentes com seus valores.

Eles têm a humildade de equilibrar as perspectivas internas e externas sendo honestos consigo mesmos.

Prestação de contas

A responsabilidade é um aspecto importante para criar confiança.

Quando você não assume a responsabilidade por suas ações, pode também renunciar ao seu papel de liderança.

Sem responsabilidade não há confiança e sem confiança não há liderança.

Ao assumir o controle total, você pode ser um líder que pratica a transparência aprendendo a compartilhar seus erros.

Lidere pelo exemplo

Para ser verdadeiramente eficaz como um líder com integridade, você deve mostrar o caminho.

Em outras palavras, como líderes, devemos modelar o caminho e mostrar o caminho certo para liderar. Grandes líderes reconhecem o impacto de suas atitudes e comportamentos.

Quando você lidera pelo exemplo, está ganhando sua faixa de liderança.

Confiança e integridade são atribuídas àqueles líderes que têm consistência em suas ações do dia a dia. Líderes que dizem uma coisa, mas se comportam de maneira diferente, são vistos como falsos e hipócritas.

O escritor Harvey Mackay disse uma vez que:

“Se você tem integridade, nada mais importa. Se você não tem integridade, nada mais importa”.

Referência(s)

Este artigo do blog DATIS, “Leading with integrity” foi postado originalmente por Tal Shnall, Leadership Hospitality.

A Enfermeira foi preparada para liderar

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A Enfermeira foi preparada para liderar

A Enfermeira foi preparada para liderar

por Ronaldo Lundgren.

Por que a enfermagem tem tanto interesse na prática da liderança?

Uma rápida pesquisa no termo “liderança em enfermagem” apresentou quase 500.000 resultados, sendo vários artigos científicos. Há que se destacar que existem mais de 30 mestrados em enfermagem e 10 doutorados específicos à enfermagem.

O que é liderança

Segundo a professora Nádia Fontoura, “compreende-se a liderança como um fenômeno tipicamente social. Num dado contexto,

sofre a influência interpessoal por meio da comunicação, e tem por finalidade alcançar determinada meta”.

Dizendo de outra forma, liderar é a capacidade de influenciar pessoas para, juntas, atingirem um determinado objetivo.

Formação: enfermagem X medicina

As diretrizes curriculares nacionais propõem que as competências gerais para a graduação em Enfermagem contemplem a

  • atenção à saúde
  • tomada de decisões
  • comunicação
  • liderança
  • administração e gerenciamento e
  • educação permanente.

Das seis competências gerais propostas, cinco estão relacionadas às competências gerenciais.

Pode parecer estranho. Mas, a enfermeira “Ana Neri” tem um grupo de técnicos de enfermagem para liderar tão logo assuma sua função em um hospital. Por isto, aprende na faculdade.

O enfermeiro vem historicamente se preparando para adquirir responsabilidades administrativas nos estabelecimentos de saúde. Graças a esse esforço, as enfermeiras foram suplantando uma das grandes fontes de sofrimento no trabalho:

A pressão hierárquica oriunda do corpo médico

Já os médicos, por sua vez, não estudam liderança na faculdade.

Eles passam os 6 anos de graduação especializando-se nas funções de diagnósticos, intervenção e tratamento dos pacientes. Isto sem contar 2 anos de residência médica.Não possuem uma capacitação de gestão (a não ser aqueles que buscam uma capacitação por conta própria). A medicina é (ainda) entendida como profissão liberal, intelectual, científica.

A formação desses profissionais não é, por si só, suficiente para que eles assumam cargos de gestão. Para isso, o profissional de medicina deveria além de ter um conhecimento abrangente dos conteúdos técnicos, compreender a dimensão social e política do setor em que atua, além de ter conhecimentos da área administrativa, especialmente em relação ao processo de comunicação.

Daí decorre a dificuldade nas interrelações com seus pares. Sem dúvida, também ocorrem desconfortos com a mesma situação no corpo de enfermagem.

Mais capacidade mais responsabilidade

A enfermeira vem assumindo funções administrativas críticas em uma unidade hospitalar.

Cada vez mais cabe a ela, juntamente com sua equipe, decidir sobre vagas, leitos e limpeza especializada. Ela está sendo mais ouvida pelo médico, porque está mais preparada.

A Enfermeira foi preparada para liderarLiderar as pessoas, considerando-as como o recurso mais valioso de uma instituição, é preocupação na enfermagem há muito tempo. Para exemplificar, o texto de Celina Viegas redigido em 1946, relata o seguinte:

Com relação à orientação do pessoal, a qualidade essencial requerida à enfermeira-chefe é a capacidade para guiar, o dom de conduzir as pessoas, saber ser “leader”. Ter o poder de inspirar pessoas a cooperar com boa vontade e interesse em um plano comum, de fazê-las considerar a situação pelo nosso próprio ponto de vista e seguir ordens, não como comandados que devem ser cegamente obedecidos, mas como direções que requerem inteligentemente compreensão e raciocínio. É necessário compreender a diferença entre conduzir e comandar.

Para a organização americana Joint Commission Resources, os enfermeiros líderes continuam a assumir, no cenário hospitalar, cada vez mais responsabilidades.

Assumem a responsabilidade de coordenação do produto dos hospitais, bem como o fornecimento e a prevenção dos riscos atrelados aos cuidados de enfermagem.

Frente aos problemas encontrados nos contextos de prestação da assistência à saúde, a liderança eficaz é sem dúvida fundamental ao sucesso da organização no século XXI.

Para os enfermeiros ampliarem a capacidade de exercer a liderança é premente desenvolver o conhecimento e habilidades de gerenciamento e de liderança, para que possam atuar como agentes de mudança.

Na contemporaneidade, o enfermeiro líder é aquele que emprega para o sucesso de sua atuação, além do saber técnico de enfermagem e os conteúdos da administração, práticas que favoreçam suas relações.

Considerações finais

Há uma demanda cada vez maior por dirigentes hospitalares qualificados, ou seja, que possuam uma formação específica nas áreas de gestão hospitalar e afins, de forma que são cada vez mais raros casos em que apenas bom senso e experiências anteriores são levados em consideração para encontrar um bom gestor.

Mesmo com esse reconhecimento da importância do administrador, o médico continua desempenhando o cargo de diretor geral, tendo o administrador, porém, um papel significativo e imprescindível na gestão central dos hospitais (GRABOIS et al. 1995).

Os autores destacam ainda que a posição do profissional médico na direção do hospital é uma forma de legitimar o seu poder. Contudo, os administradores efetivamente controlam os recursos, embora os enfermeiros administrem a maior parte da assistência.

E agora?

O tema merece debate.

Queremos conhecer seu comentário, outras pessoas aguardam por sua opinião.


Este post tomou por base:

  1. A tese de doutorado de ITALA MARIA BAZZARELLI PEREIRA SILVA – “A relação conflituosa entre médicos e enfermeiras no contexto hospitalar”.
  2. O trabalho “Liderança em Enfermagem”, da Professora NÁDIA FONTOURA SANHUDO, utilizado na disciplina Administração em Enfermagem, da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG.
  3. O artigo “A impotância do Administrador na Gestão Hospitalar, de Dartagnan Ferreira de Macêdo.

Não seja insosso. Mostre entusiasmo [cative sua audiência]

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Não seja insosso. Mostre entusiasmo

Não seja insosso. Mostre entusiasmo

por Ronaldo Lundgren.

O líder precisa ter habilidade em transmitir suas ideias, de modo a convencer seus interlocutores sobre os pontos em que acredita. Só assim é possível chegar ao consenso, agregando pessoas na conquista dos objetivos que compartilham em conjunto.

Então, como transmitir sua mensagem?

Sabemos que as mensagens são transmitidas de forma verbal e não-verbal. Isso acontece simultaneamente. Você já deve ter visto alguém falar que concorda com outra pessoa, mas balança a cabeça negando, sem nem mesmo se dar conta do gesto que está fazendo.

Existem algumas dicas que podem ajudar o líder a melhor transmitir sua mensagem.

Prepare-se antes

Prepare-se para dizer aquilo que você quer comunicar. Isso fará com que fique mais seguro e permitirá encontrar a melhor forma de organizar seu pensamento, a fim de atingir o objetivo da sua comunicação.

Seja natural

Preparar o que dizer não significa deixar de ser natural e espontâneo. Você precisa ter em mente os principais aspectos da sua comunicação, mas não precisa agir como se estivesse seguindo um roteiro de cinema.

Mantenha sua mensagem clara e concisa

Não seja vago. Saiba antes o que tem a transmitir e o faça de forma clara, sem rodeios, sem deixar confusa as pessoas que estão lhe escutando. Da mesma maneira, não se alongue no discurso. Ser prolixo passa a ideia de falta de objetividade.

Comunicacao Efetiva 2

Adapte seu discurso a sua audiência

Falar para pessoas idosas é diferente de falar para adolescentes do ensino médio. Cada público merece ser tratado com respeito: uso de gírias, palavrões, linguagem técnica ou mais simples. Estude as características de sua audiência para adequar sua fala, de modo a facilitar o entendimento.

Demonstre paixão e comprometimento

Não seja insosso. Mostre entusiasmo, sem desbancar para o ridículo. Faça aquilo que você está dizendo os outros para fazerem. A mensagem que você está transmitindo é sua mensagem, mesmo que você tenha recebido ordens de seu chefe para transmiti-la. Nunca adote aquela postura de dizer que “você não concorda; que só está passando o que o chefe mandou.”

Seja sincero

Acredite no que está falando e quem lhe ouve também vai acreditar. Ao responder perguntas que podem ser embaraçosas, seja sincero. Escolha palavras amenas, mas não engane.

Sua linguagem não-verbal tem que ser coerente

Se a notícia é triste, seus atos têm que demonstrar serenidade. Ao elogiar, demonstre alegria. Tudo vindo de seu interior, sem procurar agir como um ator. Preste atenção à liguagem não verbal do seu interlocutor enquanto fala. O corpo e a expressão facial não mentem e expressam o que está se passando dentro da pessoa.

Desperte entusiasmo

A única maneira de fazer com que alguém faça o que você quer é despertando na outra pessoa o desejo de fazê-lo. Mostre apreciação pelas pessoas, valorize suas qualidades e dê a cada um com quem estiver em contato o mesmo tratamento que gostaria que tivessem com você se estivesse naquele lugar.


Valendo-se dessas dicas, você terá mais facilidade em comunicar-se efetivamente, transmitindo informações claras, checando se quem as recebeu compreendeu aquilo que você quis dizer.

Uma boa técnica é pedir para que a pessoa diga, com suas próprias palavras, o que compreendeu do que você disse. Faça o mesmo quando for você a pessoa que recebeu a mensagem. Diga com as suas palavras o que entendeu do que ouviu. Uma das maiores causas de mal-entendidos é o ruído na comunicação.


Caso tenha gostado, por favor, divulgue, compartilhe. Obrigado.

Ter disciplina para fazer uma única escolha

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Ter disciplina para fazer uma única escolha

Ter disciplina para fazer uma única escolha

E se você tratasse sua vida como uma “landing page”?

Fornecer um link em vez de dois é uma mudança de vida.

Imagine que você tem um perfil de mídia social e oferece apenas um link em sua biografia. Ou imagine que você envia um e-mail para 100.000 pessoas e fornece apenas um link para seu trabalho. Ou considere escrever a história de sua carreira para um empregador em potencial e dar a ele apenas um link.

Isso é algo em que nunca fui bem durante a maior parte da minha vida.

Cada vez que tenho a chance de fazer algo, acabo oferecendo várias opções. Aqui estão alguns exemplos:

  • Meu site continha links para todas as publicações para as quais já escrevi.
  • Meus perfis de mídia social tinham links para vários sites.
  • As mensagens que envio à minha lista de e-mail contém de 3 a 4 links para histórias diferentes.

Continuar com várias opções sempre levava a resultados pífios. Por quê?

Quando você escolhe uma opção, você toma uma decisão

Oferecer várias opções acontece porque você não toma uma decisão. A escolha de uma única opção requer uma quantidade incrível de disciplina.

Oferecer um link em vez de fornecer vários é um superpoder.

Quando eu encontro um escritor e ele me envia um link para seu arquivo cheio de links, tenho vontade de ir ao banheiro e vomitar. Ao enviar um link cheio de links, você está pedindo a alguém que use sua preciosa energia para tomar uma decisão.

Você sabe o que acontece quando você oferece muitas opções? As pessoas se desligam. Elas não fazem o que você deseja que façam.

Estou lutando com esse problema agora, enquanto tento construir um novo site.

Existem tantas coisas que um usuário pode fazer em um site.

E se quando alguém visitar seu site, só conseguir fazer uma coisa? Bem, isso exigiria uma quantidade insana de disciplina.

E se você tratasse sua vida como uma “landing page”?

Uma landing page, para pessoas que não são da área de tecnologia, é uma única página de site na qual há apenas um botão no qual você pode clicar.
Não existem outros links, páginas, opções, produtos, serviços, distrações ou caminhos alternativos. Você clica no botão na landing page ou não.

Essa ideia me fez pensar. E se você tratasse sua vida como uma landing page? E se você oferecesse apenas uma opção ao invés de oferecer várias? O que aconteceria?

Aqui está o que aconteceu comigo:
Os resultados tornaram-se hiper-focados com uma opção.

Quando desenvolvi um site em que tudo o que você podia fazer era deixar seu endereço de e-mail e obter um e-book grátis, as pessoas agiram.

Depois que apaguei todos os podcasts e só escutei The Tim Ferriss Show, parei de perder horas da minha vida ouvindo podcasts mal acabados feitos para vender produtos, e não me ajudar com as complexidades da vida.

Assim que parei de tentar impressionar a todos ao meu redor e passei um tempo me concentrando na minha namorada, nosso relacionamento melhorou. Quando parei de tentar fazer várias coisas e escolhi a escrita, escrevi mais palavras e alcancei mais pessoas.

Você pode pegar partes de sua vida e escolher uma opção.

Pensamento de opção única

Quando você dá um nome a uma tática, ela fica mais fácil de entender.

Sempre que tenho a chance de ganhar impulso em uma área da minha vida, penso comigo mesmo: “Como posso aplicar o pensamento de opção única a esta tarefa?

Essa pergunta ativa minha capacidade de me concentrar e reduz o barulho que deixava as pessoas ainda mais exaustas.

O pensamento de opção única ajuda as pessoas. Quando você ajuda as pessoas, você cria valor.

Se você tem tanta energia, por que desperdiçá-la?

Muitas opções levam a uma vida caótica.

Você desperdiça energia e entusiasmo por meio de todas as opções que lança ao mundo e com as quais o polui. Cada opção que você deseja oferecer consome energia.

A melhor maneira de usar sua energia é redirecioná-la para um lugar, em vez de várias áreas. Essa escolha compõe toda a sua energia e aumenta o impacto que você obtém com os resultados.

Como aplicar:

Discipline-se em mais áreas de sua vida para ter uma opção. Reserve um tempo para pensar em quais links você pode enviar às pessoas e, em seguida, envie apenas um.

Procure em todos os lugares em que você aparece on-line e escolha um lugar que deseja que as pessoas aprendam sobre você e o que você tem a oferecer ao mundo.

Encontre lugares em sua vida onde haja muita coisa acontecendo.

  • Quantos podcasts você ouve?
  • Quantos livros você está tentando ler simultaneamente?
  • Quantos blogueiros você segue?
  • Quantos trabalhos paralelos você tem?
  • Quantas startups você está tentando iniciar?

Talvez você esteja tentando oferecer muito ao mundo.

Pensamento final

Aproveite o tempo para oferecer escolhas únicas. Quando faz isso, mostra disciplina e lhe dá um foco para os resultados que são importantes para você.

Você não precisa oferecer muitas opções. Ao contrário, precisa oferecer menos.

Referência(s)

Tim DenningThe Disciplined Power of Making a Single Choice

Os próximos 10 anos serão ainda piores

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Matemático prevê que os próximos 10 anos serão ainda piores

Se o cenário social e econômico global em 2020 já parece desastroso:

  1. com uma pandemia que matou mais de 1,29 milhão acelerando em boa parte do mundo;
  2. aumento do desemprego e da fragilidade econômica da população;
  3. além de democracias e estados em risco…

as notícias que o matemático russo Peter Turchin tem sobre o futuro próximo não são melhores.

Segundo modelos matemáticos de previsão de tendências sociais que ele criou, e que vêm funcionando na última década, os próximos dez anos podem ser ainda piores.

Turchin falou sobre suas previsões em recente entrevista com o jornalista Graeme Wood, da revista americana The Atlantic.

Quem é Turchin

Em 2010, ele já avisava que as coisas estariam ruins em 2020, com graves perturbações sociais e aumento drástico na violência.

E mesmo autores que naquela época o diminuíam como um “profeta maluco” agora admitem que é hora de levar a sério o trabalho do russo, formado em biologia e com um histórico de pesquisar os ciclos de vida de besouros que infestam plantações nos Estados Unidos e na América Central.

Turchin deixou de lado os insetos para estudar os ciclos históricos da humanidade. Criou modelos matemáticos que analisam tendências nos nossos últimos 10 mil anos, e que o ajudam a projetar como os eventos atuais devem se desenrolar nas próximas décadas.

“É tarde demais”, diz o russo à The Atlantic. “Temos praticamente garantidos mais cinco anos infernais”, e possivelmente uma década ou mais.

Os pilares da crise

Segundo Turchin, os “pilares” dessa crise são três:

  • uma elite que se expande rápido demais;
  • uma classe trabalhadora com qualidade de vida em declínio; e finalmente
  • um governo incapaz de sustentar suas posições históricas de manutenção social.

Essa tríade “venenosa” interage entre si, acelerando a desintegração da estabilidade social, que leva em consequência ao aumento de conflitos e da violência.

Expansão da elite

Com as elites crescendo rápido demais, segundo o russo, faltam posições na sociedade para serem ocupadas por esses “novos poderosos”, o que gera um conflito no “topo” da pirâmide.

Um exemplo é a ascensão de Donald Trump, que apesar de pertencer a uma elite dos Estados Unidos, filho de homem rico, formado em colégios caros, ainda se viu “excluído” do círculo de poder político americano. Então, criou um movimento de “contra-elite” que o posicionou junto a outros grupos “marginalizados” do núcleo de poder, com discurso populista que interage com outro “pilar” da desestabilização:

Qualidade de vida em declínio

A deterioração do estilo de vida e do poder econômico das classes trabalhadoras, que se encontram pressionadas em uma economia orientada cada vez mais para a tecnologia e cargos especializados.

Essa deterioração econômica leva ao terceiro elemento:

Governos incapazes

O governo se vê obrigado a atuar nesse cenário, primeiro auxiliando a população com estratégias de incentivo econômico e suporte financeiro, e depois de repressão, que tendem a esgotar os recursos do estado, até um ponto próximo da desintegração.

Para aprofundar…

Para saber mais sobre as ideias de Turchin, seu livro “Guerra e Paz e Guerra”, de 2006, é um de seus mais acessíveis sobre o assunto.

Na visão do russo, uma solução para esse cenário seria o estabelecimento de governos capazes de criar políticas de longo prazo que não estivessem, matematicamente, destinadas ao desastre.

Referência(s)

Este texto foi publicado em Yahoo Finanças.

Quando mudar a liderança

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Em um passado não muito distante, era muito comum eleger líderes de acordo com sua habilidade técnica e tempo de departamento.

Entretanto, com mercados cada vez mais competitivos e economicamente instáveis, foi preciso redefinir o papel do gestor dentro da empresa.

quando mudar a liderança

Quando mudar a liderança?

Ninguém é perfeito. Estamos sempre em constante evolução e aprendizado.

Mas quando a questão é liderança, espera-se dos gestores que cada ação executada seja exemplo a ser seguido e consequentemente isento de erros.

Não existe tolerância para erros. Tampouco perdão para aspectos negligenciados pelo líder. O que toda empresa espera de seu gestor é que cumpra os objetivos de sua função e alcance resultados positivos.

“Riscos sempre foram uma constante em qualquer negócio, originados especialmente nas pressões exercidas por fatores externos, seja governo, sociedade, clientes, concorrência” (Vânia Alencar – gerente da Luandre, consultoria de Recursos Humanos).

A habilidade de liderar vai muito além da qualificação em si.

“Independente da área, hoje o gestor é mais cobrado para liderar efetivamente pessoas, estimulando-as e influenciando-as para que atinjam resultados”, opina Marcelle Oliveira, também gerente da consultoria.

Devido à cobrança mais intensa, vive-se o momento de analisar os líderes da empresa e rever processos. Para fazer isso, é possível identificar sinais que indicam a necessidade de mudanças na gestão da empresa:

Complacência

A queda no entusiasmo torna o líder menos disposto a discussões construtivas e a expor suas opiniões, por isso, ele se torna mais leniente.

Conformismo

Perder a capacidade de se aventurar no desconhecido. Falta de motivação. A estagnação também impede que o gestor reveja comportamentos, repense estratégias e conheça novas táticas.

Individualismo

Quando percebe que o gestor se preocupar apenas ou prioritariamente com o próprio sucesso, normalmente a equipe deixe de vê-lo como um líder a ser seguido. Desta forma, a liderança perde um de seus méritos mais importantes: o de inspirar os colaboradores.

Cobranças excessivas

A busca constante de resultados pode implicar em um desequilíbrio entre o fator pessoal e os números da planilha. “Não podemos perder o foco nas pessoas e no clima organizacional”, aponta Marcelle.

Considerações finais

Liderança é a capacidade de influenciar pessoas para, juntas, atingirem os objetivos definidos.

Se esses objetivos ou metas não são atingidos, talvez seja hora de mudar a liderança. Os sinais apresentados anteriormente indicam que o líder está falhando. E isto pode comprometer toda organização.

Referência(s)

Administradores.com – Sinais de que é preciso mudar a liderança da equipe.

Atitude e Negócios -Liderança: Conheça 3 Erros comportamentais de liderança.

Liderando em tempos de crise [SCHACKLETON]

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Liderando em tempos de crise

Liderando em tempos de crise

por Ediberto Junior.

Em períodos de crise, exercer a liderança pode se tornar ainda mais desafiador. Muitos líderes demonstram fraqueza ao focar somente em pontos negativos (externalidades negativas) passando para a sua equipe um mindset de insegurança e indecisão. Em contraponto a este perfil, a liderança do explorador Ernest Shackleton nos mostra a importância de gerir a energia e o foco de seus liderados para atravessar situações como estas.

Na busca de um feito inédito em 1914, o inglês Ernest Shackleton liderou uma expedição com sua tripulação de 27 homens e uma única missão, partir da Inglaterra e atravessar a Antártida em seu navio denominado “Endurance”, ou em português, “Resistência”.  Em sua jornada, Ernest Shackleton escreveu suas experiências em um diário, que posteriormente se tornou um brilhante livro chamado “A incrível viagem de Shackleton: A mais extraordinária aventura de todos os tempos”.

Lições aprendidas

O que podemos aprender com as ações de um líder diante de um desastre que nos ajudarão no exercício da liderança?

Como uma história de exploração de mais de 100 anos atrás pode iluminar os desafios que permeiam nosso momento atual?

Apesar de não ter concluído a sua travessia, seus 2 anos de experiência nessa incrível jornada nos trazem grandes aprendizados de um líder que não nasceu líder, mas foi forjado líder em momentos de crise.

Mesmo após ter sido avisado por marinheiros experientes que viviam naquela região sobre os perigos das grandes placas de gelo e dos icebergs, em agosto de 1914 Shackleton decidiu velejar apesar de todos os riscos, e iniciou sua expedição com 27 homens a bordo.

Durante o trajeto a cerca de 1.300km adentro do continente, grandes placas de gelo e icebergs cercaram seu navio, fazendo com que o mesmo ficasse totalmente atracado entre as geleiras.

Para refletir, aqui vão algumas perguntas para os líderes atuais:

O que você faria em uma situação como esta? Quais seriam as suas primeiras atitudes como líder do Endurance?

Podendo ser comparado a um deserto congelante, o navio ficou preso entre as geleiras durante o período do verão, onde ventos de até 150km/h são normais, e a temperatura média é de aproximadamente -30ºC. São dias de luz ininterrupta, onde o tempo pode demorar a passar.

Medicina mental

Como manter o foco de seus homens em uma situação como esta? Como fazer com que trabalhem juntos pelo mesmo propósito? Para passar por esses dias, a tripulação precisaria de um alto engajamento e coesão, por isso Shackleton criou o que ele chamou de “Medicina Mental”.

Shackleton ordenou que diariamente todos os homens se reunissem após o jantar para socializar. Eles se reuniam e aproveitavam a companhia uns dos outros com jogos e conversas. O principal objetivo era fazer como que seus homens não ficassem sozinhos em seus dormitórios e focassem na situação miserável em que se encontravam.

Durante os dias, eles organizavam corridas de cachorros, competições de canto e dança no gelo, entre outras atividades que faziam com que os seus homens permanecessem sempre engajados, focando em pontos positivos e principalmente trabalhando juntos.

Shackleton percebeu que além do engajamento, era fundamental manter seus homens ocupados durante todo o dia. Voltando as suas atenções para as suas habilidades. Pensando nisso ele ordenava diariamente tarefas a seus homens para fazer com que eles tivessem a sensação de que estavam sendo produtivos.

O principal objetivo da Medicina mental era gerenciar a energia, as perspectivas, o envolvimento e a coesão de sua equipe. O que aconteceria se Shackleton não aplicasse a medicina mental com seus liderados? Provavelmente uma sequência de negatividade tomaria a sua tripulação, com sentimentos como tédio, desespero, descrença, dispersão, e por fim, a morte. Por isso Ernest se aplicou em utilizar bem este recurso, e em momentos como este, a medicina mental era mais valiosa do que os suprimentos.

Abandonar para sobreviver

Após 6 meses nessa situação, em junho de 1915, as geleiras avançaram, movimentando o navio e o colocando em uma inclinação irreversível de aproximadamente 50 graus de desalinhamento. Neste momento, perguntas importantes passaram por sua cabeça. Como meus homens sobreviverão? Como vou liderará-los à sobrevivência? E o mais importante: Como vou ajudá-los a acreditar que podem sobreviver?

Shackleton teve que tomar a importante decisão de abandonar o navio no início do inverno. E em seu diário ele escreveu:

“O que o gelo toma, o gelo fica.”

Eles então pegaram alguns botes salva-vidas, animais e suprimentos, abandonaram o navio e montaram um acampamento no gelo onde viveram por 2 meses, quando o Endurance finalmente afundou entre as geleiras e não existia mais linhas de referencias no horizonte.

Neste dia, em seu diário Shackleton escreveu:

“O Endurance hoje afundou, não consigo escrever sobre isso.”

Quantos conseguem imaginar? O navio já não existe mais, Shackleton e sua tripulação estão acampados no gelo com três botes salva-vidas, cães, e suprimentos que tiraram do navio. Um fato interessante é que Shackleton insistiu em salvar o banjo de um membro da tripulação, vendo-o como uma ferramenta valiosa para fazer medicina mental. Considerada por ele mais importante agora do que antes do navio afundar.

A missão mudou

Naquele momento, Ernest percebeu que sua missão havia mudado e que sua liderança também deveria mudar.

E em seu diário ele escreveu:

“Um homem se molda a um novo objetivo no momento em que o antigo vai embora.”

Shackleton não sabia ao exato como lidar com aquela situação, sua missão havia mudado. A partir de agora a sua principal missão seria levar sua tripulação a salvo para suas casas. Então ele percebeu que precisava ser um líder ainda mais forte e capaz. Um líder totalmente comprometido com a noção de que sua liderança precisaria de rápida adaptação, flexibilidade e inovação.

Em seu acampamento, como líder, Shackleton se empenhou em fazer cada homem crer que eles poderiam voltar para casa, e era de extrema importância que cada homem acreditasse, ou do contrário sua nova missão estaria arruinada.

Problemáticos junto comigo

Então voltou a gerir a energia e o foco de seus homens, só que a partir daquele momento, tendo maior atenção nos homens mais negativos de sua tripulação, nos que duvidavam da missão, e que poderiam perturbar todo o grupo com esses pensamentos.

Utilizando a máxima “Mantenha os seus amigos próximos e os seus inimigos mais próximos ainda”, sua principal estratégia foi reunir todos estes homens e fazer com que tivessem que dividir a tenda do acampamento com ele. Shackleton não poderia deixar estes homens sozinhos espalhando negatividade.

Eles permaneceram nessa situação durante dois meses. Até que Shackleton separou uma equipe de cinco homens para retornar os 1.300km remando em um bote salva vidas até a Ilha de Georgia do Sul, onde caminharam mais 36km até encontrar ajuda para o resgate do restante de sua tripulação.  Após dois longos anos sob sua liderança, a tripulação foi resgatada com a ajuda do Governo do Chile, e todos os seus homens retornaram para as suas casas com vida.

Três práticas foram essenciais para o sucesso de Shackleton como líder:

  1. Ele se reunia continuamente, avaliando e reavaliando sua abordagem à missão em mudança.
  2. Demonstrou um compromisso incansável com seu objetivo principal – o retorno seguro de sua equipe – enquanto era totalmente flexível sobre como alcançá-lo.
  3. Ele manteve a crença de sua equipe na missão, gerenciando a energia coletiva e individual.

Considerações finais

Aqui vão algumas características do perfil de liderança de Ernest Shackleton que podemos aplicar nos dias de hoje.

  1. Shackleton alternou entre a gestão do dia-a-dia e da liderança da missão.
  2. Assumiu total responsabilidade pela situação e tentou continuamente melhorá-la.
  3. Shackleton teve a disciplina de seguir continuamente em frente.
  4. Foi um visionário que exerceu a sua liderança em circunstância adversas.

Se por acaso a sua missão para este ano falhou, devido as circunstâncias atuais em que nos encontramos, não se lamente. Assuma a responsabilidade, análise a conjuntura atual, defina seu novo objetivo e lidere com rápida adaptação, flexibilidade e inovação.

Referência(s)

Administrador Ediberto Junior – CEO do SCCOM e Vice-Presidente do CRA-AL.

Os 7 pilares para o auto-aperfeiçoamento

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Os 7 pilares para o auto-aperfeiçoamento

Em qualquer campo, existem algumas ideias que são a chave para entender todo o resto.

A biologia faz pouco sentido sem evolução. A física sem simetrias e leis de conservação são desconcertantes. Toda matemática pode ser construída a partir de conjuntos.

O auto-aperfeiçoamento geralmente não é considerado um campo intelectual.

É principalmente uma variedade de sugestões de vários gurus e especialistas sobre como você deve ser mais bem-sucedido, mais feliz ou mais sábio.

Portanto, pode parecer que o auto-aperfeiçoamento realmente não tem ideias centrais, apenas opiniões.

No entanto, acho que existem alguns temas comuns na arte de viver melhor.

Essas ideias são difundidas, surgindo de novo e de novo. Mesmo na escrita de pessoas que se opõem a elas, sua prevalência ainda exige que sejam reconhecidas.

Os 7 pilares para o auto-aperfeiçoamento.

1. Hábitos

Quase todas as formas de auto-aperfeiçoamento primeiro exigem que você mude seu comportamento. A menos que a melhoria que você procura seja puramente mental, você terá que fazer algo primeiro.

pilares para o auto-aperfeiçoamento

Os hábitos, então, formam uma ideia central na mudança de comportamento.

Ser capaz de tornar certos comportamentos automáticos (ou pelo menos mais automáticos) ajudará tremendamente com qualquer alteração que você queira fazer.

[…] acho que existem alguns temas comuns na arte de viver melhor.

  • Para entrar em forma, você precisa ter o hábito de comer bem e se exercitar.
  • Se quer ficar rico, você precisa do hábito de economizar e investir.
  • Para ter relacionamentos amorosos, você precisa de bons hábitos de comunicação.

Os hábitos não são apenas centrais para o auto-aperfeiçoamento, mas também são um dos aspectos mais bem estudados da psicologia.

Temos inúmeros estudos mostrando como o impacto da associação, recompensas, punições e sugestões contextuais terá impacto no comportamento.

2. Estabelecimento de metas

Como você pode chegar a um destino se não sabe primeiro para onde quer ir?

O estabelecimento de metas não envolve apenas a decisão do que você deseja, mas também o planejamento de como chegar lá. É um tema comum, mesmo que muitas pessoas discordem sobre quais aspectos são mais importantes.

pilares para o auto-aperfeiçoamento

A definição de metas também foi estudada por pesquisas psicológicas. No entanto, também parece claro que apenas ter a ideia do que você deseja alcançar geralmente não é suficiente (embora possa ser um começo necessário).

Assim, o estabelecimento de metas por si só precisa ser emparelhado com planos, sistemas ou hábitos para ter sucesso.

Uma boa maneira para o estabelecimento de metas é que elas devem ser SMART

  • específicas (Specific)
  • mensuráveis (Measureable)
  • atingíveis (Attainable)
  • relevantes e (Relevant)
  • com prazo (Time-bound)

As intenções de implementação formuladas como SE … ENTÃO … os planos tendem a funcionar melhor do que apenas se concentrar em um resultado por si só.

apenas ter a ideia do que você deseja alcançar geralmente não é suficiente

As falácias de planejamento também precisam ser observadas, pois muitos esforços de definição de metas podem ser excessivamente otimistas.

Alguns vêem as desvantagens do estabelecimento explícito de metas para superar os benefícios. Essas pessoas argumentam que são inteiramente orientadas para o processo e ignoram os resultados ou simplesmente negam o valor da conquista em si, em favor de valores diferentes.

3. Sistemas

Sistemas são ferramentas que estruturam seu comportamento e decisão com regras formais.

Um sistema de produtividade é um tipo de sistema – nesse caso, visa ajudá-lo a realizar o trabalho, organizando as coisas que precisam ser feitas e informando quando fazê-las.

Existem outros sistemas para ajudar a tomar decisões, gerenciar conhecimento ou organizar sua abordagem a domínios específicos da vida.

pilares para o auto-aperfeiçoamento

O oposto dos sistemas é uma abordagem informal ou baseada em intuição.

O que os sistemas geralmente incentivam é a criação de regras ou diretrizes explícitas que desencorajarão algumas tendências que você deseja evitar.

Getting Things Done, por exemplo, é um famoso sistema de produtividade baseado em evitar a tendência de esquecer o que você precisa fazer.

Os sistemas são geralmente construídos a partir de conceitos de gestão científica e teoria organizacional, mas aplicados à vida pessoal. Assim, conceitos de negócios como procedimentos operacionais padrão, revisões trimestrais e indicadores-chave de desempenho são reaproveitados como conceitos de auto-aperfeiçoamento.

Sistemas, como o estabelecimento de metas, também têm detratores.

Abordagens espontâneas, intuitivas, criativas ou emocionais à melhoria podem ser suprimidas em um sistema excessivamente rígido. No entanto, entender sistemas, mesmo se você optar por aplicá-los seletivamente, é um conceito essencial que vale a pena conhecer.

4. Auto-regulação emocional

Grande parte do auto-aperfeiçoamento tem a ver com gerenciar, orientar ou ouvir nossas emoções.

De fato, aqueles que consideram a felicidade um estado emocional, central em nossa existência, podem argumentar que todo auto-aperfeiçoamento visa, em última análise, fazer-nos sentir melhor.

pilares para o auto-aperfeiçoamento

Além de ser um fim em si, a auto-regulação emocional tem muitos objetivos instrumentais importantes.

Superar medos e ansiedades representa uma enorme quantidade de literatura sobre auto-aperfeiçoamento.

Motivação e força de vontade se sobrepõem aqui também, mesmo que possam ser melhor vistas como conceitos distintos de emoções ou sentimentos subjetivos.

Grande parte do auto-aperfeiçoamento tem a ver com gerenciar, orientar ou ouvir nossas emoções.

A terapia cognitivo-comportamental vê pensamentos, sentimentos e comportamento como parte de um sistema inter-relacionado.

A maneira como você pensa sobre as coisas afeta como você se sente, o que afeta o que você faz. Como você se sente, por sua vez, afeta seus pensamentos e ações. As ações também, com suas conseqüências, podem impactar sentimentos posteriores (a terapia de exposição é um exemplo claro dessa direção).

Outros argumentam a favor de ouvir as emoções mais do que tentar controlá-las.

Nessa visão, as emoções são sinais importantes para informar sobre a importância dos eventos, muitas vezes superando sua capacidade de analisar situações racionalmente.

O trabalho, escola ou relacionamento com o qual você se sente mal pode não ser bom, mesmo que não saiba o porquê.

5. Aprendizado

Aprender é um conceito complicado aqui, porque na verdade existem dois sentidos diferentes da palavra.

O primeiro é sinônimo de estudo. Isso é algo que importa para os alunos, certamente, mas pode não ser algo que pareça central para sua vida se você não estiver mais na escola.

Por outro lado, o aprendizado também é um processo psicológico básico. Toda vez que mudamos de experiência, melhoramos em qualquer coisa ou nos lembramos de algo, estamos aprendendo.

Nesse segundo sentido, o aprendizado é um conceito central de auto-aperfeiçoamento.

Como os hábitos, o aprendizado foi estudado com detalhes incríveis, tornando-o uma fonte rica de insights orientados por pesquisas sobre o auto-aperfeiçoamento. Alguns podem argumentar que o aprendizado é o núcleo da própria psicologia.

Passei mais tempo escrevendo sobre esse conceito central do que qualquer outra coisa, em parte porque acho que muitas vezes foi negligenciado no auto-aperfeiçoamento, talvez porque muitas pessoas o confundam com os estudos.

o aprendizado é um conceito central de auto-aperfeiçoamento.

Aprender no primeiro sentido, de estudar deliberadamente, também é uma ferramenta importante. Simplesmente porque é o meio pelo qual alguém pode entender melhor as outras ferramentas. Então, eu costumo dar a ela uma prioridade mesmo que outros autores não o façam.

6. Valores e significado

A maioria dos conceitos centrais que discuti até agora são instrumentais, úteis para atingir algum objetivo. No entanto, um conceito central de auto-aperfeiçoamento é uma reflexão sobre esses propósitos.

pilares para o auto-aperfeiçoamento

Isso geralmente se afasta da psicologia e mais para a filosofia e a religião.

O que você deve valorizar na vida e como extrai significado das coisas são questões profundas que debatemos há milênios.

Até o auto-aperfeiçoamento em si é uma perspectiva, contra a qual alguns especialistas argumentam explicitamente.

Existem dois níveis em que esse problema pode ser abordado.

O primeiro é encontrar um sistema de significado ou valores que você deseja imitar conscientemente. Isso pode ser

  • estoicismo
  • budismo
  • cristianismo ou
  • algum tipo de humanismo secular.

Você pode inibir conscientemente alguns de seus vícios e aprimorar suas virtudes. Você pode decidir que “felicidade é o significado da vida” ou que o “propósito de nossas vidas transcende como nos sentimos no momento”.

O segundo nível deste sistema é investigar o próprio significado. Esse é um trabalho mais dos filósofos, e talvez abstrato demais para muitas pessoas que simplesmente querem uma resposta sobre como deve ser a vida. Mas, dada a pluralidade de sistemas que muitas vezes contradizem, a compreensão do significado e dos valores em si mesmos pode ajudar a estruturar sua decisão de qual fortalecer.

7. Pensamentos e crenças

Pensamentos referem-se às coisas que você diz para si mesmo em sua cabeça.

Muito conteúdo mental não é verbal, mas nossa autonarrativa contínua é uma parte importante da nossa qualidade de vida e como um instrumento para alcançar as coisas.

O que as crenças são precisamente (e se elas realmente existem) é menos preciso.

Alguns classificariam uma crença como uma afirmação proposicional em sua cabeça, como um pouco de lógica com VERDADEIRO ou FALSO anexado.

Outros considerariam as crenças como declarações de probabilidade (90% VERDADEIRO ou 54% FALSO). Ainda assim, outros podem argumentar que as crenças realmente não existem em nossa cabeça, mas são apenas inferíveis por nosso comportamento.

Nesse sentido, agimos como se tivéssemos crenças, mas realmente não temos nada que corresponda a probabilidades ou proposições dentro de nossas mentes.

Profecias

Independentemente do formato exato de pensamentos e crenças, eles formam um conceito central de auto-aperfeiçoamento por várias razões.

A primeira é que crenças e pensamentos podem se tornar profecias auto-realizáveis.

Muitos argumentam que, uma vez que seus pensamentos e crenças têm um impacto causal em seu comportamento e, portanto, em seus resultados, você pode entrar em ciclos de crenças autolimitantes que se tornam verdadeiras apenas porque você acredita nelas.

Os pensamentos também podem criar sentimentos emocionais e, portanto, podemos querer controlar nossos pensamentos, mesmo que não nos importemos tanto em mudar nossos resultados externos.

A preocupação constante pode ter uma voz irritante na cabeça que diz que seu sucesso nunca conta.

[…] crenças e pensamentos podem se tornar profecias auto-realizáveis.

A importância dos pensamentos e crenças varia de acordo com quem você pergunta.

Para alguns, as crenças têm poderes místicos que transcendem uma versão fisicamente justificável da realidade. Acreditar em algo é, em certo sentido, literalmente torná-lo verdadeiro.

Outros rejeitam o sobrenatural, mas argumentam que as crenças ainda restringem nossa atenção, tornando freqüentes as profecias auto-realizáveis.

No extremo oposto, estão aqueles que defendem um papel principalmente passivo das crenças, registrando o mundo, mas sem grandes mudanças. Para essas pessoas, ter crenças verdadeiras importa mais do que acreditar nas coisas para torná-las verdadeiras.

Independentemente de onde você esteja neste espectro, o conteúdo de nossos pensamentos e crenças é essencial para o auto-aperfeiçoamento.

Quais conceitos centrais eu perdi?

Certamente existem outros conceitos de auto-aperfeiçoamento que pulei aqui.

Algumas ideias são importantes, mas não pareciam universais, por isso as excluí (crescimento composto, treinamento progressivo, métricas).

Se você tem seus próprios pensamentos sobre ideias centrais que surgem repetidas vezes em auto-aperfeiçoamento, compartilhe nos comentários!

Referência(s)

Scott H. Young. Este texto foi publicado na plataforma Mind Cafe.

E quando o mau líder é… nós próprios?

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E quando o mau líder é… nós próprios?

mau líder

Ser um bom chefe não é tarefa fácil.

Se há uma série de características que tornam um líder excelente, também são vários os aspectos que tornam uma chefia terrível.

Quem já trabalhou com um mau superior hierárquico tem a perfeita noção de que os trabalhadores em situação semelhante não são inspirados a dar o seu melhor.

Infelizmente, são muitos os líderes que nem sequer se apercebem de que só estão criando entraves à execução das tarefas por parte dos seus colaboradores. E, por causa desta falta de noção e de excesso de maus hábitos, não só prejudicam as suas equipes como colocam a organização em risco.

Mas, e quando o mau líder somos nós próprios? Como sabemos que estamos a ser ineficazes?

Podemos até pensar que a dinâmica e o protocolo no escritório estão funcionando muito bem. Porém, na realidade, há problemas que os funcionários não mencionam – e aspectos de que têm receio de falar.

Seguem-se alguns dos sinais de aviso mais comuns de que pode haver um problema.

1. Não confiar nos funcionários

Por vezes os chefes são maus porque pensam que são muito bons em executar algumas tarefas. Ou então “empurram” tudo para cima dos funcionários.

Tanto o comportamento  “eu faço melhor” quanto aquele que “sobrecarrega o funcionário” podem ser frustrante, irresponsável e pode ser mau quando um chefe quer fazer tudo.

Os trabalhadores passam assim pela complicada situação de tentar fazer algo, enquanto o chefe está constantemente intervindo, quando não é sequer preciso (ou, pior, contribui com opiniões sobre algo de que não está a par ou bem informado).

Se lidera uma equipe e tem dificuldade em conter-se na microgestão dos seus membros, pode tentar abordagens como explicar de forma clara quais são as suas expetativas ou começar por contratar pessoas em quem sabe que pode confiar para fazer o trabalho pretendido.

Mesmo que tenha a melhor das intenções quando tenta ajudar, chega a um ponto em que deixa de ser útil.

Pode ser muito difícil para algumas pessoas deixar de controlar tudo, mas desde que tenha as pessoas certas na sua equipe, tudo corre de forma mais suave sem a sua constante interferência. Além de que, quando os funcionários sentem que confia neles, são muito mais propensos a apresentar novas ideias, a assumir riscos e a evoluir nos seus cargos.

2. Não respeitar os limites pessoais dos trabalhadores

Este hábito pode manifestar-se de várias maneiras. Como ligar para os colaboradores a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, quando não é esperado que estejam disponíveis. Ou pedir-lhes para dedicarem muito tempo e energia ao seu trabalho, bem além do que é esperado e razoável.

Há formas de impulsionar os seus funcionários sem os fazer odiarem-no ou levá-los a trabalhar até à exaustão. Não faz bem a ninguém fazer os colaboradores trabalhar quando estão cansados ou doentes, física ou mentalmente.

E depois há aqueles chefes que forçam os limites mentais dos trabalhadores, deixando-os desconfortáveis, seja rebaixando-os, por exemplo, ou ao descarregar sobre eles os problemas da vida pessoal.

Os líderes abusivos são, por norma, narcisistas, arrogantes e insuportáveis para com os trabalhadores, o que, sejamos honestos, não é algo que se pode corrigir ao ler este artigo. Se um superior hierárquico considera que pode ser abusivo desta forma, precisa tentar resolver as questões subjacentes a este tipo de comportamento.

3. Falar para as pessoas e não com elas

A comunicação é um grande fator no que diz respeito às capacidades e características de um bom líder.

Quando um responsável não comunica de forma clara – via e-mail, cara-a-cara ou por mensagens de texto – pode criar confusão e um vai-e-vem desnecessário.

Isto faz os funcionários perderem tempo executando algo que não tinham necessidade de fazer, ou então algo importante não é feito de forma correta ou a tempo.

E depois há aqueles que “berram” ordens à equipe, o que faz com que as pessoas se sintam desconfortáveis em pedir esclarecimentos ou ajuda. Neste caso, mesmo que o trabalho seja feito, é difícil os funcionários terem qualquer tipo de crescimento.

Ao comunicar de forma agradável e aberta com a equipe o líder não só está tornando mais fácil que o trabalho seja feito e bem feito, como também está deixando o ambiente no escritório mais saudável e mais divertido para todos.

Não convém esquecer os benefícios associados a um ambiente de trabalho bem-disposto e social, como uma maior satisfação entre os funcionários, menor stress e menor rotatividade dos trabalhadores.

4. Não felicitar a equipe

O reconhecimento dos colaboradores é crítico, mas muitos líderes não conseguem ver os benefícios. Um “obrigado” autêntico ou o esforço para reconhecer o trabalho árduo de um funcionário num projeto pode criar mais confiança, aumentar o desempenho no futuro e melhorar as relações profissionais.

Ou seja, liderar requer uma ampla gama de competências. E até mesmo os melhores chefes podem aperfeiçoar algumas delas.

É que, quando há um problema, a maioria dos funcionários não se sente à vontade para o dizer ao superior hierárquico. Mesmo os líderes mais bem-intencionados podem estar criando um ambiente tóxico sem se aperceberem.

Ao prestar atenção a alguns destes sinais de aviso pode reconhecer erros e maus hábitos em que possa ter incorrido, e em seguida tomar medidas para os reverter.

Referência(s)

Este artigo foi publicado no Portal da Liderança.