5 livros para seu crescimento profissional

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por Ronaldo Lundgren.

Livros

Todos sabemos que a leitura é uma importante ferramenta para o nosso crescimento pessoal e profissional. De maneira geral, qualquer leitura é válida. No entanto, a falta de hábito, o pouco tempo e o excesso de informações tornam difícil filtrar as várias opções. Uma boa dica ajuda a concentrarmos nossos esforços em livros que nos tornem melhores.

O coach José Roberto Marques entende que o crescimento profissional está diretamente ligado a sua atitude em buscar ampliar seus conhecimentos, agregar novas capacidades e habilidades, acompanhando sempre as mudanças e necessidades do momento. A leitura é uma forma de expandir seu repertório intelectual com informações de qualidade, aprofundadas, bem embasadas, com fácil acesso e pouco investimento. Perceba, portanto, que as barreiras são autoimpostas e evoluir é uma questão de querer!

Indicações de Leitura

Confira abaixo a indicação de 5 livros para seu crescimento profissional:

1.    Raízes do Brasil

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.

Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Como veremos adiante, descreveu o brasileiro como um “homem cordial”. Isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais.

O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso freqüente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.

2.    Os Sertões

Considerada uma das obras-primas da literatura brasileira. Os Sertões, publicado em 1902, cinco anos após a campanha de Canudos, cujo trágico desfecho Euclides da Cunha testemunhou como repórter de O Estado de São Paulo, apresenta um completo relato da Campanha de Canudos.

A Guerra de Canudos foi a luta sangrenta contra os fanáticos chefiados por Antônio Conselheiro, os quais ameaçavam a segurança das cidades e povoações vizinhas.

A obra apresenta ainda um admirável estudo da terra e do homem do sertão nordestino, das condições de vida do sertanejo, da sua resistência e capacidade, de acordo com a visão de Euclides da Cunha. Ele foi o único jornalista que atentou para a valentia dos jagunços.

3.    A Arte da Guerra

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C. pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. Descrito como “um trabalho ponderado e compreensivo, pleno de capacidade de percepção e imaginação”. O livro trata da necessidade de se guerrear pelo menos tempo possível, perdendo menos gente e conquistando pela inteligência.

O autor acreditava que um estrategista hábil poderia “submeter o adversário sem o confrontar. Tomar-lhe as cidades sem as cercar. E derrubar-lhe o Estado sem se ensoparem espadas em sangue”.

Buscava a conquista da coisa intacta, ou o máximo possível intacta. Abominava a destruição desnecessária, o dispêndio de energia à toa, a perda de vidas necessárias à agricultura.

4.    Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Considerado um dos livros mais influentes do século XX no mundo dos negócios. Está completando 15 milhões de exemplares em todo o mundo e ocupou as listas de mais vendidos durante oito anos consecutivos.

O autor, Stephen R. Covey, acredita que vencer ou fracassar é resultado de sete hábitos. São eles que distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas das fracassadas ou daquelas que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para alcançar o êxito.

5.    Júlio César

A tragédia shakespeariana Júlio César, escrita entre 1598 e 1599, é a primeira do autor a tratar da história romana. Nessa peça em cinco atos, é retratada a queda de Júlio César. O complô contra ele, o seu assassinato, a traição de Brútus e a fúria indignada de Marco Antônio, seu fiel seguidor, que protagoniza em Júlio César um dos mais célebres monólogos da história do teatro.

O texto trata de grandes homens – César, Marco Antônio, Cássio, Brútus, Otávio. Trata também, da cobiça pelo poder, da natureza psicológica do forte e do fraco, da traição e da lealdade e das ironias da História.


(*) Foram utilizados dados de Passei Web, da L&PM Editores e do Instituto Brasileiro de Coaching.

5 passos para você se orientar

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por Ronaldo Lundgren.

Sabe aqueles dias que você se sente desorientado, sem saber o que deve fazer primeiro ou pior, sem saber qual caminho deve seguir? Saiba que você não está sozinho. Existem tantas pessoas passando por ocasiões semelhantes, que especialistas criaram mecanismos para ajudarem essas pessoas nesses momentos.

Vou apresentar um desses mecanismos que eu mesmo utilizei em várias ocasiões. Ele funcionou comigo. Pode servir pra você também.

NavegacaoExiste uma técnica militar ensinada nas aulas de navegação. Navegar aqui não está relacionado com a navegação marítima. Neste caso, navegar significa você se deslocar por terreno desconhecido, valendo-se de uma carta topográfica, de bússola ou até GPS. Em alguns casos, mesmo com esses recursos, o soldado fica sem saber onde está. Para qual direção deve seguir. Então, a técnica deve ser empregada para quando você se sentir desorientado.

São 5 passos para você se orientar novamente.

Estacione. A primeira coisa a fazer quando a pessoa está desorientada é estacionar. Ou seja, parar. Forçar uma parada. Deixar de caminhar, pois a tendência é aprofundar a sua desorientação. Veja que o verbo é estacionar, que significa mais do que apenas parar. Estacionar pressupõe procurar um local adequado, onde você possa ficar por mais tempo, com certa tranquilidade.

Sente-se. Para isso que você estacionou. Procure relaxar. Retire o peso que carrega em seus ombros. Coloque-o ao lado. Próximo a você, porque é seu e é você que tem que carregá-lo assim que recuperar o senso de orientação. Mas, por ora, livre-se dele.Navegacao2

Alimente-se. Depois de sentar, alimente-se. A intenção é buscar a calma. Reduzir o estresse e a ansiedade. Algumas vezes, precisei de alimento para a alma. O corpo já estava saciado.

Oriente-se. Nesta etapa, reúna o máximo de informações possíveis. Para onde você quer ir? O que você deseja? Onde você está? O que deve ser feito primeiro? O que é urgente? São perguntas fáceis, mas as respostas exigem reflexão. Às vezes, a ajuda de uma outra pessoa é fundamental. Quando tiver as respostas às suas perguntas, navegue.

Navegue. Agora siga o plano. Concentre-se no caminho a percorrer. Não deixe de olhar o que se passa a sua volta, mas tenha foco. Uma coisa de cada vez, até atingir o que você quer.

Adaptei essa técnica de navegação no terreno para várias situações do cotidiano.  E ela muito me ajudou. Pode ser que ela ajude você também.

Quem sou eu realmente?

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por Luciana Pianaro. (*)

quem sou eu realmente

Quem sou eu realmente? Quantas vezes já me peguei pensando nessa pergunta… Será que isso também acontece com você?


Uma vida sem consciência não merece ser vivida. (Sócrates)

Drama existencialista

Vamos falar em termos práticos sobre este grande drama existencialista do ser humano.

Acredite, a primeira resposta que geralmente vem à cabeça de qualquer pessoa é algo assim: “Meu nome é Fulano, tenho 30 anos. Sou administrador com especialização em marketing e trabalho na empresa tal, como supervisor de vendas”. Sinceramente, essa resposta satisfaz de fato à pergunta em questão?

Agora, experimente responder assim: “Meu nome é Fulano, sou uma pessoa cheia de sonhos, muito embora às vezes me sita inseguro sobre se vou mesmo realizá-los; sou um bom amigo, gosto de ouvir as pessoas; sou um pouco carente, elogios me fazem bem; sou comprometido com o que faço, e sou ávido por resultados; tenho algumas certezas e muitas dúvidas”.

Que tal? Essa é a forma interior de se responder e, claro, muito mais difícil, porque em geral não paramos para pensar em quem somos de verdade. Falamos o que é superficial, o que podemos provar com documentos, o que as pessoas podem perceber facilmente, a forma exterior.

Vantagem competitiva

Acredite, promover o autoconhecimento, conhecer a verdade sobre nós mesmos e assumir responsabilidades por nossas reações e atitudes, transforma-se em vantagem competitiva. Quando nos conhecemos, entendemos nossas qualidades, assumimos nossas limitações e passamos a ter auto-estima. E, ter auto-estima é confiar na sua própria capacidade de pensar, sentir, decidir, agir, avaliar, aprender, respondendo de modo efetivo às condições que a vida impõe.

O psicólogo americano Nathaniel Branden, autor do best seller Auto-estima, advoga que a base da auto-estima não é o êxito em si, mas uma série de práticas que conduzem ao sucesso. Ele define como seis os pilares de uma auto-estima saudável:

1. Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se experimenta, ao que se faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os nossos sucessos, as experiências e as ações.

2. Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções, ações, sem evasões nem repúdios; observar-se pacientemente, sem aprovação nem condenação.

3. Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações, que se é responsável pela própria vida e bem-estar. Responder conscientemente aos desafios da vida.

4. Assertividade: ser autêntico no trato com os outros, negando-se a ocultar o que se é de verdade para ganhar a aprovação deles. Estar preparado para defender os próprios valores e ideias.

5. Propósito: identificar os objetivos de curto e longo prazo e as ações necessárias para obtê-los. Supervisionar as ações para garantir que se mantenham na rota.

6. Integridade: viver em congruência com aquilo que se sabe e se professa. Dizer a verdade, honrar os compromissos e exemplificar, com ações, os valores que se sustenta.

Administrar o ativo interior

Sou administradora. Aprendi, na faculdade e na especialização, tudo sobre a técnica de administrar processos, patrimônios, pessoas, tempo. Mas hoje posso afirmar, sem medo de errar, comecei a ter mais sucesso quando comecei a administrar melhor o ativo interior. Aprendi, na prática, que ao compreender quem realmente é, a pessoa alicerça sua auto-estima, sua autoconfiança e sua paz interior sobre um terreno firme. Se operar a partir da ilusão e da ignorância, estará sempre tentando construir sua auto-imagem sobre areia movediça. E aí, não tem MBA que consiga dar jeito.

Hora de agir!

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(*) - Administradora de Empresas. (www.eugeniomussak.com.br) Este artigo foi publicado originalmente na Revista Vencer! Luciana Pianaro autorizou a republicação neste blog.

Mentor ou Life Coaching

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por Ronaldo Lundgren.

Não deixe de buscar ajuda.
Não deixe de buscar ajuda.

Mentor ou life coaching?

Pra você, o céu está de brigadeiro. Tudo está transcorrendo às mil maravilhas. Está bem no emprego. Na faculdade vai bem. Na vida sentimental, se melhorar estraga.

Você ocupa um cargo importante na organização. Tem um bom salário. Suas opiniões são ouvidas com atenção. Já fez vários cursos de capacitação bancados pela empresa. Seus colegas até têm uma inveja boa de você…

Certo dia, as coisas começaram a mudar.

Seu chefe deixou claro que não ficou satisfeito com a solução que você apresentou na negociação com o órgão de meio-ambiente. Embora a empresa não tenha tido prejuízo, as condições acordadas vão aumentar os custos a médio prazo.

É claro que você discorda. Você deu o seu melhor. O resultado poderia ter saído bem mais caro para a empresa. O chefe está fora da realidade.

Na faculdade, a professora resolveu não abonar suas faltas. Com isso, não pode perder nem mais um dia de aula até o final do semestre.

Pelo lado sentimental, você foi pego de surpresa quando sua namorada veio lhe dizer que o relacionamento está uma monotonia. Uma mesmice que chega dar até tédio.

De repente, parece que sua vida passou a ficar diferente. Até sua colega de trabalho, amiga mesmo, foi lhe aconselhar, dizendo que acha que você deveria tirar umas férias.

– O que é que está acontecendo com todo mundo? Será que todo mundo mudou?

Ou será que você estacionou? Sem mesmo perceber?

Você está precisando de um Coach

Situações assim são bem comuns. Acontecem com várias pessoas. A maioria delas escolhe deixar o tempo resolver. “O tempo é o senhor da razão”.

O seu tempo não é o mesmo das pessoas envolvidas com você.
O seu tempo não é o mesmo das pessoas envolvidas com você.

O tempo esclarece dúvidas; mostra outros ângulos de uma questão; ensina; o tempo resolve, cura, prova e comprova; responde perguntas que ficaram sem respostas; o tempo muda nossos pensamentos e condutas; pondera; o tempo enxerga de longe. Só não conseguimos enxergar o que ele enxerga primeiro porque somos ansiosos! E razão mesmo, só o tempo é quem tem. (Cássia Bran)

Esperar que o tempo resolva tem a desvantagem da demora. Às vezes, você não pode esperar. As pessoas que estão envolvidas com você têm o seu próprio tempo. E, às vezes, não querem esperar. O ideal é você buscar o aconselhamento com alguém de sua confiança. Você tem um mentor?

Se tem, consulte-o. Se não tem, um outro caminho é utilizar-se dos serviços de profissionais especializados em aconselhamento: o coaching.

Life Coaching é uma modalidade de coaching orientanda para a vida pessoal. Aspectos como relacionamentos, planejamento, motivação, comunicação, família, auto-desenvolvimento, alcance de metas, motivação e estresse, são abordados pelo especialista.

O processo de Life Coaching é ideal para pessoas que estejam decididas a avançar no aprimoramento pessoal ou profissional. Para aqueles que estão dispostos a ampliar seus horizontes, ou empenhados em dar um novo rumo a sua vida.

Para os interessados em diversificar, revisar, ampliar o seu perfil de competências profissionais e pessoais, tomando nas mãos a liderança de sua vida de maneira geral, assumindo a responsabilidade na busca por resultados e realização.

O Life Coaching ajuda a identificar a forma como pensamos. Também apóia no sentido de esclarecer os aspectos do auto-conhecimento que ainda não foram identificados. Esse esclarecimento possibilita escolhas mais adequadas e relevantes aos objetivos e valores, impulsionando sua evolução.

Mentor ou life coaching? Tanto faz. O importante é que você procure o aconselhamento externo para poder continuar crescendo como pessoa e como profissional.

Retenção de talentos

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por Ronaldo Lundgren.

Retenção de talentos

O presente post foi publicado no site Gestão e RH.


Manter profissionais qualificados no quadro de funcionários vem sendo uma preocupação constante para a maioria das empresas. A retenção de talentos está entre as prioridades dos executivos brasileiros e deve ocupar o topo da lista nos próximos três anos.

Retenção de Talentos
Retenção de Talentos

Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte no final do ano passado sobre a visão dos empresários mostrou que 54% dos executivos apontaram esse como o principal desafio de 2012, seguido pela atração de mão de obra qualificada.

Diante desses desafios, os executivos devem manter o foco em planejamentos mais eficientes, no estabelecimento de novas parcerias e nos investimentos em inovação. Essas atitudes vão auxiliar na retenção de talentos, despertando o interesse desses profissionais em integrarem processos inovadores.

A pesquisa, que ouviu CEOs e superintendentes de 456 empresas em todo o Brasil, aponta ainda que, como a disputa por bons profissionais é grande, 66% das empresas entrevistadas pretendem criar um programa intensivo de investimentos de treinamentos. Essa deve ser uma das formas de, além de capacitar, incentivar os principais talentos da organização a permanecerem na empresa.

Passos para a retenção de talentos

Mas será que treinamento e inovação serão suficientes para manter esses profissionais? Talvez as empresas precisem, além de investirem nesses itens, olhar um pouco mais para o ambiente organizacional como um todo. O livro Finding Keepers (Steve Pogorzelski e Jesse Harriott) oferece uma lista com sete passos para retenção de talentos:

1. Torne gerentes e supervisores diretamente responsáveis pela retenção de funcionários, atrelando metas de desempenho (bônus) a indicadores de retenção;

2. Ofereça um ambiente de trabalho que respeite, encoraje e permita o equilíbrio entre vida e trabalho;

3. Crie um plano sucessório efetivo, que facilite a evolução de carreira dos profissionais com alto desempenho;

4. Ofereça ferramentas para medição do engajamento dos funcionários;

5. Foque esforços de retenção nos profissionais mais talentosos e com alto potencial;

6. Crie uma “Experiência de Empregador” que satisfaça os funcionários em múltiplos níveis;

7. Recompense a mobilidade interna, com um sistema que facilite a transferência de funcionários entre departamentos e regiões.

Podemos concluir que qualificar e reter talentos já deixou de ser um diferencial e passou a ser uma característica fundamental e necessária para qualquer empresa que queira sobreviver à concorrência nos tempos atuais. Não há tempo a perder.

Hora de ação

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4 atitudes que indicam falta de liderança

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por Ronaldo Lundgren.


4 atitudes que indicam falta de liderança

Você conhece a história do Imperador Nero? O seu reinado é associado habitualmente à tirania e à extravagância.

É recordado, sobretudo, pela crença generalizada de que, enquanto Roma ardia, ele estaria compondo com a sua lira, sem demonstrar interesse pelo sofrimento da população.

Nero

Em termos de liderança, pode-se aprender com Nero algumas lições do que não se deve fazer. Vejamos 4 atitudes que indicam falta de liderança.

Eliminar pretensas ameaças

“Esse cara tá querendo aparecer. Ele acha que me engana. Com essa historinha de ser pro-ativo, ele quer é o meu lugar.”

Às vezes, por insegurança, o chefe passa a ver sua posição ameaçada por alguns funcionários. Ao invés de colher os frutos de boas sugestões e de uma atitude pro-ativa por parte de seus colaboradores, enxerga um risco onde não existe. Daí, passa a tolher a iniciativa do pessoal, chegando ao extremo de promover o afastamento daqueles que não conseguiu dobrar ao seu modo.

Indiferença

“Não adianta trazer seus problemas pessoais para dentro da empresa. Não interessa se sua filhinha teve que ir ao pediatra outra vez. Não dá pra ficar entendendo sua situação particular.”

É falta grave não ser sensível às dificuldades que os funcionários enfrentam para cumprirem as tarefas. Não ter empatia face a situações vividas pelos colaboradores torna o relacionamento frio, conduzindo toda a equipe a uma postura burocrática e convencional. Pode levar o funcionário a fazer o by pass (procurar resolver seu problema indo diretamente ao escalão superior).

Incitar a discórdia

“Você concorda com fulano que acha que o ambiente na firma está precisando melhorar?”

Chegar para um funcionário, comentando sobre algo que, supostamente,  outro funcionário teria dito, na expectativa de obter informações, por exemplo, sobre o clima organizacional é uma prática que gera discórdia na empresa. Os funcionários conversam entre si. É fácil descobrir se fulano realmente fez esse tipo de comentário.

Desconfiança

“O trânsito na cidade está terrível, né? Eu também quase cheguei atrasado hoje.” 

Quando fala com um funcionário sobre qualquer ocorrência, como: atraso, falta, consulta médica ou doença na família, demonstra entender a situação, procurando tranquilizar o colaborador. Porém, solicita que o funcionário apresente a comprovação, não aceitando a sua palavra como verdade.

Nas empresas com poucos empregados, esse comportamento do chefe compromete o bom ambiente de trabalho. Nas firmas com muitos funcionários, as normas internas são mais formais, não causando tanto impacto no relacionamento chefe/empregado.

Líder! Atenção a essas atitudes

Mesmo o chefe adotando essas atitudes, os efeitos não serão tão devastadores como aqueles que Nero causou. Mas podem prejudicar o ambiente de trabalho, reduzindo a produtividade da empresa. Atenção a eles!

Hora de agir.

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Como saber se você tem potencial para liderar

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por Ronaldo Lundgren.


Como saber se você tem potencial para liderar

Colocar em prática os princípios e técnica da liderança é perfeitamente possível. Liderança não é apenas para aqueles que nascem com as características do líder. Que têm carisma de berço. Como já dissemos em posts anteriores, qualquer pessoa pode aprender como liderar. No entanto, para alguns esse aprendizado é mais fácil, porque elas reúnem certos atributos que facilitam a interação com outros indivíduos. Como saber o seu potencial para liderar?

Gostar de trabalhar com pessoas

Trabalho em Grupo

Um bom líder precisa gostar de trabalhar com outras pessoas. Ele não pode ser daqueles que preferem o isolamento. Que não gostam de se comunicar.

Gosta de ensinar

Gostar de Ensinar

Uma segunda característica diz respeito a gostar de ensinar os liderados. Um bom líder reconhece a necessidade de manter sua equipe preparada para qualquer situação. Então, ao invés de criticar um funcionário que não executou a tarefa como se esperava, ensine-o. Prepare-o. Caso esse mesmo funcionário persista no erro, aí sim você terá razões para adotar outras medidas.

Compartilhar com a equipe

Compartilhar

Não esquecer de que os bons resultados são fruto de trabalho em equipe. Ninguém faz nada sozinho. Não fique com todos os louros. Seja honesto e generoso: compartilhe.

Saber ouvir

Saber Ouvir

Finalmente, saiba ouvir. Não é porque você ocupa um cargo importante que você não tem nada para aprender. Desça do pedestal. Faça como o Imperador César, que mantinha uma pessoa ao seu lado para lembrar-lhe que ele não era infalível. Que muitos elogios não passavam de puxa-saquismo.

Fechamento

Como disse, liderança pode ser aprendida. Conhecer a si mesmo é um dos ensinamentos que faz parte do currículo. Identifique se você possui essas quatro características apresentadas. Naquela que tiver mais dificuldade, procure desenvolvê-la. Faz parte do caminho para o seu sucesso.

A importância da inteligência emocional para a liderança

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por Ronaldo Lundgren.

A importância de inteligência emocional para a liderança

O livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman, chamou a atenção de muita gente aqui no Brasil. Pesquisas científicas demonstraram que o Quociente Emocional (QE) é tão importante quanto o Quociente de Inteligência (QI). Em algumas situações, até mais.

A inteligência emocional é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos. (Goleman, 1998)

Inteligencia Emocional

Em seu ambiente de trabalho, você não está sozinho. Constantemente, é necessário relacionar-se com os colegas. Seja por assuntos de serviço. Seja por problemas pessoais que não ficaram em casa, a interação de uma pessoa com outra ou com o grupo é uma realidade. Você, como líder, não pode deixar de ficar atento a esse ponto.

Pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso. Para a pessoa do líder, essas qualidades são monitoradas de perto pelos demais funcionários.

Pesquisas mostram que a maturidade emocional do líder – particularmente demonstradas pelo auto-conhecimento e pela empatia – tem uma relação direta com a performance financeira da empresa. O estado de espírito do líder contagia toda a equipe. Para cima ou para baixo.

O estado de espírito do líder, bem como seu comportamento, são tão importantes para o resultado da empresa, que a sua principal tarefa é pautar suas ações apoiadas na liderança emocional. Quando falo de principal tarefa, estou me referindo a isso mesmo: principal tarefa. Mais importante do que elaborar estratégias, orçamentos, contratar ou dispensar pessoal.

Responda com sinceridade

Para ajudar o líder a refletir e se programar, alguns autores sugerem 5 perguntas que devem ser respondidas com sinceridade:

  1. quem eu quero ser?;
  2. quem eu sou agora?;
  3. como eu progrido de onde eu estou para onde eu quero chegar?;
  4. como eu faço para consolidar as mudanças que vão acontecer?; e
  5. quem pode me ajudar?

Lembre-se que liderança é a capacidade de influenciar pessoas a atingirem o objetivo comum a todos. Você estando bem, todos ficam bem. A empresa e cada um de vocês só têm a ganhar.

Que tal…

Compartilhar este artigo. Você estará ajudando outras pessoas. Sua inteligência emocional estará agindo.

Coaching – ajuda para a sua caminhada

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por Ronaldo Lundgren.

Coaching – ajuda para a sua caminhada

Parabéns! Você terminou seu curso, aplicou para um emprego e foi contratado. Vai poder colocar em prática anos de aprendizado. Tudo está acontecendo como você imaginava.

No trabalho, depois da fase inicial de interação com os demais colegas, de conhecer um pouco da cultura da empresa e de entender “as manias” do chefe, você vai se sair muito bem. Alguns pequenos erros, que lhe ajudarão a aprender com a prática, são aceitos pela direção. Nada que comprometa.

Precisando de conselhos

Em determinados momentos da sua carreira, você vai sentir a necessidade de buscar conselhos. Orientações que lhe ajudem a progredir. O seu chefe pode lhe ajudar, afinal é uma de suas atribuições orientar os funcionários, de modo a cada um produzir o melhor para a empresa. Porém, suas dúvidas podem ser vistas como fraqueza, insegurança, inveja, ambição desmedida.

Um outro tipo de profissional, o coaching, tem a expertise própria para lhe auxiliar a responder as suas questões. Normalmente, o coaching não pertence aos quadros da empresa, tornando mais fácil o seu relacionamento com os funcionários, estabelecendo um bom grau de confiança.

É bem provável que já tenha ouvido, visto ou até mesmo sido assessorado por um coach, sem se dar conta do serviço que ele estava prestando. Como o coaching pode lhe ajudar? O que é coaching? O que é coach?

Coaching

Coaching é uma atividade que visa orientar pessoas a desenvolverem suas habilidades e melhorarem suas performances. O coaching também ajuda a lidar com situações e desafios que inquietam a pessoa que busca esse tipo de serviço, evitando que esses casos se transformem em grandes problemas. Coach é o profissional que realiza o coaching.

Uma sessão de coaching se desenvolve pela conversa, entre a pessoa e o coach. As questões são apresentadas e discutidas. Pelo diálogo, o coach vai ajudar a pessoa a refletir para encontrar a resposta que procura.Coaching

Para ilustrar, a lista a seguir apresenta certas preocupações que são discutidas durante uma sessão de coaching:

  • administração do tempo;
  • passos a seguir na carreira;
  • como reduzir o stress no trabalho e na vida particular;
  • como obter um equilíbrio entre trabalho e vida privada;
  • competências necessárias para progressão na carreira; e
  • como melhorar o relacionamento interpessoal.

Algumas organizações contratam os serviços de coaching visando corrigir alguma coisa que não está bem, segundo a avaliação da direção. Outras organizações encaram os serviços de coaching de forma positiva, que podem ajudar os funcionários a atingirem seus objetivos.

Coach não é conselheiro, psicoterapeuta, professor ou guru, embora as técnicas desses profissionais possam ser utilizadas nas sessões de coaching. O serviço é oferecido por profissionais bem qualificados e com larga experiência angariada ao longo dos anos.

A sessão de coaching se reveste de um elevado grau de confidencialidade. Isso assegura liberdade e confiança para a pessoa expor seus questionamentos e seus pensamentos sem o receio de vir ser julgada. O trabalho do coach é ouvir e fazer perguntas para ajudar a pessoa a chegar às próprias conclusões.

Agora, é com você…

Quando chegar o seu momento, não se acanhe em buscar a ajuda de um profissional para melhorar sua carreira. É bom para você. É bom para os seus companheiros. É bom para sua família. É bom para sua empresa.