Pensamento adaptativo: a Mecânica Mental para o Alto Desempenho

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Pensamento Adaptativo: a Mecânica Mental para o Alto Desempenho

Ou, como pensar como um piloto de Top Gun

de Nick Wignall(*)

Pensamento Adaptativo: a Mecânica Mental para o Alto Desempenho

Foto de Cibi Chakravarthi

Em 1968, no auge da Guerra do Vietnã, os pilotos de caça da Marinha dos EUA começaram a perder terreno para os pilotos norte-vietnamitas.

Durante os anos anteriores, os americanos haviam abatido cerca de duas aeronaves norte-vietnamitas por cada uma que perderam. Mas nos primeiros meses de 1968, a proporção caiu para 1: 1.

Este foi o ímpeto para a criação da famosa escola Top Gun. Os melhores pilotos de caça da Marinha dos EUA treinaram para voar e lutar como pilotos inimigos. Também serviram como instrutores para novos pilotos de caça.

Os resultados do programa de treinamento Top Gun foram impressionantes. No início dos anos 70, os pilotos americanos estavam abatendo pouco mais de 12 aeronaves inimigas para cada uma que eles perderam. Uma relação extremamente melhorada de 12: 1.

Criticamente, o sucesso do programa de treinamento Top Gun está na aplicação dos princípios da Prática Deliberada. Especialmente, uma abordagem específica para os aspectos mentais do alto desempenho chamado Pensamento Adaptativo.

Como o pensamento adaptativo leva ao alto desempenho

Segundo o psicólogo e pesquisador Anders Ericsson, o Pensamento Adaptativo envolve a capacidade de

“reconhecer situações inesperadas, rapidamente considerar várias respostas possíveis e decidir sobre a melhor resposta”.

Como você pode ver, essa habilidade é fundamental para o desempenho de alto risco, como pilotos de caça em um duelo aéreo.

Embora a maioria das pessoas com níveis adequados de habilidade e competência possa ter bom desempenho em circunstâncias de rotina, é a capacidade de atuar em alto nível em situações imprevisíveis ou estressantes que separam os profissionais verdadeiramente especializados.

Pense no neurocirurgião que pode se adaptar rapidamente a um inesperado sangramento cerebral no meio de um procedimento.

Ou o advogado que pode modificar seus argumentos e estratégias diante de evidências ou depoimentos inesperados num tribunal.

A capacidade de ter um bom desempenho nos níveis mais altos requer a habilidade não apenas de pensar bem, mas de pensar de maneira flexível e rápida.

Em outras palavras, pensar de forma adaptativa.

Algumas pesquisas sobre como os profissionais de alto desempenho trabalham identificaram três componentes principais do Pensamento Adaptativo:

  • Planejamento eficaz
  • Monitoramento cuidadoso do progresso
  • Capacidade de mudar, de forma flexível, o pensamento e o comportamento para acomodar mudanças circunstanciais

A seguir, serão apresentados três exercícios específicos para melhorar o Pensamento Adaptativo e reforçar seu desempenho em qualquer área.

Como melhorar seu pensamento adaptativo

O Pensamento Adaptativo não é apenas para pilotos de combate e neurocirurgiões.

Qualquer pessoa pode aprender a aproveitar o poder do Pensamento Adaptativo. E assim, melhorar seu desempenho na área que considere importante.

Se você quer se tornar mais proficiente em tocar guitarra, fechar uma venda, investir em startups ou se comunicar com seu cônjuge, exercitar suas habilidades de Pensamento Adaptativo irá ajudá-lo a ir de simplesmente bom para a excelência.

Cada um desses exercícios é baseado em um dos três ingredientes do Pensamento Adaptativo – Planejamento, Monitoramento e Flexibilidade Cognitiva.

Se você praticá-los de forma consistente, estará no caminho certo para melhorar o desempenho.

1. Estabelecer uma rotina de visualização negativa

Os exercícios de visualização e de imaginação guiada são um componente essencial para o treinamento de esquemas de alto desempenho. Especialmente para atletas.

A prática básica é imaginar e ensaiar o desempenho desejado com o máximo de detalhes possível antes de você realmente tentar. Procure trazer tantos detalhes sensoriais quanto possível.

Um dos principais benefícios das práticas de visualização positiva é que elas solidificam e esclarecem suas representações mentais da habilidade desejada.

Ter uma imagem mental detalhada e nítida de como seu desempenho deve ser ajuda a perceber quando você está se desviando, permitindo ajustes mais rapidamente.

Enquanto esses exercícios de visualização positiva são poderosos, também há lugar para a Visualização Negativa. Ou seja, visualizar possíveis obstáculos ou contratempos que possam surgir durante uma atividade.

Uma rotina de visualização negativa tem duas partes:

Gere uma lista de possíveis obstáculos ou contratempos imprevistos que podem ocorrer durante o desempenho.

Pratique a visualização e ensaie o desempenho em sua mente. Durante cada sessão de prática, trabalhe em um dos obstáculos. Visualize como pode se sentir em resposta a ele e qual reação você faria.

Suponha que você esteja se visualizando fazendo uma apresentação importante.

Embora você queira ter uma imagem de seu desempenho ideal, também é vantajoso antecipar potenciais obstáculos como perguntas incomuns, comentários desafiadores, dificuldades técnicas, etc.

Isso não apenas ajudará você a permanecer calmo e focado se um desses  obstáculos surgirem, mas também terá antecipado uma solução.

Para começar a usar uma Visualização Negativa, comece por adquirir o hábito de fazer exercícios antes de atividades mais simples.

Por exemplo, se o objetivo for estabelecer uma rotina de Visualização Negativa para aumentar o desempenho durante reuniões de vendas com clientes em potencial, comece estabelecendo a rotina antes das reuniões semanais com seu supervisor ou gerente.

2. Deep Work Sprint – Trabalho Profundo para Melhorar Sua Capacidade de Foco

O segundo ingrediente do Pensamento Adaptativo é a capacidade de monitorar cuidadosamente seu progresso durante uma atividade.

Esta habilidade depende em parte do desenvolvimento de boas representações mentais do desempenho desejado, como discutimos acima.

Porém, a parte mais importante do monitoramento do seu desempenho é a capacidade de se concentrar com atenção total.

Como as tarefas de alto desempenho são tão exigentes cognitivamente, há pouco espaço mental de sobra. Isto é, seu desempenho é especialmente vulnerável à distração.

Sem habilidade para focar e se concentrar por longos períodos de tempo, é quase impossível realizar a tarefa e, simultaneamente, monitorar seu desempenho.

A melhor maneira de cultivar essa habilidade para ter um foco intenso e sustentado é o Trabalho Profundo.

Deep work

O Deep Work é uma ideia desenvolvida por Cal Newport. Ela é definida como

“Atividades profissionais realizadas em um estado de concentração livre de distrações que levam suas capacidades cognitivas ao limite”.

A frase chave é empurrar suas capacidades cognitivas ao seu limite.

A fim de realmente melhorar sua capacidade de concentração, você deve trabalhar em um nível suficientemente alto para que suas habilidades de atenção sejam realmente desafiadas e forçadas a crescer e se adaptar a um nível mais alto de realização.

Para fazer isso, recomendo começar com o que chamo de Deep Work Sprints. Exercícios curtos no Deep Work realizados frequentemente.

Como um exemplo, vejamos como melhorar sua capacidade de falar em público.

Para fazer isso de forma eficaz, você deve desenvolver a capacidade de concentração.

Assim, pratique fazendo pequenas partes de uma apresentação com a máxima atenção por curtos períodos de tempo.

Você pode, por exemplo, treinar com dois ou três slides da sua apresentação e tentar manter todo o seu foco na sua capacidade de fazer uma transição suave entre eles. É preferível escolher uma atividade relativamente breve porque, no início, sua capacidade de foco não estará bem desenvolvida.

Repita este “sprint” até que não seja mais difícil manter seu foco por tanto tempo. Em seguida, escolha outra seção da apresentação que seja um pouco mais longa e pratique Deep Work Sprints com ela.

Dessa forma, você aumentará sua capacidade de manter altos níveis de foco e concentração. O que será fundamental para a capacidade de monitorar seu próprio desempenho e fazer ajustes conforme necessário.

3. Exercite seu músculo pensador divergente

O terceiro e último ingrediente do Pensamento Adaptativo é a capacidade de mudar de maneira flexível o seu pensamento e comportamento para acomodar mudanças inesperadas em seu ambiente.

Infelizmente, a maioria de nós não foi treinada para fazer isso.

Ao longo de décadas de escola e treinamento profissionalizante, a maioria de nós é ensinada a pensar de uma forma específica chamada Pensamento Convergente. Isso significa pegar um problema por vez e descobrir qual é a solução correta:

  • Resumir um livro para o professor
  • Resolver uma equação diferencial em cálculo
  • Obter um novo cliente para o seu produto

Todos esses são exemplos de pensamento direcionados para uma resposta ou resultados únicos. Embora essa habilidade seja importante, muitas vezes esquecemos de seu gêmeo, o Pensamento Divergente.

O que é pensamento divergente

Pensamento divergente é a capacidade mental que sustenta a criatividade.

Envolve a geração de várias soluções ou possibilidades com base em um único ponto de dados ou ideia:

  • Esboçando ideias de como estruturar um ensaio ou livro
  • Inventando um novo dispositivo para melhorar o fluxo sanguíneo e reduzir a placa bacteriana nos vasos sanguíneos
  • Compor uma nova música

É claro, todos nós usamos o Pensamento Divergente até certo ponto. Mas para a maioria, é uma habilidade bem menos desenvolvida.

Esta capacidade mental permite nossa rápida adaptação a mudanças inesperadas durante uma atividade, que é a marca do Pensamento Adaptativo:

+ Como você responde durante uma venda quando um cliente menciona um problema que você não considerou?

+ Como a principal questão do argumento de um advogado muda, dada uma evidência inesperada?

Para desenvolver nossa capacidade de Pensamento Divergente, há vários exercícios e rotinas que considero úteis:

O exercício muitos usos. Essa tarefa envolve usar objetos comuns de maneiras diferentes, pensando “fora da caixa”.

10 novas ideias. Com base no livro “Como se tornar uma máquina de ideias”, de James Altucher, esse exercício cria o hábito de gerar novas ideias diariamente.

Manchetes diárias. Um exercício fascinante para flexionar simultaneamente as habilidades de Pensamento Divergente e Convergente.

Criticando artigos. Essa técnica envolve a construção do hábito de criticar artigos que você lê e gerar linhas alternativas de argumentação ou contra-argumentação.

Automático para pensamentos alternativos. Este exercício é especificamente útil para criar flexibilidade na maneira como pensamos e falamos conosco, isto é, aprendendo a mudar nossa conversa interior.

Resumo e conclusão

O Pensamento Adaptativo é a capacidade de

“reconhecer situações inesperadas, considerar rapidamente várias respostas possíveis e decidir sobre a melhor”.

É uma capacidade essencial para ter alto nível de rendimento.

Existem três componentes para o Pensamento Adaptativo que podem ser cultivados individualmente:

  • Planejamento eficaz
  • Monitoramento cuidadoso do desempenho
  • A capacidade de mudar de forma flexível o pensamento e o comportamento para acomodar mudanças circunstanciais

Você pode melhorar sua capacidade de atuar nos níveis mais altos de qualquer atividade, treinando o Pensamento Adaptativo.

A melhor maneira de fazer isso é segmentar cada um de seus subcomponentes com exercícios personalizados.

Três exercício estão neste artigo:

  1. Visualização Negativa
  2. Sprints de Trabalho Profundo
  3. Pensamento divergente

Referência(s)

Nick Wignall – Adaptive Thinking: The Mental Mechanics of High-Performers

Técnicas para capturar a atenção das pessoas

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Técnicas para capturar a atenção das pessoas

técnicas para capturar a atenção das pessoas

Nota do editor: O texto é um capítulo extraído de “Influenciando o Comportamento Humano” (1925), de H. Overstreet. Foi condensado do original.

A pessoa que consegue capturar e prender a atenção pode efetivamente influenciar o comportamento humano.

Se alguém perguntar: o que é um fracasso na vida?

Uma resposta simplificada: é uma pessoa sem influência. Aquela a quem ninguém dá atenção. É…

  • o inventor que não consegue convencer ninguém do valor de seu dispositivo;
  • o comerciante que não consegue atrair clientes suficientes para sua loja;
  • o professor cujos alunos assobiam ou pregam peças enquanto ele tenta capturar a atenção;
  • o poeta que escreve resmas de versos que ninguém vai aceitar.

A técnica cinética

Como alguém captura a atenção de outra pessoa?

Há uma série de considerações básicas.

Em primeiro lugar, suponha que alguém tente manter a atenção fixa em um ponto na parede.

É completamente impossível. Os olhos insistem em vagar. De fato, se a atenção é mantida por muito tempo, há toda a probabilidade de alguém induzir em si mesmo um estado de hipnose. Você transfere sua mente acordada para um estado de dormência.

Em outras palavras, deve haver movimento se quisermos manter a atenção por muito tempo.

Portanto, se alguém deseja capturar e prender a atenção de outra pessoa, ele deve ter certeza de que o que ele oferece por meio de estímulos se move.

Podemos chamar isso de exigência cinética – talvez o mais fundamental de todos os requisitos.

Alguém pela rua e se depara com uma multidão reunida em uma vitrine. Por certo, algo está acontecendo lá.

É uma curiosidade primitiva em nós, que responde instantaneamente a uma mudança de condição – o farfalhar de uma folha, a queda de um galho.

“O que está acontecendo?” Ou “O que vai acontecer?”

Se alguém pode colocar qualquer uma dessas perguntas nas mentes das pessoas – estudantes ou potenciais clientes, ou eleitores, etc. -, ele irá capturar a atenção.

É por essa razão que uma história prende nossa atenção.

A história se move. Algo está acontecendo. E desejamos saber o resultado. A história não é apenas um movimento desconexo. É o movimento em direção a um destino. Isso nos leva junto.

A técnica da perseguição

Vamos repetir. Não é o mero movimento que capta e prende a atenção.

É um movimento dramático.

É um movimento em direção a algo; mas também é o movimento que não pode ser previsto em todos os seus detalhes.

O movimento que podemos prever logo nos entedia.

Em frente a um dos salões de dança de Nova York, há uma figura elétrica de um homem e uma mulher fazendo seus passos de dança.

Os movimentos são sempre iguais. A luz se encaixa e se abre de maneira idêntica. Torna-se monótono. Apenas um idiota poderia continuar a ficar fascinado com aquele sinal.

Seja imprevisível

A imprevisibilidade, então, é um dos principais ingredientes da atratividade – na história, no ensaio, no drama, nos seres humanos.

Aquela pessoa que costuma ser previsível – a esposa que sempre usa as mesmas frases; o marido que conta as mesmas histórias – é chata.

Uma personalidade atraente consegue “manter as pessoas adivinhando”.

Nós temos o instinto de caçador arraigado em nós. Nós amamos estar atrás de uma presa.

Aquele que apresenta uma idéia, portanto, deve apresentá-la como uma presa, se quiser capturar seu público.

Apenas apresentar a ideia é muito pouco. Aí reside a fraqueza de muitos palestrantes. Ele conta as coisas, uma após a outra. Depois de um tempo, a audiência cansa e… vai dormir. Ela não persegue ideias.

Grande parte da fraqueza de nossos métodos educacionais está na ausência da técnica de “perseguição”.

Os alunos têm muito para aprender. Eles aprendem, mas sob protesto e com a cabeça nas nuvens. As escolas mais progressistas utilizam, cada vez mais, a técnica da “perseguição”.

O aluno é induzido a agarrar uma presa, sozinho ou com um grupo de seus companheiros.

Uma lição, então, não é algo a ser aprendido. É algo para ser capturado.

Onde tal método é empregado, não há dificuldade em garantir a atenção dos estudantes.

Podemos usar o método de Dalton como exemplo, onde uma tarefa de uma semana é dada a cada criança, e onde a criança é autorizada a aceitar o trabalho em qualquer ordem ou maneira que ele queira.

Certa vez perguntei a uma pequena inglesa como ela gostava do método. “Tudo bem”, ela disse. “Você pode imaginar as coisas por si mesmo quando está sozinho”. A perseguição! Quando alguém se senta entre aquelas crianças, não se vê falta de atenção. Há, de fato, uma concentração que é totalmente emocionante!

Vibração Gera Vibração

Mas não é suficiente chamar a atenção. Um barulhento pode fazer isso.

Que tipo de atenção queremos atrair?

Nossas mentes são como cordas vibrantes.

Se a corda A do meu violino estiver configurada para vibrar, ela ativará as vibrações de A no meu piano, por exemplo. Ou seja, a vibração contagia. Se alguém chega a uma plateia com melancolia no rosto, dificilmente se pode esperar uma reação agradável.

Vibração gera vibração.

É muito importante, portanto, que a pessoa que deseja influenciar os outros se pergunte de que maneira ela está influenciando inconscientemente a si mesma – por sua aparência, por sua voz, seus modos, sua atitude.

Pois, em grande parte, nós influenciamos por maneiras muito mais sutis do que suspeitamos.

  • Nós apertamos as mãos; e instantaneamente somos condenados. Demasiado flácido!
  • Nós falamos com uma voz rouca e irritada; e nosso ouvinte está no limite para nos tirar da sala.
  • Nós fazemos uma abordagem tímida; e despertamos o egoísmo mesquinho em quem nos ouve.
  • Prosseguimos com franqueza e alegria; e temos uma franca alegria em troca.

Não há nada, aparentemente, que pais e professores precisem mais profundamente ouvir.

Pais e professores têm essa vantagem sobre os homens de negócios: suas perspectivas estão completamente a sua mercê.

Se os pais tivessem que ganhar seus filhos; se estivessem em perigo de perder seu “cliente”, deveriam melhorar nos lares, no tom de voz e nos modos usados ​​com os filhos.

Pau que nasce torto…

Não há lugares nesta terra onde técnicas mais miseráveis ​​são usadas para influenciar o comportamento humano. Se “pau que nasce torto, morre torto”, há uma grande responsabilidade naquilo que acontece dentro da casa.

Mas também, ao que acontece na escola. Professores insatisfeitos, irritadiços, dominadores, injustos – trazem para as crianças qualidades que não precisamos em nossa vida social.

Nós captamos a atenção pelo que somos. Que tipo de atenção queremos capturar? Interesse, aprovação franca, entusiasmo? Então deve haver em nós as qualidades que provocam essas respostas.

Podemos chamar isso de técnica homogênea.

Se desejamos um tipo de atenção, e obtemos outra, é provavelmente devido ao fato de não termos dado nenhuma atenção àquelas qualidades em nós que sutilmente despertam em nossa audiência as próprias respostas – as respostas desafortunadas – que são semelhantes às nossas próprias maneira e atitude.

Técnica de resposta sim

Um vendedor toca a campainha. A porta é aberta por uma desconfiada senhora da casa. O vendedor pergunta:

“Você não gostaria de comprar uma História do Mundo ilustrada?” E a senhora bate a porta.

Vender de casa em casa talvez seja uma das profissões mais ingratas para um vendedor. No entanto, há uma lição psicológica.

Uma resposta “não” é a desvantagem mais difícil de superar.

Quando uma pessoa disser “não”, todo o seu orgulho exige que permaneça consistente consigo mesmo.

Por isso, é da maior importância abordarmos uma pessoa na direção afirmativa. Por exemplo:

Um outro vendedor toca a campainha. Uma senhora da casa igualmente desconfiada se abre. O vendedor pergunta:

      • “É a Sra. Armstrong?”
      • A senhora – “Sim”
      • “Eu entendo, Sra. Armstrong, que você tem vários filhos na escola.”
      • Senhora – “Sim”
      • “Isso sempre requer muito trabalho com livros de referência, não é? Procurar coisas, e assim por diante? E é claro que não queremos que nossas crianças corram para a biblioteca todas as noites. . . melhor para eles ter todos esses materiais em casa. ”Etc., etc.

Nós não garantimos a venda. Mas esse segundo vendedor está destinado a ir longe!

Ele captou o segredo de obter, no início, várias “respostas sim”. Assim, ele definiu os processos psicológicos de seu ouvinte movendo-se na direção afirmativa.

Padrões psicológicos

É como o movimento de uma bola de bilhar. Impulsione-o em uma direção e é preciso um pouco de força para desviá-lo; muito mais força para enviá-lo de volta na direção oposta.

Os padrões psicológicos aqui são bem claros.

Quando uma pessoa diz “não” e realmente significa isso, ele está fazendo muito mais do que dizer uma palavra de três letras.

Seu organismo inteiro – glandular, nervoso, musculoso – reúne-se em uma condição de rejeição. Há uma retirada física ou prontidão para a retirada. Todo o sistema muscular, em suma, colocou-se em guarda contra a aceitação.

Onde, ao contrário, uma pessoa diz “sim”, nenhuma das atividades de retirada ocorre. O organismo está numa atitude receptiva e aberta. Quanto mais “Sim” pudermos induzir, mais provavelmente conseguiremos captar a atenção para nossa proposta final.

É uma técnica muito simples. Embora ainda negligenciada!

Faça um teste: faça alguém dizer “não” no início de uma conversa. Depois, veja que será preciso que a sabedoria e a paciência dos anjos transformem essa negativa em uma afirmação positiva.

Respeite os limites de atenção

Imaginemos uma pequena mercearia. É comum vermos um excesso de coisas à venda: suas janelas estão repletas de todos os tipos de placas. Vendas especiais disso; tantas dúzia daquilo; melhor marca disso.

O proprietário não aprendeu o princípio mais elementar da arte dos negócios. Para capturar o público é preciso chamar a atenção para um foco.

O artista – seja pintor ou músico ou ator – sabe disso. Uma imagem não pode ter apenas uma variedade de coisas bonitas nela. Deve capturar o olhar e conduzi-lo a um ponto. Em suma, deve haver um elemento dominante na composição.

Ofereça atenção demais e não receba nada, como a fábula de Esopo nos ensina:

O macaco e as nozes

Um macaco tentou pegar um punhado de nozes de uma garrafa de gargalo pequeno.
Mas ele pegou um punhado grande demais e não conseguiu tirar a mão da garrafa.
Para livrar sua mão, ele teve que largar algumas nozes.

A tentativa de atrair muita atenção do público muitas vezes faz com que “um macaco” perca uma boa oportunidade.

Um layout é feito de uma página simples, forte e eficaz. Mas o presidente quer outra linha de exibição. O gerente de produção quer a marca maior. O secretário quer o pacote. O gerente de vendas quer que um parágrafo seja endereçado aos revendedores. O gerente de publicidade acha que o slogan deve estar no topo do anúncio. O tesoureiro insiste em espaço menor e os gerentes das filiais querem os endereços de todas as filiais.

Tudo muito bom. Apenas o gargalo da garrafa é tão grande quanto o interesse do público – e não maior.

Para tirar a sua mão, para levar o público a olhar e absorver qualquer anúncio, você deve deixar algumas nozes pra trás.

Observe as pessoas

Procure observar até que ponto essas técnicas são utilizadas em palestras, sermões, escritos, aulas, métodos de venda, etc.

É muito importante que alguém se acostume a esse tipo de observação psicológica. É quase tão bom quanto observar a si mesmo.

Observando um conferencista, escritor, professor, vendedor, pode-se perguntar:

Técnica cinética

  • A apresentação se move?
  • Eu sinto que estou sendo levado junto?
  • Estou sendo embalado em sonolência porque aparentemente nada está acontecendo?

Técnica da perseguição

  • Está se movendo em direção a algo?
  • A minha expectativa é intensamente despertada?
  • Eu estou todos em “dificuldades” para saber qual será o resultado?
  • Ou eu já vejo o final no começo?
  • A história toda foi dada?
  • Há muita repetição?
  • Ou um sem rumo andando em círculos?

Vibração gera vibração

  • Estou fortemente irritado com algo da maneira ou atitude do orador ou escritor ou vendedor?
  • Sua própria falta de entusiasmo me deixa frio?
  • Será que sua jactância desperta meu antagonismo?
  • Ele está flácido?
  • Ele é insincero?

Técnica de resposta sim

  • A primeira resposta evocou uma negativa?
  • Estou sendo esfregado do jeito errado?
  • Ou é a primeira pessoa a ganhar a minha aprovação, levando-me através de sucessivas afirmações para um acordo final com o seu ponto principal?

Respeite os limites de atenção

  • Estou sendo inundado com fatos?
  • Meus ouvidos zumbem com detalhes sem fim?
  • Eu me sinto como um bebê perdido na floresta?
  • Ou um ponto dominante se destaca tão claramente que eu não o esquecerei?

Procure por esses tópicos simples. Há revelações reservadas para o observador alerta!

Referência(s)

Brett & Kate McKay – 7 Techniques for Capturing People’s Attention.

Três hábitos simples para aprimorar seu pensamento crítico

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Três hábitos simples para aprimorar seu pensamento crítico

por Helen Lee Bouygues.

hábitos simples para aprimorar seu pensamento crítico

Por mais de 20 anos ajudei empresas em dificuldades.

Às vezes elas me procuram por terem sido mal administradas. Outras, por não terem acompanhado as mudanças tecnológicas. Em alguns casos, os membros do alto escalão foram simplesmente negligentes.

Contudo, na minha experiência, esses problemas empresariais tinham uma causa fundamental em comum: a falta de pensamento crítico.

Muitos líderes empresariais simplesmente não têm se detido nas questões mais urgentes, dedicando tempo para avaliar um tema de todos os ângulos.

Eles muitas vezes saltam para a primeira conclusão, sejam quais forem os indícios.

Ainda pior, os líderes do C-level escolherão apenas os indícios que apoiem suas crenças a priori.

A falta de metacognição — ou pensar sobre o pensamento — também é um grande motivador, levando as pessoas a terem excesso de confiança.

É possível aprender

A boa notícia é que o pensamento crítico é uma habilidade que pode ser aprendida.

Para ajudar as pessoas a melhorar, recentemente fundei a organização sem fins lucrativos Reboot Foundation.

Com base em minha experiência pessoal, e a partir do trabalho de nossos pesquisadores, reuni três dicas simples que você pode seguir para melhorar suas habilidades de pensamento crítico:

  1. Questione os pressupostos
  2. Pondere de forma lógica
  3. Diversifique o pensamento

No entanto, você pode estar pensando: “Eu já faço isso“.

E provavelmente está correto, mas não da forma mais calculada e completa possível.

Cultivar esses três hábitos mentais fundamentais ajuda muito a aprimorar essa habilidade cada vez mais desejada no mercado de trabalho.

Questione os pressupostos

Quando trabalho para transformar uma organização, começo a questionar os pressupostos da empresa.

Certa vez, visitei dezenas de lojas de uma cadeia de varejo, fingindo ser uma consumidora. Logo descobri que a empresa havia pressuposto que seus clientes tinham muito mais renda disponível do que realmente possuíam.

Essa crença errônea levou a empresa cobrar caro demais por suas roupas. Ela teria lucrado milhões a mais a cada ano se tivesse vendido camisas e calças a preços mais acessíveis.

Claro, é difícil questionar tudo.

Imagine passar o dia se perguntando: o céu é realmente azul? E se a pessoa ao meu lado não for minha colega, mas sua irmã gêmea? Como posso saber que a economia não vai implodir amanhã?

O primeiro passo para questionar pressupostos, então, é descobrir quando questioná-los. Uma postura questionadora é particularmente útil quando os riscos são altos.

Se você estiver em uma discussão sobre uma estratégia de longo prazo da empresa na qual anos de esforços e despesas serão investidos, não deixe de fazer perguntas básicas sobre suas convicções:

  • Como você sabe que os negócios vão crescer?
  • O que as pesquisas dizem sobre suas expectativas em relação ao futuro do mercado?
  • Você dedicou tempo suficiente para se colocar no lugar dos seus clientes como um “cliente oculto”?

Outra forma de questionar seus pressupostos é considerar alternativas.

Você pode se perguntar: e se nossos clientes mudarem? E se nossos fornecedores falirem? Esse tipo de pergunta pode oferecer novas e importantes perspectivas que lhe ajudam a aprimorar seu raciocínio.

Pondere de forma lógica

Anos atrás, assumi a tarefa de recuperar a divisão de uma grande empresa de lingerie.

O crescimento de uma de suas principais linhas de produtos vinha declinando há anos. Ninguém conseguia descobrir o porquê.

Descobrimos que a empresa havia cometido o erro de raciocínio da generalização excessiva, chegando a uma conclusão abrangente baseada em evidências limitadas ou insuficientes.

Ou seja, a empresa acreditava que todos os seus clientes internacionais tinham preferências semelhantes. Por isso, enviava os mesmos modelos de sutiãs para todas as lojas da Europa.

Quando minha equipe começou a conversar com colaboradores e consumidores, percebeu que clientes em diferentes países relataram gostos e preferências bastante distintas.

As inglesas, por exemplo, tinham a tendência a comprar sutiãs rendados de cores vivas. As italianas preferiam sutiãs bege, sem renda. E as norte-americanas eram as consumidoras líderes mundiais de sutiãs esportivos.

Para essa empresa de lingerie, aprimorar o raciocínio ajudou a melhorar substancialmente sua receita.

A boa notícia é que a prática formal da lógica remonta há pelo menos dois mil anos, a Aristóteles. Ao longo desses dois milênios, a lógica demonstrou seu mérito ao chegar a conclusões sólidas.

Então, na sua empresa, preste muita atenção à “cadeia” lógica construída por um argumento particular.

Pergunte-se: o argumento é apoiado em todos os pontos pelas evidências? Todas as evidências, individualmente, sustentam-se mutuamente para resultar em uma conclusão sólida?

Ter consciência de falácias comuns também pode levar você a pensar de forma mais lógica.

Por exemplo, as pessoas frequentemente se envolvem no que é conhecido como pensamento post hoc. Nessa falácia, as pessoas acreditam que “porque o evento Y seguiu o evento X, o evento Y deve ter sido causado pelo evento X”.

Assim, por exemplo, um gestor pode acreditar que seus vendedores acumulam mais vendas na primavera porque foram estimulados pelos discursos motivacionais proferidos na conferência anual de vendas em fevereiro — mas até que esse pressuposto seja testado, não há como o gestor saber se sua hipótese está correta.

Busque a diversidade de pensamento e colaboração

Durante anos, fui a única sócia mulher na equipe de transformação da McKinsey. E hoje, por mais que eu atue em diversos conselhos corporativos, normalmente sou a única asiática e a única representante do sexo feminino nas reuniões.

Em virtude da minha trajetória e das minhas experiências de vida, costumo ver as coisas de maneira diferente das pessoas ao meu redor. Isso muitas vezes jogou a meu favor.

No entanto, também não sou imune à identidade de grupo.

Quando estou rodeada de pessoas semelhantes a mim por qualquer motivo — idade, orientação política ou religião — procuro obter diferentes pontos de vista, o que aprimora meu pensamento.

É natural que as pessoas se agrupem com outras que pensam ou agem da mesma maneira.

Isso acontece especialmente na internet, onde é fácil encontrar um nicho cultural específico. Os algoritmos das mídias sociais podem restringir ainda mais nossas perspectivas, mostrando apenas notícias que se ajustam às nossas crenças individuais.

E isso é um problema.

Se todas as pessoas dos nossos círculos sociais pensam como nós, tornamo-nos mais rígidos em nosso pensamento e menos propensos a mudar nossas crenças com base em novas informações.

Na verdade, as pesquisas mostram que, quanto mais as pessoas ouvem outras que compartilham pontos de vista como os seus, mais polarizadas se tornam suas opiniões.

É fundamental sair da sua bolha pessoal. Vá aos poucos.

Se você trabalha com contabilidade, faça amizade com pessoas do marketing. Se você sempre for almoçar com a equipe sênior, vá a um jogo de futebol com colegas de outro escalão.

Treinar-se dessa maneira ajudará a fugir do seu pensamento habitual e obter percepções mais ricas.

Em contextos de equipe, dê às pessoas a oportunidade de expressar suas opiniões de forma independente, sem a influência do grupo.

Quando peço conselhos, por exemplo, normalmente omito minhas próprias preferências e peço aos membros da equipe que me enviem suas opiniões em notas separadas. Essa tática ajuda a impedir que as pessoas caiam presas do pensamento de grupo.

Considerações finais

Embora essas táticas simples possam parecer fáceis – ou mesmo óbvias – elas são raras na prática, particularmente no mundo dos negócios, e muitas empresas não dedicam tempo para se envolver em formas robustas de raciocínio.

No entanto, o importante trabalho do pensamento crítico compensa.

Embora a sorte desempenhe um papel — ora menor, ora maior — nos êxitos de uma empresa, as vitórias mais importantes nos negócios são obtidas pensando-se de maneira inteligente.

Se gostou dos 3 hábitos simples para aprimorar seu pensamento crítico, compartilhe. Deixe seu comentário.

Referência(s)


Helen Lee Bouygues é presidente da Reboot Foundation, sediada em Paris. Ex-sócia da McKinsey & Company, atuou como CEO, CFO e COO interina em mais de uma dezena de empresas .

Se você se sentir preso na vida [5 DICAS PARA ESCAPAR]

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O que você pode fazer se você se sentir preso na vida e não sabe como agir

5 maneiras de se soltar rapidamente.

por Tim Denning.

Se você se sentir preso na vida

As pessoas que se sentem presas são mais comuns do que você pensa.

Constantemente, eu vejo comentários e mensagens on-line de pessoas que relatam estarem presas. Pedindo ajuda.

A verdade é que, por mais bem sucedidos que possamos ser, em algum momento nós também ficaremos presos.

Houve vários momentos na minha vida em que me senti preso.

Dois desses momentos aconteceram quando tentei mudar minha carreira. Experimentei imensa rejeição ao tentar fazê-lo.

Eu também lembro vividamente de sentir-me preso quando terminei a escola e não sabia o que fazer, o que me levou a ser um empreendedor.

E o tempo que me senti mais preso do que nunca foi quando estava sofrendo de uma doença invisível. Só mais tarde descobri que era ansiedade. Eu não tinha ideia de como me recuperar.

Eu fiz a escolha errada, inicialmente, e mantive isso comigo.

Sentir-se preso é garantido. Se ainda não ocorreu com você, aproveite para se preparar.

O fato é que a sensação vem durante diferentes estações de sua vida. Muitas vezes quando você menos espera.

Então, se você se sentir preso na vida, o que você pode fazer?

1. Veja a sua situação pelo o que ela é

A maneira como você percebe sua vida durante os momentos em que se sente preso terá muito a ver com a rapidez com que você pode se recuperar.

Se você cair na armadilha da autopiedade – ou pior ainda, depressão – o tempo que levará para juntar suas coisas vai demorar muito mais.

Perceba que sua situação é semelhante a de todos os outros. Você não é a primeira pessoa no mundo a ficar preso e não será a última.

Se você se sentir preso na vida

(Crédito de imagem: Dollar Shave Club)

O que você está passando é normal e isso acontecerá novamente mais tarde na vida.

No meu caso, senti-me preso no ano passado e depois, neste ano, cheguei à mesma posição novamente.

Eu escolhi ligar a ideia de ficar preso a grandes mudanças, um grande retorno e uma chance de me reinventar.

A parte mais estranha é que depois de ler uma biografia sobre Tiger Woods e ver seu recente retorno, decidi vincular a fase de reconstrução à sua própria linha do tempo.

Tiger é uma pessoa que eu nunca encontrei e que me ajudou a ver como ficar livre quando as probabilidades estão contra você.

A mesma oportunidade existe para você.

2. Receba alguns conselhos externos de alguém que conhece você

Muito do que é ser libertado acontece na sua cabeça e o padrão é repetido várias vezes.

Obter alguns conselhos de alguém que o conhece bem vai muito lhe ajudar.

Diga a essa pessoa que você está se sentindo preso e peça a ela um conselho baseado no que ela sabe sobre você.

Eu fiz isso outro dia.

E um mentor quebrou meu padrão, dizendo-me três coisas que outras pessoas disseram sobre mim que me provaram que eu poderia me reinventar.

As pessoas que o conhecem bem provavelmente serão capazes de identificar momentos em que você ficou preso antes e perceberão coisas que você pode não perceber.

Também percebi que as pessoas que conhecem você também ligam para você. O que é útil.

3. Fale com alguém que você admira

Pergunte a eles o que eles fizeram quando estavam presos na vida.

As pessoas adoram compartilhar suas histórias e você pode encontrar a resposta para seus desafios na história de outra pessoa.

Ter novas pessoas em sua vida é sempre uma boa maneira de encontrar uma alternativa.

Tentar resolver o mesmo problema com as mesmas soluções é a definição de insanidade, como Einstein diria.

4. Visite um lugar bem longe

Quando me sinto preso, descobri que ver novas culturas (especialmente aquelas que são menos afortunadas do que a sua) é uma ótima maneira de se libertar.

É difícil visitar um lugar como o Vietnã, onde as pessoas quase não têm nada – e ainda assim são tão felizes – e voltar pra casa e continuar chateado. Ou mesmo ingrato. Muitos dos sentimentos associados a ficar preso vêm da falta de gratidão.

Você sente que está preso porque esqueceu o que já tem.

Se alguém tentou tirar tudo o que você tem, você pode de repente se sentir livre.

5. A verdadeira resposta é fazer alguma coisa

Faça qualquer coisa. Não fique aí sentado, sem fazer nada enquanto se sente preso na vida.

Ficar parado não ajudará você.

E você terá mais desses sentimentos deprimentes que já está sentindo.

Pense em ficar preso em uma areia movediça. Se você ficar parado por muito tempo, sua boca ficará cheia de areia, você não poderá respirar e isso levará a uma morte dolorosa e desnecessária.

Continue andando.

Fale com pessoas.

Faça algum exercício.

Assista alguns documentários.

Envolva-se em alguns grupos do Facebook.

Faça o que fizer, não fique parado. Não continue preso, sem motivo. A resposta para o seu problema não está longe. Dedique um tempo para procurá-la.

Se você se sentir preso na vida, não se desespere. Nós todos ficamos presos na vida – a chave é se soltar o mais rápido possível.

Referência(s)

Tim Denning.

Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

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Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

Suas ideias nunca voarão se você não conseguir levar as pessoas à ação

Imagine que você é o CEO de uma empresa multinacional.

E aí, recebe uma proposta de um jovem empresário. Ele pede que você deixe sua posição para unir forças com a empresa de quatro anos que começou em uma garagem.

Se você é como eu, a decisão seria óbvia. Por que arriscar em um “talvez” quando a sua realidade era uma coisa certa?

Este também foi o pensamento inicial de John Sculley, ex-CEO da Pepsi, quando confrontado com as circunstâncias exatas mencionadas acima.

No entanto, o pensamento de Sculley mudou imediatamente quando o jovem empresário disparou uma sentença que atingiu simultaneamente o coração e a cabeça:

“Você quer passar o resto da sua vida vendendo água açucarada ou você quer vir comigo e mudar o mundo?”

Quando pensamos em como construir o sucesso, a maioria das pessoas pensa em coragem, determinação e paciência. E não me entenda mal, essas características são realmente importantes.

Como ter persuasão

Mas se você quiser ter sucesso, devemos também aprender a ser mais persuasivos.

Isto é pelo simples fato de que não importa quão grandes sejam suas ideias. Se você não puder mover outras pessoas para a ação, elas nunca voarão.

Para começar sua jornada para ser mais persuasivo, abaixo estão algumas frases que me ajudaram durante minha carreira de vinte anos em vendas, comunicação e coaching de carreira.

No entanto, antes de entrarmos na lista, quero deixar uma coisa clara: se você quiser ser mais persuasivo, não poderá ver “não” como inimigo.

As pessoas mais persuasivas não perdem o sono quando se trata de ser rejeitado. O que os mantém acordados é o “eu não sei”. É a indecisão.

Dito isto, o propósito da lista abaixo não é ajudá-lo a mover todos para a ação.

O objetivo da lista é ajudá-lo a mover as pessoas certas para a ação.

As pessoas que já têm uma lança no armário e estão ansiosas para finalmente ter a chance de jogá-lo.

Vamos às frases.

“Em uma escala de 1 a 10, o quanto você está animado com essa proposta?”

Isso pode parecer básico, mas apenas me ouça.

Provavelmente, ao perguntar a alguém como se sente sobre uma proposta, você receberá uma resposta segura.

A maioria das pessoas, agindo por instinto, vão perguntar: “O que podemos fazer para torná-lo um 10?”.

Mas em vez de seguir o padrão, inverta o script e pergunte por que não disseram um número menor.

De acordo com Daniel Pink, o autor do best-seller do New York Times sobre motivação e comportamento humano, essa pequena mudança consegue duas coisas.

Primeiro, a pessoa com quem você está falando começará a justificar a resposta dela:

  • “Bem, eu gosto do aspecto que economiza tempo do seu produto”.
  • “Bem, nos poupará dinheiro”.
  • “Bem, a empresa que você representa tem uma grande reputação”.

Todas elas vão lhe dar respostas muito boas.

Em segundo lugar, ao começar com os aspectos positivos, será muito mais fácil para a pessoa com quem você está falando baixar a guarda quando chegar a hora de falar sobre o que os está impedindo de tomar uma decisão.

Como eu aludi na introdução, o maior impedimento para o progresso é a indecisão.

Esta pequena e agradável frase funciona como mágica para acabar com essa confusão.

“Em uma escala de 1 a 10, até que ponto você está perto de tomar uma decisão, mas não pode dizer 7?”

Ao longo dos anos, o empresário Tim Ferriss nos agraciou com mais de um milhão de pérolas de sabedoria.

Porém, quando se trata de persuadir os outros, a pergunta acima pode ser a mais valiosa.

No mundo da persuasão, 7 significa “Deixe-me pensar sobre isso”.

Se você perguntar a alguém em vendas, o número sete, 99% do tempo, é apenas uma maneira educada de dizer “não”.

No entanto, a pergunta acima força as pessoas a darem uma resposta.

Ao ler sua linguagem corporal e ouvir seu tom de voz, você pode facilmente dizer se um seis realmente significa: “Não é uma chance”. Ou se um oito realmente significa: “Você me pegou, mas preciso de mais um empurrão”.

Então, obrigue as pessoas a dar-lhe um oito. Depois pergunte a eles o que precisa acontecer para que seja um dez.

Ou forçar as pessoas a dar-lhe um seis. Em seguida, pergunte por que não era um número menor.

Ambas as perguntas irão ajudá-lo a entender melhor quais são os pontos de alegria e dor das pessoas com quem você está falando, ao mesmo tempo em que lhe dá uma ideia de quão perto ou longe eles realmente estão de avançar.

“Eis aqui o que a maioria das pessoas faz a seguir.”

Se você quer levar as pessoas à ação, não importa o quanto você queira pressionar alguém, evite dizer: “É isso que você precisa fazer”.

No entanto, as palavras “Eis aqui o que a maioria das pessoas faz em seguida” servem ao mesmo propósito. Mas são amortecidas em linguagem muito mais suave.

Ao usar essas palavras, você gentilmente orienta as pessoas a tomarem uma decisão sobre se elas darão o próximo passo ou não.

Mais uma vez, sua linguagem corporal e tom lhe dirão tudo o que você precisa saber. Eles estão parados? Estão mantendo contato visual? Os sinais estão em toda parte, desde que você preste atenção e pergunte às pessoas onde elas realmente estão.

Além disso, as palavras “Eis aqui o que a maioria das pessoas faz a seguir” também oferecem mais dois benefícios.

Primeiro, eles fornecem segurança em números. Isso porque mostra que outras pessoas tomaram a mesma decisão no passado – e funcionou bem para elas.

Por fim, essas palavras levam as pessoas a pensar sobre o que perderiam se repassassem a oportunidade, o que, de acordo com Robert Cialdini, autor de Influência e Pre-Suasão, motiva as pessoas muito mais do que simplesmente listar o que elas vão ganhar.

“Se eu posso fazer A, B e C para você, você vai seguir em frente?”

Esta é uma maneira simples de medir o interesse e identificar melhor o que a pessoa que você está falando quer e precisa.

Eu usei essa frase todos os dias durante cinco anos no meu primeiro trabalho de vendas, e funcionou como um encanto.

Depois de esclarecer exatamente o que a pessoa à sua frente está procurando realizar, simplesmente encerre sua conversa com as palavras – “A partir do tempo que passamos juntos, posso dizer que A, B e C são muito importantes para você. Se amanhã, quando conversarmos, conseguirmos realizar essas três coisas, você seguirá em frente?”

Esta questão é muito difícil de se afastar.

Como resultado, por cortesia, a maioria das pessoas vai dizer sim. Como a maioria das pessoas não quer quebrar a palavra, você pode usar essa cortesia para sua vantagem e usá-la como uma forma de responsabilizá-la, caso ela comece a ficar com medo.

“Quão aberto você está para …?”

Se você perguntasse às pessoas ao seu redor se elas se consideram de mente aberta ou mente fechada, o que você acha que elas diriam?

De mente aberta, certo?

Então, ao avaliar o interesse de alguém, use isso para sua vantagem. Pergunte às pessoas que você quer convencer como elas estão abertas para tentar coisas novas ou como elas estão abertas para começar hoje.

Se elas disserem que são, cale a boca e abra a papelada.

Se elas disserem que não estão, faça a seguinte pergunta para todos que querem saber a resposta, mas poucos realmente perguntam …

“O que está impedindo você de seguir em frente?”

O maior impedimento para fazer as coisas não é saber exatamente porque alguém não está se movendo para a frente.

Então, não perca tempo e pergunte.

Quanto mais cedo você souber onde as pessoas estão honestamente, mais cedo você poderá identificar se existe uma possibilidade real de elas seguirem em frente com você ou não.

“Aposto que você é um pouco como eu e …”

A maneira mais fácil de levar as pessoas a dizer “sim” no final da sua proposta é fazer com que elas digam “sim” durante a conversa.

A beleza das palavras, “Aposto que você é um pouco como eu” é que elas realizam exatamente isso, enquanto enquadram os benefícios de sua proposta de uma forma que os fazem pensar em usá-la – o que pode ser extremamente persuasivo.

  • “Aposto que você é um pouco como eu e gosta de experimentar coisas novas?”
  • “Aposto que você é um pouco como eu e tem pouco tempo a perder, então você aproveita a oportunidade para experimentar um novo processo para acelerar as coisas?”
  • “Aposto que você é um pouco como eu e adora economizar dinheiro enquanto reduz as dores de cabeça em sua vida?”

Todas essas frases são muito difíceis de dizer não. À medida que a conversa avança, elas também podem ser usadas para aquecer a água de seus clientes, caso você sinta que seus pés estão começando a ficar frios.

“Tome um segundo e imagine …”

Há uma razão pela qual comecei este artigo com a palavra imaginar.

É como se eu falasse que uma história está começando.

É muito parecido com as palavras “Era uma vez …”. Elas imediatamente chamam a atenção das pessoas. Isto é pelo simples fato de que todos nós amamos uma boa história.

Não só isso, mas como eu aludi no ponto acima, as pessoas nunca fazem coisas sem antes imaginarem a si mesmas fazendo isso.

Portanto, use isso a seu favor e use o poder da narrativa para ajudá-las a visualizar sua vida com ou sem o seu produto ou serviço.

Imagine o sorriso do rosto da sua esposa quando ela abre este presente.

Imagine o quão feliz seu chefe ficará quando ele perceber que você tomou a iniciativa.

Apenas imagine…

“Eu não tenho certeza se isso é para você.”

A maioria das pessoas não gosta de ser pressionada a tomar decisões. A beleza das palavras acima é que elas imediatamente tiram a pressão e deixam as pessoas à vontade.

No entanto, se as pessoas com quem você está falando forem parecidas comigo, as chances são altas de que, assim que ouvirem as palavras “Não tenho certeza se isso é para você”, elas ficarão imediatamente intrigadas.

  • “Eu não tenho certeza se este produto é para você. Mas há alguém em seu escritório que estaria interessado em aprender mais sobre nossa plataforma de construção de equipe?”
  • “Eu não tenho certeza se este curso é para você. Mas você conhece alguém que esteja interessado em aprender a escrever uma cópia mais eficaz?”
  • “Não tenho certeza se meus serviços são para você. Mas você conhece alguém em sua rede que está procurando criar mais oportunidades?”

Essas perguntas imediatamente chamam a atenção das pessoas.

E se elas estão realmente procurando realizar o que sua proposta oferece, certamente responderão com as palavras que todas as pessoas em vendas (que são todos nós) desejam ouvir – “Conte-me mais”.

Colocando tudo junto

Nos últimos vinte anos, trabalhei em três continentes.

A única coisa comum a todas as pessoas de sucesso que conheci é que elas são como Steve Jobs – elas sabem como levar as pessoas à ação.

Mas elas não deixaram isso ao acaso. Elas fizeram cursos sobre como ser mais persuasivos. Elas tinham coaches que ensinavam como fazer apresentações persuasivas. Elas assumiram empregos de vendas apesar de estarem com medo de vender.

Elas coletaram frases persuasivas como as acima que as beneficiaram. E, mais importante, as pessoas com quem estavam trabalhando.

Em suma, elas fizeram o trabalho. E elas fizeram o trabalho porque entenderam que seu futuro depende de sua capacidade de persuadir hoje.

A maioria das pessoas têm boas ideias.

O problema é que a maioria das pessoas não sabe como vendê-las.

Imagine se você fosse uma das pessoas que poderia? Como sua vida seria diferente?

Persuasão é uma habilidade. A questão então se torna: você é alguém que vai aprender isso?

Referência(s)

Michael Thompson – Persuasive Phrases: 9 Lines That Will Get People to Commit.

Liderança segundo Maquiavel

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Liderança segundo Maquiavel: os fins só justificam os meios quando há um bom objetivo

liderança segundo Maquiavel

Passados cinco séculos, “O Príncipe” permanece atual. Continua sendo considerado leitura obrigatória para os líderes ambiciosos, e não só.

Quinhentos anos depois de ter sido escrito, o tratado de Nicolau Maquiavel (1469-1527) ainda é considerado leitura essencial para os executivos ambiciosos e que almejam o poder.

Escrito como orientação para que Lourenço II de Médici, Duque de Urbino, reinasse com êxito em Itália.

“O Príncipe” valoriza o sucesso terreno em detrimento dos princípios morais.

No entanto, os seus ensinamentos são muitas vezes mal interpretados. Alguns entendem como advogando métodos inflexíveis e astuciosos para atingir os objetivos a qualquer custo.

Assim, o dito “comportamento maquiavélico” tem muito mais nuances do que parece.

Confira algumas dicas de como os líderes de empresas podem aplicar as táticas de Maquiavel nas organizações de hoje.

Gestão da reputação

É vital que os soberanos e líderes projetem uma imagem forte para ganhar o respeito dos seus subordinados.

Como Maquiavel observa, “os homens, geralmente, julgam mais pelos olhos que pelas mãos”.

Sobretudo nas grandes organizações, embora todos os funcionários saibam quem é o chefe, poucos desfrutam do contato direto.

Por isso é importante projetar uma imagem poderosa junto dos colegas e da concorrência.

Este é um aspeto que é sem dúvida mais difícil de concretizar nos dias de hoje que na Florença do séc. XV.

Com o feedback das linhas da frente a ter de alcançar os executivos de topo em tempo real, os líderes de agora devem estar mais envolvidos e ser menos enigmáticos.

Assim, elabore o seu perfil nas redes sociais com cuidado e esteja atento à correspondência interna com os seus colegas.

Da mesma forma, deve limitar qualquer crítica que tenha a fazer aos seus executivos aos canais de feedback adequados (e até mesmo privados), no sentido de garantir que o negócio corre de forma eficiente, enquanto, na qualidade de líder, mantém a autoridade intacta.

Um maquiavélico também sabe que “o primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que ele tem à sua volta”.

As pessoas que o líder escolhe para seus assessores imediatos e chefes de departamento serão vitais para o manter atualizado sobre o desempenho de cada divisão, e para o ajudar a delinear a estratégia.

Mas porque eles são uma extensão da sua autoridade, também devem ter o respeito das respetivas equipes.

Clemência no lugar de crueldade

Desfazendo o mito de que os seguidores de Maquiavel são implacáveis, um bom governante, argumenta Nicolau, deve procurar ser “clemente e não cruel”.

Então, a liderança segundo Maquiavel defende que ser temido é mais seguro que ser amado.

Esta visão é corroborada por uma investigação publicada no Journal of Personality and Social Psychology (de 2011 e que compilou dados de três estudos ao longo de 20 anos junto de 10 mil trabalhadores).

As conclusões apontam que os homens que são agradáveis têm maior probabilidade de ganhar menos que os seus homólogos desagradáveis.

Podendo escolher, um líder deve procurar ser querido e temido.

Ray Fisman, professor na americana Columbia Business School, e Tim Sullivan, editor na Harvard Business Review, concordam.

Em entrevista ao The Wall Street Journal, eles acreditam que “um pouco de dor bem direcionada pode ser bom para levar os trabalhadores a concentrarem-se em tarefas que poderiam optar por esquecer, e também para aumentar a produtividade global”.

Bons propósitos

“Aquele que deseja o sucesso constante tem de mudar a sua conduta com os tempos”, escreve Maquiavel.

Ao contrário da crença popular, Maquiavel não argumenta que se deve procurar atingir o sucesso a qualquer preço. Ele defende que os métodos pragmáticos devem servir um propósito maior.

Maurizio Viroli, professor na Universidade de Princeton, EUA, afirmou à Strategy + Business que um executivo maquiavélico deve ser

“um inovador capaz de criar novas e melhores formas de produzir e distribuir produtos e serviços”.

O docente argumenta que ter um comportamento desonesto seria desculpável – embora não justificável.

Ele explica:

justificável se fosse necessário no sentido de avançar com uma inovação valiosa para um grande número de pessoas, desde os clientes aos colegas…

Você concorda?… Deixe seu comentário sobre a Liderança segundo Maquiavel…

Referência(s)

Este artigo foi publicado no Portal da Liderança.

Como Líderes e Coaches Cultivam o Propósito no Trabalho

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por Ann Flanagan Petry.(*)

líderes e coaches cultivam o propósito no trabalho

Como Líderes e Coaches Cultivam o Propósito no Trabalho

No primeiro dia de Satya Nadella como CEO da Microsoft, ele enviou uma carta para todos os funcionários.

Ele começou explicando o que o atraiu para trabalhar nesta empresa – e por que ele ficou.

Ele compartilhou sua crença de que seu trabalho na Microsoft poderia ajudar a tornar o mundo um lugar melhor. E terminou a carta com um convite para que cada funcionário, como ele, encontrasse sentido em seu trabalho.

Finalmente, acredito verdadeiramente que cada um de nós deve encontrar sentido em nosso trabalho. O melhor trabalho acontece quando você sabe que não é apenas trabalho, mas algo que melhorará a vida de outras pessoas. – Satya Nadella.

Nadella poderia ter se concentrado em participação de mercado ou preço das ações. Ou ainda na necessidade de permanecer ágil em uma indústria extremamente competitiva, mas não o fez.

Ele optou por se concentrar em algo profundamente pessoal e sincero: encontrar o significado e o propósito de uma pessoa no trabalho.

O que te motiva

Como se vê, a intuição de Nadella, de direcionar seus funcionários para descobrir o significado mais profundo de seu trabalho, vinha de sua própria necessidade interior de significado em meio a experiências pessoais de tragédia.

Segundo ele, sua clareza de propósito se deve ao seu filho mais velho.  Zain, de 21 anos, que está gravemente incapacitado.

Ele nasceu pesando apenas três quilos. Devido a asfixia no útero, é deficiente visual, tem comunicação limitada e é tetraplégico.

A jornada de Zain é um lembrete constante do que realmente importa na vida.

Na verdade, Nadella acredita que o significado e a empatia são fundamentais para a agenda de inovação da empresa.

Ele parece ter desencadeado algo muito poderoso dentro dos funcionários da Microsoft.

Sob o olhar de Nadella, a empresa transformou rapidamente o foco do Windows para novas tecnologias. Foram incluídos cloud computing e inteligência artificial. Só em 2017, as ações da Microsoft saltaram 35%, a maior da história da empresa.

O que faz de Nadella um líder tão compreensível e atraente é sua capacidade de ajudar seus funcionários a se engajarem no trabalho de uma maneira que pareça profundamente diferente.

Os trabalhos são mais do que tarefas, são contribuições significativas que farão a diferença na vida dos outros.

Ele ajuda seus funcionários a aproveitar sua contribuição exclusiva para melhorar o mundo.

Por que o significado do trabalho importa

As pessoas que acreditam que o seu trabalho é significativo. E que contribuem para uma causa social sentem uma maior sensação de bem-estar. Elas possuem qualidades importantes que as organizações precisam e desejam.

Por exemplo, pessoas que encontram sentido em seu trabalho tendem a trabalhar mais. E são membros de equipe mais inovadores, criativos, engajados e impactantes.

Os millennials têm uma probabilidade 5,3 vezes maior de permanecer no trabalho quando têm uma forte conexão com o objetivo do empregador.

73% dos funcionários que dizem trabalhar em uma empresa orientada por objetivos consideram-se envolvidos. Em comparação, apenas 23% daqueles que trabalham em outras empresas se acham envolvidos.

Empresas como a Microsoft entendem que quando os funcionários acreditam que seu trabalho tem significado, eles são mais comprometidos, criativos e inovadores.

De fato, quando os funcionários podem ver sua conexão com um chamado maior, isso libera energia e motivação positivas. Catalisar a inovação e o trabalho em equipe está no centro do sucesso.

Líderes e treinadores podem ajudar os funcionários a ver o significado em seu trabalho diário.

Infelizmente, menos de um terço dos líderes empresariais ajudam os funcionários a conectar seu próprio objetivo ao trabalho da empresa. Esta é uma enorme oportunidade perdida.

É um mito pensar que encontrar significado em nosso trabalho requer desistir de tudo para prosseguir em alguma outra carreira.

A verdade é que não importa o trabalho que você tenha, há oportunidades para explorar o significado e o propósito.

Líderes e coaches podem ajudar os funcionários a entender a importante contribuição que estão dando agora, mostrando como estamos todos interconectados e interdependentes.

Por exemplo, o gerente que lembra ao técnico de eletricidade que a linha de energia que ele conectou está permitindo que uma criança dependente de uma máquina de oxigênio respire mais facilmente.

Ou o supervisor que indica ao funcionário do call center que ela ajudou alguém a garantir viagens a tempo de estar com a família para uma ocasião alegre.

Mesmo as pessoas que trabalham em profissões que parecem cheias de significado, como saúde ou educação, geralmente experimentam uma falta de significado e propósito. No entanto, existem práticas que podem ajudar alguém a se reconectar com o significado do seu trabalho. Independentemente do trabalho que tenha.

Para descobrir mais significado no seu trabalho, tente isto:

Pense em três coisas que aconteceram durante o dia que foram bem e sua contribuição única no resultado positivo, então anote essas três coisas.

De acordo com a pesquisa, os melhores resultados para este exercício vêm depois de catorze entradas consecutivas. Portanto, seja consistente e dê um pouco de tempo para entrar em vigor.

Essa prática ajuda você a se concentrar nos eventos significativos do seu dia e em sua contribuição exclusiva para o evento.

Ao adotar esta prática, você aprende a sintonizar momentos que, de outra forma, poderiam ser negligenciados.

A pesquisa mostra que prestar atenção a três coisas boas a cada dia constrói um sentido mais profundo de significado e bem-estar. Isto promove uma mentalidade de gratidão.

Como coach ou líder, você pode desenvolver maneiras adicionais de ajudar a conectar seus funcionários ao significado com base nas ofertas exclusivas de sua empresa.

  • Qual é o benefício final para seus clientes ou clientes?
  • Alguém experimenta mais saúde, felicidade ou satisfação como resultado de seu trabalho ou produtos?

Nesse caso, esclareça qual é esse benefício e lembre aos funcionários o que está em jogo e como o papel deles contribui.

Por fim, ajude a dar aos funcionários uma oportunidade de propriedade de projetos de trabalho.

Se eles podem iniciar ideias e seguir adiante para ver os resultados finais, isso é um fator motivador incrivelmente poderoso para uma conexão e engajamento futuros, e finalmente se materializa para elevar o bem maior.

Referência(s)

Ann Flanagan Petry. How Leaders and Coaches Cultivate Purpose at Work. Publicado inicialmente em Key Step Media.

Faça a sua mente: como a aversão ao risco está atrasando você

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por Aytekin Tank.

Faça a sua mente: como a aversão ao risco está atrasando você

aversão ao risco

Eles não o chamavam de “Old Blood and Guts” por nada.
Conhecido por seu desejo por batalha, o General George Patton liderou o exército americano em sua primeira vitória contra os nazistas em 1943, posicionando os EUA de volta à ofensiva após uma série de derrotas.

Sua liderança continuou a valer a pena durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, Patton e suas tropas capturaram 10.000 milhas de território alemão e ajudaram a libertar os alemães da ocupação nazista.

Enquanto o General Patton não era exatamente conhecido por sua presença graciosa, ele compensou isso com determinação.

Não consigo imaginar que ele tenha acampado no rio Reno, decidindo se libertar ou não os alemães era uma boa ideia.

Afinal, Patton disse certa vez: “Um bom plano, executado com determinação agora, é melhor do que um plano perfeito na semana que vem”.

Em vez de analisar todos os prós e contras, ele simplesmente reuniu suas tropas e avançou com as informações disponíveis.

A linha de trabalho de Patton pode ter sido literalmente violenta, mas suspeito que a verdadeira “violência” que ele encorajou teve mais a ver com eficiência e resolução do que sangue e coragem reais.

E sua abordagem pode nos ensinar algo.

Por que a determinação é importante?

Por que a determinação é importante?

Existem duas maneiras de tomar decisões: rápido ou lento.

Como o general Patton, prefiro rápido.

Em geral, sou um grande fã de eficiência. Eu até incluo reuniões de caminhada no meu dia de trabalho para economizar tempo e incentivar o pensamento criativo (e para evitar perder tempo em uma sala de conferências).

É claro que há um tempo e um lugar para reunir sua equipe para o brainstorming estratégico, especialmente se houver uma verdadeira crise à mão.

O problema é que tendemos a rotular erroneamente decisões menores e facilmente reversíveis como “crises”, que desperdiçam tempo e energia valiosos que poderíamos estar usando para nos movermos para frente e para nossas empresas.

Decisões Tipos 1 e 2

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, acredita que muitas questões que as empresas enfrentam derivam da agregação de categorias de decisão, que ele classifica como “Tipo 1” e “Tipo 2”.

Embora as decisões do tipo 1 sejam mais permanentes e exijam mais premeditação – como a parceria com um investidor de capital de risco – as decisões do tipo 2 são geralmente mais fáceis de reverter e podem ser feitas mais rapidamente, como adicionar um novo recurso de software.

Bezos compara as decisões do Tipo 2 a andar por uma porta.

Se você decidir ir por um caminho diferente, basta sair e escolher outra porta.

Os problemas podem surgir, diz ele, quando adotamos uma abordagem única para a tomada de decisões, aplicando desnecessariamente a deliberação do Tipo 1 às decisões do Tipo 2.

“À medida que as organizações crescem, parece haver uma tendência a usar o processo de tomada de decisões do Tipo 1 pesado na maioria das decisões, incluindo muitas decisões do Tipo 2”, escreveu Bezos em uma carta de 2016 aos acionistas da Amazon.

“O resultado final disso é a lentidão, a aversão ao risco, a falta de experimento suficiente e, consequentemente, a diminuição da invenção.”

A atenção e a estratégia são certamente necessárias para as decisões do Tipo 1, mas a maioria de nossas decisões diárias é do Tipo 2 – desde escolher o que pedir no almoço até decidir se testamos um novo canal de marketing.

Tecnicamente, até mesmo as decisões do Tipo 2 não são isentas de riscos.

Mas optar por uma “boa” decisão sobre uma “perfeita” também poderia ter um retorno considerável, como derrotar um inimigo no momento certo – ou, no meu caso, desenvolver software que tenho orgulho de compartilhar.

Um exemplo

Digamos que você tenha encontrado um bug no seu produto de software.

Você pode reunir toda a sua equipe para uma reunião de emergência, debater a maneira perfeita de resolver o problema e, talvez, aumentar sua probabilidade de sucesso em cinco ou 10%. Ótimo.

Ou você pode gerenciar o problema sozinho, o que não apenas economiza tempo e aumenta a produtividade geral, mas também força você a pensar de forma criativa e, talvez, encontrar uma nova maneira de evitar o problema no futuro.

Você pode não ter tomado a decisão “perfeita”, mas fez uma boa e aprendeu no processo. É uma vitória, certo?

Enquanto a indecisão pode certamente nos atrasar e comprometer a eficiência, as oportunidades de crescimento perdidas são o verdadeiro sacrifício.

Os riscos da aversão ao risco

O fracasso pode ser decepcionante, mas nos meus 13 anos liderando o JotForm, aprendi que não há “maneira errada” de tomar decisões reversíveis.

Sucesso é o objetivo, sim. Mas mesmo no fracasso percebido, há muitas oportunidades para crescer – mesmo se simplesmente aprendermos a fazer melhores escolhas no futuro.

Às vezes, a melhor maneira de avançar é simplesmente tentar algo e ver o que acontece.

Pegue meu plano para deixar um trabalho confortável para iniciar o JotForm.

Não foi necessariamente uma escolha fácil para eu negociar um rendimento estável para lançar o meu próprio negócio. Os riscos eram claros: o empreendimento poderia ter fracassado e eu poderia ter ficado desempregado (e um pouco envergonhado).

O movimento para iniciar meu próprio negócio pareceu significativo e arriscado, o que foi.

Mas isso não significa que seria permanente. Por mais difícil que fosse, eu sabia que a decisão seria bastante simples de reverter.

Se o JotForm não funcionasse, eu sempre poderia encontrar outro trabalho técnico.

Ao manter as apostas baixas do Tipo 2, é muito mais provável que assumamos riscos, o que significa que temos muito mais probabilidade de inovar e crescer.

Mesmo se o JotForm tivesse falhado, eu teria aprendido com a experiência.

Espero que eu tenha ganho ferramentas para garantir o sucesso em futuros empreendimentos.

Mas o movimento valeria a pena, mesmo se eu tivesse aprendido a tomar decisões mais fortes mais tarde.

Farnam Street resume bem:

“Com a prática, também ficamos melhores em reconhecer decisões ruins e girar. . . Igualmente importante, podemos parar de ver os erros ou pequenos fracassos como desastrosos e vê-los como informações puras que informarão decisões futuras. ”

Pode parecer imprudente tomar uma decisão difícil sem pesquisar todos os resultados possíveis.

Tudo tem um preço

Mas a aversão ao risco sempre tem um preço.

Ao reduzir seu potencial de risco em alguns pontos percentuais, você pode perder outra oportunidade.

Então, em vez de passar horas pesquisando o melhor caminho a seguir ou deliberando por meio de uma longa lista de prós e contras, tento me fazer algumas perguntas simples em face das decisões:

Que potencial resultado positivo eu poderia estar sacrificando com minha aversão ao risco?

Que crescimento pode me custar a autoproteção?

Levando tempo extra para tomar uma decisão “perfeita”, posso reduzir o risco financeiro ou me proteger do constrangimento. Mas também deixaria de lado ingredientes-chave para o crescimento: criatividade, inovação e determinação.

E isso não é um risco que estou disposto a aceitar.

Referência(s)

Aytekin Tank. Este artigo foi publicado na revista Medium.

Como reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

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por Nathan Allsopp.

Como reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

Usar seu tempo é como fazer um investimento.
Você está doando seu tempo para outra coisa, na esperança de algum retorno maior.
No entanto, surgem problemas quando todos e cada um de nós é bombardeado 24 horas por dia, 7 dias por semana, com produtos que querem o nosso tempo.
Ei você, aqui!… Tudo que você precisa é de 15 minutos para investir!
Antes que você perceba, temos 110 aplicativos instalados em nosso telefone, 5 redes de mídia social e 25 programas de TV favoritos, cada um sugando nossos investimentos de tempo.
Olhando apenas para dispositivos móveis, uma pesquisa de 2016 mostrou que os usuários gastaram, em média, 300 minutos por dia usando seus telefones celulares.
Não é de admirar que muitos de nós acabem pensando …
Eu gostaria de ter mais tempo para isso!
Para onde vai todo o meu tempo ?!
Por que estou perdendo meu tempo com isso?
Vou parar de assistir a esse programa ou usar esse aplicativo na próxima semana. Eu não posso agora, mas na próxima semana – eu juro.
O mundo moderno em que vivemos significa que há mais distrações do que nunca.

E, como muitos de nós sabemos, evitar as distrações em massa é muito difícil.

Algumas fórmulas para recuperar o seu tempo

À medida que tentei navegar pelas distrações e recuperar um pouco do meu tempo, encontrei algumas “fórmulas” que funcionaram para mim – e aqui estão eles.

1 – Olhe atentamente para o que você está gastando seu tempo agora

Analisar com atenção o que você está gastando atualmente é um ótimo lugar para começar.
Este é um passo fundamental para se preparar para os próximos, mas também é o mais difícil, porque requer ser completamente honesto consigo mesmo.

Você precisa ser 100% honesto consigo mesmo (ou vai continuar mentindo para si mesmo?).

Levei muito tempo para superar essa parte, mas existem ferramentas para ajudar. Você não precisa se concentrar nos minutos e segundos como tal, mas sim em criar um guia de tempo aproximado.
Anote o que faz a cada hora cheia. Ou a cada meia hora…
Quão detalhado você deve conseguir? Isso é contigo. O meu lema baseava-se na ideia acima, o que era suficiente para entender bem a minha situação.
Ao longo da semana, você terá um bom mapa dos investimentos de tempo que você fez.

2 – Quebre seu tempo em grupos

Depois de ter uma ideia de como você gasta atualmente seu tempo, é hora de detalhar ainda mais.
Encontre algumas categorias que façam sentido para você. Se você quer se concentrar em quanto tempo ocioso você passa no Instagram ou jogando Clash of Clans, dedique uma categoria ao uso do telefone.

Fazer isso ajudará a dar a você mais resultados acionáveis ​​do que simplesmente olhar para um diário do tempo.

Se você gastou 36 horas por semana em seu telefone, pode perguntar a si mesmo: será que realmente quero gastar 21% da minha semana no meu telefone?

3 – Compare a sua situação atual com a sua situação de tempo desejada

Depois de completar os dois primeiros passos, percebi que precisava de algo para comparar minha situação atual.
Eu li alguns posts na internet sobre a melhor forma de gastar seu tempo e rapidamente percebi:
– Como eu quero gastar meu tempo é completamente diferente de como você pode gastar seu tempo.
– Você quer passar mais tempo com a família? Mais tempo com amigos? Gerar alguma renda lateral em seu tempo livre?
Independentemente do que você quer fazer, veja como você pode ajustar isso à sua situação atual.
Por exemplo, se você quiser gastar 5% da sua semana escrevendo e passar 20% dessa semana no seu telefone…
Reequilibrar esse tempo!
Basta ter em mente que a ideia não é se preocupar em gastar 5,4124% da sua semana escrevendo, mas sim encontrar um equilíbrio mais equitativo de como você gasta tempo.

4 – Elabore o seu tempo desejado e deixe claro para si mesmo

Depois de tudo ser dito e feito, é hora de se comprometer com um novo plano.
Anote um plano que funcione para você e mantenha-o visível para que você possa se responsabilizar por ele.

Seja um gráfico de pizza, um diário, um planejamento de dias ou um monte de anotações – use o meio que funciona melhor para você.

Acho que é melhor na minha mesa, quando passo e vejo com frequência e penso imediatamente – passei todo esse tempo fazendo isso, estou agora fiel a isso?

Obrigado pela leitura!

Referência(s)

Nathan Allsopp – How to Rebalance Your Time for the Important Things in Life, publicado em Medium.

Saiba como se aprimorar para o ambiente corporativo

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Saiba como se aprimorar para o ambiente corporativo

aprimorar para o ambiente corporativo

Veja o que fazer para estar melhor preparado para o mundo empresarial!

O ambiente corporativo é cada vez mais competitivo. Seja para profissionais recém-formados ou aqueles com anos de experiência, é preciso buscar alternativas para conseguir superar a concorrência.

Isso faz com que os colaboradores procurem por caminhos de capacitação profissional. Mas com tantas opções disponíveis, fica difícil escolher aquele que realmente possa fazer a diferença.

Uma área que pode contribuir positiva e poderosamente para a carreira desses colaboradores é o marketing pessoal.

O marketing, com ensinamentos, estratégias e técnicas que proporciona crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional.

Aprenda melhor o que é o marketing pessoal, como ele pode ajudar na carreira e na vida e quais são os benefícios de investir nessa metodologia.

O que é o marketing pessoal?

É um conjunto de estratégias que tem como objetivo potencializar suas características pessoais e profissionais, de modo a passar uma imagem melhor para o mercado.

Pode-se considerar que o conceito de marketing pessoal seja uma evolução da autoajuda. Isto porque as técnicas derivam entre as áreas intelectual, econômica, emocional e espiritual e visam criar uma melhor imagem para as outras pessoas e empresas.

O processo não tem por finalidade estabelecer um perfil ou uma identidade falsa, mas sim destacar os aspectos que são mais relevantes a respeito da pessoa e do trabalho que ela realiza.

Além disso, o intuito é desenvolver habilidades importantes para a vida corporativa, como liderança, percepção, convívio pessoal e carisma.

Quando as técnicas tiverem sido postas em prática, quem as aplicou passará a ser percebido como uma referência, seja em sua área de atuação profissional ou mesmo sob o viés pessoal.

Com as estratégias certas de marketing pessoal, é possível se destacar perante a concorrência, não importa qual seja o seu ramo de atuação ou mesmo o tempo de experiência no mercado.

Ao desenvolver essa habilidade, o colaborador conseguirá iniciar e manter relacionamentos profissionais e pessoais saudáveis com outras pessoas, como amigos, colegas, colegas de trabalho, diretores, gestores e até mesmo familiares.

Quem pode aplicar o marketing pessoal na vida?

Todas as pessoas! Não existe restrição de idade, formação acadêmica, ocupação profissional ou qualquer outro impeditivo para o aprendizado e aplicação de tais técnicas.

Muitas celebridades aplicaram e aplicam os conceitos de marketing pessoal em suas carreiras, como Michael Jordan, Oprah Winfrey, Donald Trump, David Beckham, Ellen DeGeneres e outras, e o sucesso dessa decisão é evidente.

Isso, porém, não quer dizer que sua aplicação seja restrita às celebridades. É bem provável que você conheça alguém que é referência de mercado em determinada área, e tal pessoa pode ser um exemplo de sucesso do marketing pessoal.

Como trabalhar o marketing pessoal?

Através da aplicação contínua dos conceitos que o formam. Assim, o desenvolvimento será constante e os resultados tendem a ser os melhores possíveis na vida dessa pessoa.

Existe todo um planejamento para que seja possível executar o marketing pessoal, assim como quando uma empresa investe em estratégias de marketing para que consiga divulgar seus produtos e serviços.

É importante ressaltar que o marketing pessoal não consiste apenas de uma ação, mas sim de um conjunto de hábitos e costumes que devem ser aplicados continuamente.

Se você deseja melhorar o seu marketing pessoal, as seguintes iniciativas são recomendadas para mudar sua mentalidade e trabalhar pontos fundamentais na vida:

1 – Participe de eventos em sua área

Se você deseja se destacar profissionalmente, é de suma importância marcar presença em eventos que sejam ligados à sua área de atuação, onde é possível criar relacionamentos profissionais que podem lhe considerar como uma referência no futuro.

Quando souber que haverá algum evento do tipo, participe e promova-o em suas mídias sociais. É possível até mesmo conseguir parcerias profissionais com esse tipo de iniciativa.

2 – Cuidado com as suas redes sociais

É claro que você ainda terá liberdade para compartilhar conteúdos pessoais em suas redes sociais, mas elas devem ser vistas como uma oportunidade de ouro para vender a sua imagem.

Cabe aqui uma observação especial para o LinkedIn, que é uma rede estritamente profissional, onde você pode compartilhar conteúdos interessantes e relevantes sobre a sua área de atuação e, assim, se mostrar como um verdadeiro conhecedor do assunto.

Porém, ainda assim, cabe analisar bem o que é compartilhado em suas redes sociais, de modo a não fugir do objetivo proposto.

3 – Compartilhe seus conhecimentos em um blog

Blogs são ferramentas sensacionais para oferecer seus conhecimentos, insights e ideias para o público. Comece um blog e crie conteúdos relevantes, realmente capazes de chamar a atenção da audiência.

Quanto mais valor você gerar para seus leitores, melhor será a imagem transmitida em sua área de atuação.

4 – Invista nas soft skills

Você já ouviu falar em soft e hard skills? Esses são dois grupos de habilidades fundamentais para quem deseja trabalhar seu marketing pessoal.

As hard skills são as habilidades técnicas, como as obtidas em faculdades, cursos e com a vivência profissional, enquanto as soft skills são as habilidades comportamentais, como atitude, capacidade de resolver problemas, comunicação, motivação e pensamento crítico.

Quando se imagina o estabelecimento de uma referência em determinada área, as hard skills são as mais lembradas, mas sem as soft skills, é quase impossível atingir esse patamar. Invista em ambas e colha os bons frutos dessa decisão.

5 – Procure se especializar constantemente

Conhecimento nunca é suficiente. Sempre há coisas novas a aprender, processos a melhorar e metodologias a complementar para se tornar um profissional mais completo, e isso tem um peso muito grande no marketing pessoal.

Nunca fique parado. Seja uma nova graduação, uma pós-graduação, um curso técnico, profissionalizante ou até mesmo através de livros ricos em conteúdo, aumente sua biblioteca de conhecimentos sempre que puder e mantenha a constância no crescimento.

Esteja melhor preparado para o mercado corporativo!

Reuniões, projetos, decisões, atitudes, escolhas… Há muitos pontos envolvidos na carreira corporativa, e quem deseja estar em uma posição de destaque precisa buscar o desenvolvimento diário.

O marketing pessoal é um ótimo caminho para se alcançar esse patamar, já que pode trazer resultados palpáveis e, felizmente, ainda não é utilizado por tantas pessoas, o que faz com que a diferença seja mais visível.

Aproveite a oportunidade e comece a se capacitar hoje mesmo, seja através de eventos, presença nas redes sociais, compartilhamento de conhecimentos ou realização de cursos online para aprender mais. Acredite: isso pode fazer toda a diferença, positivamente, em sua carreira.