Se você se sentir preso na vida [5 DICAS PARA ESCAPAR]

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O que você pode fazer se você se sentir preso na vida e não sabe como agir

5 maneiras de se soltar rapidamente.

por Tim Denning.

Se você se sentir preso na vida

As pessoas que se sentem presas são mais comuns do que você pensa.

Constantemente, eu vejo comentários e mensagens on-line de pessoas que relatam estarem presas. Pedindo ajuda.

A verdade é que, por mais bem sucedidos que possamos ser, em algum momento nós também ficaremos presos.

Houve vários momentos na minha vida em que me senti preso.

Dois desses momentos aconteceram quando tentei mudar minha carreira. Experimentei imensa rejeição ao tentar fazê-lo.

Eu também lembro vividamente de sentir-me preso quando terminei a escola e não sabia o que fazer, o que me levou a ser um empreendedor.

E o tempo que me senti mais preso do que nunca foi quando estava sofrendo de uma doença invisível. Só mais tarde descobri que era ansiedade. Eu não tinha ideia de como me recuperar.

Eu fiz a escolha errada, inicialmente, e mantive isso comigo.

Sentir-se preso é garantido. Se ainda não ocorreu com você, aproveite para se preparar.

O fato é que a sensação vem durante diferentes estações de sua vida. Muitas vezes quando você menos espera.

Então, se você se sentir preso na vida, o que você pode fazer?

1. Veja a sua situação pelo o que ela é

A maneira como você percebe sua vida durante os momentos em que se sente preso terá muito a ver com a rapidez com que você pode se recuperar.

Se você cair na armadilha da autopiedade – ou pior ainda, depressão – o tempo que levará para juntar suas coisas vai demorar muito mais.

Perceba que sua situação é semelhante a de todos os outros. Você não é a primeira pessoa no mundo a ficar preso e não será a última.

Se você se sentir preso na vida

(Crédito de imagem: Dollar Shave Club)

O que você está passando é normal e isso acontecerá novamente mais tarde na vida.

No meu caso, senti-me preso no ano passado e depois, neste ano, cheguei à mesma posição novamente.

Eu escolhi ligar a ideia de ficar preso a grandes mudanças, um grande retorno e uma chance de me reinventar.

A parte mais estranha é que depois de ler uma biografia sobre Tiger Woods e ver seu recente retorno, decidi vincular a fase de reconstrução à sua própria linha do tempo.

Tiger é uma pessoa que eu nunca encontrei e que me ajudou a ver como ficar livre quando as probabilidades estão contra você.

A mesma oportunidade existe para você.

2. Receba alguns conselhos externos de alguém que conhece você

Muito do que é ser libertado acontece na sua cabeça e o padrão é repetido várias vezes.

Obter alguns conselhos de alguém que o conhece bem vai muito lhe ajudar.

Diga a essa pessoa que você está se sentindo preso e peça a ela um conselho baseado no que ela sabe sobre você.

Eu fiz isso outro dia.

E um mentor quebrou meu padrão, dizendo-me três coisas que outras pessoas disseram sobre mim que me provaram que eu poderia me reinventar.

As pessoas que o conhecem bem provavelmente serão capazes de identificar momentos em que você ficou preso antes e perceberão coisas que você pode não perceber.

Também percebi que as pessoas que conhecem você também ligam para você. O que é útil.

3. Fale com alguém que você admira

Pergunte a eles o que eles fizeram quando estavam presos na vida.

As pessoas adoram compartilhar suas histórias e você pode encontrar a resposta para seus desafios na história de outra pessoa.

Ter novas pessoas em sua vida é sempre uma boa maneira de encontrar uma alternativa.

Tentar resolver o mesmo problema com as mesmas soluções é a definição de insanidade, como Einstein diria.

4. Visite um lugar bem longe

Quando me sinto preso, descobri que ver novas culturas (especialmente aquelas que são menos afortunadas do que a sua) é uma ótima maneira de se libertar.

É difícil visitar um lugar como o Vietnã, onde as pessoas quase não têm nada – e ainda assim são tão felizes – e voltar pra casa e continuar chateado. Ou mesmo ingrato. Muitos dos sentimentos associados a ficar preso vêm da falta de gratidão.

Você sente que está preso porque esqueceu o que já tem.

Se alguém tentou tirar tudo o que você tem, você pode de repente se sentir livre.

5. A verdadeira resposta é fazer alguma coisa

Faça qualquer coisa. Não fique aí sentado, sem fazer nada enquanto se sente preso na vida.

Ficar parado não ajudará você.

E você terá mais desses sentimentos deprimentes que já está sentindo.

Pense em ficar preso em uma areia movediça. Se você ficar parado por muito tempo, sua boca ficará cheia de areia, você não poderá respirar e isso levará a uma morte dolorosa e desnecessária.

Continue andando.

Fale com pessoas.

Faça algum exercício.

Assista alguns documentários.

Envolva-se em alguns grupos do Facebook.

Faça o que fizer, não fique parado. Não continue preso, sem motivo. A resposta para o seu problema não está longe. Dedique um tempo para procurá-la.

Se você se sentir preso na vida, não se desespere. Nós todos ficamos presos na vida – a chave é se soltar o mais rápido possível.

Referência(s)

Tim Denning.

Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

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Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

Persuasão: 9 dicas para comprometer as pessoas

Suas ideias nunca voarão se você não conseguir levar as pessoas à ação

Imagine que você é o CEO de uma empresa multinacional.

E aí, recebe uma proposta de um jovem empresário. Ele pede que você deixe sua posição para unir forças com a empresa de quatro anos que começou em uma garagem.

Se você é como eu, a decisão seria óbvia. Por que arriscar em um “talvez” quando a sua realidade era uma coisa certa?

Este também foi o pensamento inicial de John Sculley, ex-CEO da Pepsi, quando confrontado com as circunstâncias exatas mencionadas acima.

No entanto, o pensamento de Sculley mudou imediatamente quando o jovem empresário disparou uma sentença que atingiu simultaneamente o coração e a cabeça:

“Você quer passar o resto da sua vida vendendo água açucarada ou você quer vir comigo e mudar o mundo?”

Quando pensamos em como construir o sucesso, a maioria das pessoas pensa em coragem, determinação e paciência. E não me entenda mal, essas características são realmente importantes.

Como ter persuasão

Mas se você quiser ter sucesso, devemos também aprender a ser mais persuasivos.

Isto é pelo simples fato de que não importa quão grandes sejam suas ideias. Se você não puder mover outras pessoas para a ação, elas nunca voarão.

Para começar sua jornada para ser mais persuasivo, abaixo estão algumas frases que me ajudaram durante minha carreira de vinte anos em vendas, comunicação e coaching de carreira.

No entanto, antes de entrarmos na lista, quero deixar uma coisa clara: se você quiser ser mais persuasivo, não poderá ver “não” como inimigo.

As pessoas mais persuasivas não perdem o sono quando se trata de ser rejeitado. O que os mantém acordados é o “eu não sei”. É a indecisão.

Dito isto, o propósito da lista abaixo não é ajudá-lo a mover todos para a ação.

O objetivo da lista é ajudá-lo a mover as pessoas certas para a ação.

As pessoas que já têm uma lança no armário e estão ansiosas para finalmente ter a chance de jogá-lo.

Vamos às frases.

“Em uma escala de 1 a 10, o quanto você está animado com essa proposta?”

Isso pode parecer básico, mas apenas me ouça.

Provavelmente, ao perguntar a alguém como se sente sobre uma proposta, você receberá uma resposta segura.

A maioria das pessoas, agindo por instinto, vão perguntar: “O que podemos fazer para torná-lo um 10?”.

Mas em vez de seguir o padrão, inverta o script e pergunte por que não disseram um número menor.

De acordo com Daniel Pink, o autor do best-seller do New York Times sobre motivação e comportamento humano, essa pequena mudança consegue duas coisas.

Primeiro, a pessoa com quem você está falando começará a justificar a resposta dela:

  • “Bem, eu gosto do aspecto que economiza tempo do seu produto”.
  • “Bem, nos poupará dinheiro”.
  • “Bem, a empresa que você representa tem uma grande reputação”.

Todas elas vão lhe dar respostas muito boas.

Em segundo lugar, ao começar com os aspectos positivos, será muito mais fácil para a pessoa com quem você está falando baixar a guarda quando chegar a hora de falar sobre o que os está impedindo de tomar uma decisão.

Como eu aludi na introdução, o maior impedimento para o progresso é a indecisão.

Esta pequena e agradável frase funciona como mágica para acabar com essa confusão.

“Em uma escala de 1 a 10, até que ponto você está perto de tomar uma decisão, mas não pode dizer 7?”

Ao longo dos anos, o empresário Tim Ferriss nos agraciou com mais de um milhão de pérolas de sabedoria.

Porém, quando se trata de persuadir os outros, a pergunta acima pode ser a mais valiosa.

No mundo da persuasão, 7 significa “Deixe-me pensar sobre isso”.

Se você perguntar a alguém em vendas, o número sete, 99% do tempo, é apenas uma maneira educada de dizer “não”.

No entanto, a pergunta acima força as pessoas a darem uma resposta.

Ao ler sua linguagem corporal e ouvir seu tom de voz, você pode facilmente dizer se um seis realmente significa: “Não é uma chance”. Ou se um oito realmente significa: “Você me pegou, mas preciso de mais um empurrão”.

Então, obrigue as pessoas a dar-lhe um oito. Depois pergunte a eles o que precisa acontecer para que seja um dez.

Ou forçar as pessoas a dar-lhe um seis. Em seguida, pergunte por que não era um número menor.

Ambas as perguntas irão ajudá-lo a entender melhor quais são os pontos de alegria e dor das pessoas com quem você está falando, ao mesmo tempo em que lhe dá uma ideia de quão perto ou longe eles realmente estão de avançar.

“Eis aqui o que a maioria das pessoas faz a seguir.”

Se você quer levar as pessoas à ação, não importa o quanto você queira pressionar alguém, evite dizer: “É isso que você precisa fazer”.

No entanto, as palavras “Eis aqui o que a maioria das pessoas faz em seguida” servem ao mesmo propósito. Mas são amortecidas em linguagem muito mais suave.

Ao usar essas palavras, você gentilmente orienta as pessoas a tomarem uma decisão sobre se elas darão o próximo passo ou não.

Mais uma vez, sua linguagem corporal e tom lhe dirão tudo o que você precisa saber. Eles estão parados? Estão mantendo contato visual? Os sinais estão em toda parte, desde que você preste atenção e pergunte às pessoas onde elas realmente estão.

Além disso, as palavras “Eis aqui o que a maioria das pessoas faz a seguir” também oferecem mais dois benefícios.

Primeiro, eles fornecem segurança em números. Isso porque mostra que outras pessoas tomaram a mesma decisão no passado – e funcionou bem para elas.

Por fim, essas palavras levam as pessoas a pensar sobre o que perderiam se repassassem a oportunidade, o que, de acordo com Robert Cialdini, autor de Influência e Pre-Suasão, motiva as pessoas muito mais do que simplesmente listar o que elas vão ganhar.

“Se eu posso fazer A, B e C para você, você vai seguir em frente?”

Esta é uma maneira simples de medir o interesse e identificar melhor o que a pessoa que você está falando quer e precisa.

Eu usei essa frase todos os dias durante cinco anos no meu primeiro trabalho de vendas, e funcionou como um encanto.

Depois de esclarecer exatamente o que a pessoa à sua frente está procurando realizar, simplesmente encerre sua conversa com as palavras – “A partir do tempo que passamos juntos, posso dizer que A, B e C são muito importantes para você. Se amanhã, quando conversarmos, conseguirmos realizar essas três coisas, você seguirá em frente?”

Esta questão é muito difícil de se afastar.

Como resultado, por cortesia, a maioria das pessoas vai dizer sim. Como a maioria das pessoas não quer quebrar a palavra, você pode usar essa cortesia para sua vantagem e usá-la como uma forma de responsabilizá-la, caso ela comece a ficar com medo.

“Quão aberto você está para …?”

Se você perguntasse às pessoas ao seu redor se elas se consideram de mente aberta ou mente fechada, o que você acha que elas diriam?

De mente aberta, certo?

Então, ao avaliar o interesse de alguém, use isso para sua vantagem. Pergunte às pessoas que você quer convencer como elas estão abertas para tentar coisas novas ou como elas estão abertas para começar hoje.

Se elas disserem que são, cale a boca e abra a papelada.

Se elas disserem que não estão, faça a seguinte pergunta para todos que querem saber a resposta, mas poucos realmente perguntam …

“O que está impedindo você de seguir em frente?”

O maior impedimento para fazer as coisas não é saber exatamente porque alguém não está se movendo para a frente.

Então, não perca tempo e pergunte.

Quanto mais cedo você souber onde as pessoas estão honestamente, mais cedo você poderá identificar se existe uma possibilidade real de elas seguirem em frente com você ou não.

“Aposto que você é um pouco como eu e …”

A maneira mais fácil de levar as pessoas a dizer “sim” no final da sua proposta é fazer com que elas digam “sim” durante a conversa.

A beleza das palavras, “Aposto que você é um pouco como eu” é que elas realizam exatamente isso, enquanto enquadram os benefícios de sua proposta de uma forma que os fazem pensar em usá-la – o que pode ser extremamente persuasivo.

  • “Aposto que você é um pouco como eu e gosta de experimentar coisas novas?”
  • “Aposto que você é um pouco como eu e tem pouco tempo a perder, então você aproveita a oportunidade para experimentar um novo processo para acelerar as coisas?”
  • “Aposto que você é um pouco como eu e adora economizar dinheiro enquanto reduz as dores de cabeça em sua vida?”

Todas essas frases são muito difíceis de dizer não. À medida que a conversa avança, elas também podem ser usadas para aquecer a água de seus clientes, caso você sinta que seus pés estão começando a ficar frios.

“Tome um segundo e imagine …”

Há uma razão pela qual comecei este artigo com a palavra imaginar.

É como se eu falasse que uma história está começando.

É muito parecido com as palavras “Era uma vez …”. Elas imediatamente chamam a atenção das pessoas. Isto é pelo simples fato de que todos nós amamos uma boa história.

Não só isso, mas como eu aludi no ponto acima, as pessoas nunca fazem coisas sem antes imaginarem a si mesmas fazendo isso.

Portanto, use isso a seu favor e use o poder da narrativa para ajudá-las a visualizar sua vida com ou sem o seu produto ou serviço.

Imagine o sorriso do rosto da sua esposa quando ela abre este presente.

Imagine o quão feliz seu chefe ficará quando ele perceber que você tomou a iniciativa.

Apenas imagine…

“Eu não tenho certeza se isso é para você.”

A maioria das pessoas não gosta de ser pressionada a tomar decisões. A beleza das palavras acima é que elas imediatamente tiram a pressão e deixam as pessoas à vontade.

No entanto, se as pessoas com quem você está falando forem parecidas comigo, as chances são altas de que, assim que ouvirem as palavras “Não tenho certeza se isso é para você”, elas ficarão imediatamente intrigadas.

  • “Eu não tenho certeza se este produto é para você. Mas há alguém em seu escritório que estaria interessado em aprender mais sobre nossa plataforma de construção de equipe?”
  • “Eu não tenho certeza se este curso é para você. Mas você conhece alguém que esteja interessado em aprender a escrever uma cópia mais eficaz?”
  • “Não tenho certeza se meus serviços são para você. Mas você conhece alguém em sua rede que está procurando criar mais oportunidades?”

Essas perguntas imediatamente chamam a atenção das pessoas.

E se elas estão realmente procurando realizar o que sua proposta oferece, certamente responderão com as palavras que todas as pessoas em vendas (que são todos nós) desejam ouvir – “Conte-me mais”.

Colocando tudo junto

Nos últimos vinte anos, trabalhei em três continentes.

A única coisa comum a todas as pessoas de sucesso que conheci é que elas são como Steve Jobs – elas sabem como levar as pessoas à ação.

Mas elas não deixaram isso ao acaso. Elas fizeram cursos sobre como ser mais persuasivos. Elas tinham coaches que ensinavam como fazer apresentações persuasivas. Elas assumiram empregos de vendas apesar de estarem com medo de vender.

Elas coletaram frases persuasivas como as acima que as beneficiaram. E, mais importante, as pessoas com quem estavam trabalhando.

Em suma, elas fizeram o trabalho. E elas fizeram o trabalho porque entenderam que seu futuro depende de sua capacidade de persuadir hoje.

A maioria das pessoas têm boas ideias.

O problema é que a maioria das pessoas não sabe como vendê-las.

Imagine se você fosse uma das pessoas que poderia? Como sua vida seria diferente?

Persuasão é uma habilidade. A questão então se torna: você é alguém que vai aprender isso?

Referência(s)

Michael Thompson – Persuasive Phrases: 9 Lines That Will Get People to Commit.

Liderança segundo Maquiavel

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Liderança segundo Maquiavel: os fins só justificam os meios quando há um bom objetivo

liderança segundo Maquiavel

Passados cinco séculos, “O Príncipe” permanece atual. Continua sendo considerado leitura obrigatória para os líderes ambiciosos, e não só.

Quinhentos anos depois de ter sido escrito, o tratado de Nicolau Maquiavel (1469-1527) ainda é considerado leitura essencial para os executivos ambiciosos e que almejam o poder.

Escrito como orientação para que Lourenço II de Médici, Duque de Urbino, reinasse com êxito em Itália.

“O Príncipe” valoriza o sucesso terreno em detrimento dos princípios morais.

No entanto, os seus ensinamentos são muitas vezes mal interpretados. Alguns entendem como advogando métodos inflexíveis e astuciosos para atingir os objetivos a qualquer custo.

Assim, o dito “comportamento maquiavélico” tem muito mais nuances do que parece.

Confira algumas dicas de como os líderes de empresas podem aplicar as táticas de Maquiavel nas organizações de hoje.

Gestão da reputação

É vital que os soberanos e líderes projetem uma imagem forte para ganhar o respeito dos seus subordinados.

Como Maquiavel observa, “os homens, geralmente, julgam mais pelos olhos que pelas mãos”.

Sobretudo nas grandes organizações, embora todos os funcionários saibam quem é o chefe, poucos desfrutam do contato direto.

Por isso é importante projetar uma imagem poderosa junto dos colegas e da concorrência.

Este é um aspeto que é sem dúvida mais difícil de concretizar nos dias de hoje que na Florença do séc. XV.

Com o feedback das linhas da frente a ter de alcançar os executivos de topo em tempo real, os líderes de agora devem estar mais envolvidos e ser menos enigmáticos.

Assim, elabore o seu perfil nas redes sociais com cuidado e esteja atento à correspondência interna com os seus colegas.

Da mesma forma, deve limitar qualquer crítica que tenha a fazer aos seus executivos aos canais de feedback adequados (e até mesmo privados), no sentido de garantir que o negócio corre de forma eficiente, enquanto, na qualidade de líder, mantém a autoridade intacta.

Um maquiavélico também sabe que “o primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que ele tem à sua volta”.

As pessoas que o líder escolhe para seus assessores imediatos e chefes de departamento serão vitais para o manter atualizado sobre o desempenho de cada divisão, e para o ajudar a delinear a estratégia.

Mas porque eles são uma extensão da sua autoridade, também devem ter o respeito das respetivas equipes.

Clemência no lugar de crueldade

Desfazendo o mito de que os seguidores de Maquiavel são implacáveis, um bom governante, argumenta Nicolau, deve procurar ser “clemente e não cruel”.

Então, a liderança segundo Maquiavel defende que ser temido é mais seguro que ser amado.

Esta visão é corroborada por uma investigação publicada no Journal of Personality and Social Psychology (de 2011 e que compilou dados de três estudos ao longo de 20 anos junto de 10 mil trabalhadores).

As conclusões apontam que os homens que são agradáveis têm maior probabilidade de ganhar menos que os seus homólogos desagradáveis.

Podendo escolher, um líder deve procurar ser querido e temido.

Ray Fisman, professor na americana Columbia Business School, e Tim Sullivan, editor na Harvard Business Review, concordam.

Em entrevista ao The Wall Street Journal, eles acreditam que “um pouco de dor bem direcionada pode ser bom para levar os trabalhadores a concentrarem-se em tarefas que poderiam optar por esquecer, e também para aumentar a produtividade global”.

Bons propósitos

“Aquele que deseja o sucesso constante tem de mudar a sua conduta com os tempos”, escreve Maquiavel.

Ao contrário da crença popular, Maquiavel não argumenta que se deve procurar atingir o sucesso a qualquer preço. Ele defende que os métodos pragmáticos devem servir um propósito maior.

Maurizio Viroli, professor na Universidade de Princeton, EUA, afirmou à Strategy + Business que um executivo maquiavélico deve ser

“um inovador capaz de criar novas e melhores formas de produzir e distribuir produtos e serviços”.

O docente argumenta que ter um comportamento desonesto seria desculpável – embora não justificável.

Ele explica:

justificável se fosse necessário no sentido de avançar com uma inovação valiosa para um grande número de pessoas, desde os clientes aos colegas…

Você concorda?… Deixe seu comentário sobre a Liderança segundo Maquiavel…

Referência(s)

Este artigo foi publicado no Portal da Liderança.

Mau ambiente de trabalho? 5 formas de não deixar mal os funcionários

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Mau ambiente de trabalho? 5 formas de não deixar mal os funcionários

Mau ambiente de trabalho

Os colaboradores estão satisfeitos com as tarefas que desempenham?

O escritório tem um bom ambiente?

A cultura da empresa é acarinhada e promovida?

Se a resposta é “não” ou “não sei”, o líder está a falhar em cinco aspetos.

Não importa quais sejam as responsabilidades básicas, quão difíceis sejam as tarefas, ou qual o salário:

cabe ao líder fazer os colaboradores sentirem que estão a servir um propósito maior, mantendo-os motivados.

Um estudo da Gallup refere que 50,8% dos trabalhadores nos EUA não se sentem satisfeitos ou envolvidos no cargo que ocupam, e 17,2% não se sentem envolvidos de todo.

O que faz então com que uma elite de 32% esteja feliz com o que faz?

Tem a ver com as tarefas desempenhadas e os deveres, ou há algo mais que isso?

– Tem a ver com o líder: a forma como este leva os funcionários a interessarem-se e a envolverem-se mais, declara Philip Kushmaro, responsável pela área de digital marketing no Astound Group, na Business.com.

Seja através da criação de uma atmosfera de equipe, mostrando que se está a trabalhar para um bem maior.

Ou simplesmente, ao tornar o trabalho mais divertido, os empregadores têm uma grande influência no envolvimento dos trabalhadores.

O top 5 das razões pelas quais os funcionários se preocupam realmente com os seus empregos pode ajudar o líder a fornecer estas especificidades à sua equipe, logo, a ter um ambiente de trabalho com maior envolvimento.

1. Liberdade.

A chave para levar os colaboradores a empenharem-se no seu trabalho e a envolvê-los passa por lhes proporcionar a sensação de liberdade.

O CEO da Guesty  (que fornece um conjunto de ferramentas de gestão para anfitriões da Airbnb) afirma que

“tento contratar pessoas extremamente inteligentes que, quando têm liberdade para experimentar, têm ideias brilhantes que de outra forma não me teriam ocorrido”.

O que mais gostamos no nosso trabalho é a sensação de que controlamos tudo, mesmo que tecnicamente haja pessoas acima de nós.

É muito importante que os trabalhadores tenham realmente responsabilidade quando incentivados e capacitados para fazer o que é certo por conta própria.

E não porque alguém num lugar de topo diz para fazer.

Com a liberdade vem a confiança.

De forma a dar liberdade aos funcionários, o líder deve inspirar um sentimento de confiança mútua.

É esta confiança que constrói uma cultura de equipe saudável e leva a colaboradores envolvidos que se preocupam com o seu trabalho e a sua equipe.

Quer se seja um empregador ou um empregado, é essencial que cada indivíduo faça um esforço para formar esta relação de confiança.

Se, enquanto trabalhador, sente que não tem a liberdade e autonomia adequadas, fale com o seu superior hierárquico sobre o assunto e vejam quais são as opções.

2. Cultura.

A cultura num escritório depende de muitos aspetos.

As pessoas podem torná-la muito atrativa ou numa situação negativa e prejudicial.

Os funcionários consideram a cultura e o ambiente de trabalho fatores muito importantes para gostar do que fazem.

Quando todos se preocupam uns com os outros e têm a sensação de confiança mútua, a cultura emerge naturalmente.

Por norma, a cultura vem de cima para baixo, por isso é responsabilidade da gestão de topo definir o status quo.

E sim, tem sido demonstrado que os locais de trabalho com snacks gratuitos, mesas de pingue-pongue, etc. têm colaboradores mais envolvidos.

Diane Helbig, editora que colabora no COSE – Council of Smaller Enterprises (plataforma americana de recursos para pequenos empresários), frisa a importância de criar uma impressão cultural – especialmente entre as novas contratações.

“Entender a cultura é onde pode ser impactante ter uma abordagem de equipe. Tenha um grupo de colaboradores – e não apenas gestores – a receber os novos contratados; ouvir os seus pares explicarem como as coisas funcionam pode ser tão valioso como o ouvir dos Recursos Humanos”.

Ao envolver e formar os novos recrutas, eles serão capazes de ver como todos os seus colegas trabalham e será mais fácil participar e fazer perguntas.

3. Equipe.

O líder tem de pensar sempre nos colegas de trabalho como companheiros de equipe.

Se já participou em algum desporto de equipe ou vê desporto, sabe que há uma ligação única entre companheiros de equipe.

Quando sabemos que outras pessoas dependem de nós, tendemos a ter melhor desempenho, porque não queremos desapontar os nossos companheiros de equipe.

A chave para promover o espírito de equipe e levar os mais agressivos a lutar pelo bem comum está em mostrar a cada pessoa como os seus esforços individuais afetam os restantes membros e a empresa como um todo.

Quando sabemos que podemos contar com os colegas do lado e que eles confiam em nós, formamos um vínculo como companheiros de equipe que incentivam de forma mútua a trabalhar mais e a um maior envolvimento no trabalho.

Outra maneira de motivar a equipe é a criação de um sistema de recompensas e incentivos. Mas não apenas para quando as metas são alcançadas.

Os líderes que proporcionam incentivos aos funcionários por resolverem problemas/questões não só constroem uma equipe mais forte e mais inteligente como também motivam os funcionários a pensarem “fora da caixa”.

4. Variedade.

Se a cultura e o trabalho em si forem monótonos, é normal não haver muito empenho.

Mas há alternativas para incrementar e animar a vida no escritório.

Faz parte da natureza humana favorecer a variedade e procurar novas oportunidades de aprendizagem.

Mas tal não tem necessariamente de prejudicar as responsabilidades diárias. Como, por exemplo, os funcionários receberem os recursos e ferramentas suficientes para a formação contínua e desenvolvimento noutros aspectos da empresa.

Pelo que o marketing interno é realmente importante, sobretudo em business-to-business (B2B).

Se sente que precisa de mais “tempero” na rotina diária, frequente cursos online num assunto que lhe interesse ou que complemente a função que desempenha.

5. Criticar quando é preciso. Elogiar sempre.

Todos os trabalhadores têm os seus dias bons e dias maus.

Fazer críticas construtivas pode fazer uma grande diferença no envolvimento dos funcionários e na sua satisfação com o trabalho.

Claro que elogiar quando é necessário também é importante.

Quando os companheiros de equipe têm grandes marcos ou realizações para comemorar, ajuda a formar o vínculo e a dar às pessoas uma boa desculpa extra para se preocuparem com o trabalho que desempenham.

Quando se tem colaboradores que se preocupam com a função que desempenham e estão envolvidos na empresa, todas estas questões acabam por acontecer com naturalidade.

Considerações finais

Em qualquer negócio, a cultura tem um grande impacto no empenho.

Como tal, ao proporcionar aos trabalhadores estes cinco aspetos a organização deverá vir a ter uma equipe mais envolvida e resultados de sucesso.

Referência(s)

Portal da Liderança

A inteligência emocional pode ser trabalhada de 3 formas

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A inteligência emocional pode ser trabalhada de 3 formas

inteligência emocional pode ser trabalhada de 3 formas

Há três competências que as pessoas emocionalmente inteligentes dominam na perfeição, o que traz benefícios, explica Chade-Meng Tan, pioneiro da Google, engenheiro premiado e autor best seller.

Como podemos melhorar a nossa inteligência emocional e quais são os benefícios?

Foi a pergunta colocada na Quora (rede social de pergunta e resposta desenvolvida por ex-funcionários do Facebook) a Chade-Meng Tan – pioneiro da Google, engenheiro premiado, autor best seller do New York Times, um líder de pensamento e filantropo cujo trabalho foi nomeado oito vezes para o Prémio Nobel da Paz.

A inteligência emocional (IE) consiste num conjunto de competências mentais e emocionais.

No sentido de treinar a IE temos de trabalhar a nossa mente para adquirir essas capacidades.

Chade-Meng Tan explica que, no popular curso da Google “Search Inside Yourself” (concebido pelo engenheiro, em que um conjunto de ferramentas e práticas comprovadas permitem que qualquer pessoa possa aprender e desenvolver a IE) podemos treinar a nossa mente em três passos.

1.ª Treinar a atenção.

A atenção é a base de todas as capacidades cognitivas e emocionais mais elevadas. A ideia é treiná-la para atingir um estado de espírito calmo e claro ao mesmo tempo.

Esta qualidade da mente constitui a base para a inteligência emocional.

2.ª Autoconhecimento e autodomínio.

Use a sua atenção entretanto aprimorada para criar a perceção de alta resolução dos seus processos cognitivos e emotivos.

Assim torna-se capaz de observar o fluir do seu pensamento e o processo de emoções com elevada clareza, de forma objetiva, como se fosse uma terceira pessoa a observar-se.

Tão logo o consiga fazer cria o tipo de autoconhecimento profundo que irá permitir o autodomínio.

3.ª Criar hábitos mentais pró-sociais.

Qualidades como a bondade e a compaixão podem ser criadas como hábitos mentais.

Por exemplo, imagine que, sempre que encontrar alguém, o seu o primeiro pensamento instintivo é: “desejo que esta pessoa seja feliz”.

Este é um hábito mental de bondade que é passível de ser treinado, da mesma forma que treina outros hábitos mentais.

Benefícios da Inteligência Emocional

Há muito que os benefícios da IE vêm sendo debatidos.

Nos negócios

No mundo dos negócios, por exemplo, a inteligência emocional tem pelo menos três benefícios atrativos.

Em primeiro lugar, está altamente correlacionada com o desempenho exemplar.

Estudos mostram que as competências emocionais são duas vezes mais importantes que as competências cognitivas para fazer um excelente trabalho, mesmo entre engenheiros.

Em segundo lugar, os líderes e gestores emocionalmente inteligentes são muito mais eficazes que aqueles cuja IE é baixa.

Finalmente, a inteligência emocional cria as condições para a felicidade pessoal, e trabalhadores felizes são um grande ativo, porque trabalham melhor em equipe, prestam um melhor serviço aos clientes (que regressam e gastam mais dinheiro), e são geralmente mais criativos e produtivos.

Nas relações pessoais

Os benefícios pessoais se dão em três categorias:

  • calma e clareza de espírito;
  • resiliência; e
  • relacionamentos mais satisfatórios.

Primeiro, tornamo-nos cada vez mais hábeis a acalmar o corpo e a mente e a ver as coisas com clareza e objetividade, mesmo em situações difíceis.

Há estudos que mostram que apenas algumas semanas de mindfulness podem reduzir a atividade da área do cérebro associada ao medo e ao pânico.

Há uma investigação de 2014 que mostra que com uns meros 15 minutos de meditação mindfulness pode começar a superar as ideias pré-concebidas na tomada de decisão.

Mindfulness é um treino baseado na conexão mente-corpo que ajuda a observar a forma como se pensa e sente acerca da vida, das experiências, seja bom ou negativo; consiste em prestar atenção ao momento presente sem ficar apegado ao passado ou se preocupar com o futuro.

À medida que se torna mais hábil a atingir a calma e clareza, também se torna cada vez mais resistente face às dificuldades.

Tal como um lutador de kung fu que consegue derrotar os adversários mais poderosos à medida que vai melhorando em artes marciais, também pode gerir os problemas da vida com maior facilidade enquanto a sua prática se aprofunda.

Por fim, começa a notar que age com mais bondade, e começa a ver todos à sua volta com maior benevolência e, como consequência, os bons relacionamentos tornam-se melhores, as relações neutras tornam-se mais felizes, e os relacionamentos infelizes tornam-se mais fáceis de gerir, assegura Chade-Meng Tan.

Referência(s)

Este artigo foi publicado no Portal da Liderança.

Dez tipos de comportamento que os funcionários abominam

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Dez tipos de comportamento que os funcionários abominam

tipos de comportamento que os funcionários abominam

O líder não tratar os colaboradores com consideração e respeito já é mau o suficiente. Mas há algo ainda pior – a liderança inconstante.

Pense no superior hierárquico com o qual menos gostou de trabalhar – é provável que tivesse um mau hábito (ou mais) que fez com que tivesse dificuldade em lidar diretamente com ele/a.

Mas há ainda pior do que qualquer má atitude de que nos lembremos – a inconsistência, ou seja, os líderes imprevisíveis.

Harris Interactive pediu aos participantes num estudo (em 2015) que revelassem coisas que os patrões tivessem feito que os tenham levado à loucura – e assim se reuniram nove tipos de mau comportamento por parte das chefias.

Mas outro estudo recente deparou com um tipo de comportamento ainda pior – e é algo que os funcionários nem sequer identificam por si próprios.

Primeiro, vamos ao top 9 das más atitudes de que os trabalhadores se queixam na pesquisa Harris.

Em seguida passamos para o mau hábito mais surpreendente que um superior hierárquico pode exibir.

1.º Não pergunta sobre a minha vida fora do trabalho (23%)

Este tipo de comportamento sugere uma falha em reconhecer que os funcionários são realmente pessoas – em vez de apenas nomes no organograma.

2.º Não fala comigo por telefone (ou pessoalmente) (34%)

O que sugere uma falta de interesse ou de flexibilidade.

3.º Não sabe o meu nome (36%)

Este é quase autoexplicativo, reflete uma falta de cuidado/atenção.

4.º Não faz uma crítica construtiva (39%)

Aqui pode significar tanto falta de feedback como falta de tato ao dar feedback negativo ou neutro.

5.º Fica com o crédito das ideias dos outros (47%)

O mau hábito sugere completa falta de liderança e de ética ou incapacidade de comunicar de forma eficaz.

6.º Recusa falar com os subordinados (51%)

Comportamento que revela arrogância, e potencial desorganização.

7.º Não tem tempo para se encontrar com os colaboradores (52%)

Indica falta de cuidado, incapacidade de comunicar bem.

8.º Não dá indicações claras (57%)

Sugere falta de competências de comunicação ou falta de visão.

9.º Não reconhece as realizações dos trabalhadores (63%)

O mau comportamento aqui é óbvio – ninguém gosta de ser desvalorizado.

Estes maus hábitos fazem todos sentido, mesmo que alguns sejam um pouco semelhantes.

Mas há outro comportamento que um estudo mais recente denota – e que os inquiridos da primeira pesquisa nem sequer identificam; é um tipo de atitude que só se tornou evidente quando investigadores independentes observaram esses mesmos respondentes e perceberam o que se passava.

E que é: “o meu chefe é inconsistente”.

Se é para se ser mau, que o seja de forma consistente

Os funcionários sofrem um maior impacto negativo no seu bem-estar e na produtividade quando o mau comportamento do chefe é inconstante, por oposição a uma má atitude consistente.

“Seria de pensar que quanto maior equidade, melhor. Mas não é bem assim. É melhor que os supervisores sejam sempre maus, de forma consistente, do que serem justos às vezes e injustos noutras. As pessoas querem saber o que podem esperar quando vão trabalhar”, refere Fadel Matta, investigador principal do estudo da Universidade de Michigan, ao jornal “The Washington Post”.

A pesquisa foi dividida em duas fases. A primeira consistiu numa experiência em laboratório, em que estudantes universitários foram ligados a monitores cardíacos e orientados para executar uma tarefa cognitiva (estimarem o preço das ações de uma empresa hipotética).

Um terço dos estudantes recebeu feedback positivo. A outro terço foi dito que estavam a ter um fraco desempenho (com frases negativas como “tudo o que posso dizer é que desejava trabalhar com outra pessoa” ou “é chato trabalhar com uma pessoa desmotivada”).

Outro terço obteve uma mistura dos dois tipos de reação – algum reforço positivo combinado com feedback negativo.

Os que receberam retorno positivo tiveram melhores resultados; mas não foram os que tiveram feedback negativo que tiveram pior desempenho – foram aqueles que receberam as mensagens contraditórias.

Ao menos deixe-me saber o que esperar

Em separado, cerca de 100 trabalhadores e os seus chefes foram convidados a preencher inquéritos ao longo de três semanas.

Os funcionários foram testados quanto à sua perceção de justiça, e as chefias em relação à sua capacidade de manter o autocontrole.

“Mais uma vez”, de acordo com o Post, “os colaboradores com os líderes imprevisíveis eram mais propensos a ser stressados, insatisfeitos com os seus empregos e emocionalmente exaustos que aqueles que disseram que foram sempre tratados de forma injusta”.

Referência(s)

Este artigo foi publicado no Portal da Liderança. Fonte: Inc.com

Como motivar equipes cujos indivíduos possuem perfis diferentes?

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Como motivar equipes cujos indivíduos possuem perfis diferentes?

por Ronaldo Lundgren.

motivar equipes cujos indivíduos possuem perfis diferentes

 

Isto é tarefa para líder. As pessoas que estão na sua equipe são únicas. Cada uma possui características particulares que a individualizam.

Porém, é possível reunir essas características em um conjunto comum, identificando o perfil do indivíduo.

Confira as dicas apresentadas pela GROU – Inovação para Gestão de Pessoas.

Principais perfis comportamentais

Existem algumas ferramentas de qualidade para avaliar o perfil comportamental de um professional. Uma das principais é a análise de perfil comportamental (Personal Development Analysis – PDA).

Com ela, é possível considerar perfis como: dinamismo, influência, autonomia, ritmo, iniciativa e obediência para ter uma visão mais sistêmica dos perfis comportamentais.

Para facilitar a abordagem e exemplificação, separamos os perfis comportamentais em apenas quatro categorias: arriscados, influentes, pacientes e normativos.

Profissional com perfil arriscado

Essa categoria é composta por profissionais inclinados a desafios complexos e metas desafiadoras. Costumam ser mais competitivos e confrontam as situações rotineiras. Além disso, eles utilizam a linguagem de forma objetiva e assertiva.

Para motivá-los é preciso gerar oportunidades para competir (de forma saudável), obter resultados significativos e assumir maiores responsabilidades na empresa.

Profissional com perfil influente

Verbais, gregários, envolventes e persuasivos. Profissionais com perfil influente possuem um forte senso de equipe. São carismáticos e geram boas impressões logo no primeiro contato. Portanto, fazem networking com facilidade.

Para o influente, não meça oportunidades de reconhecimento social, congratulações e valorização pelos resultados apresentados. Somado a isso, é preciso criar oportunidades para que este profissional conheça gente nova, expandindo sua rede de contatos na empresa.

Profissional com perfil paciente

Esse perfil é conhecido por orientar-se de acordo com o planejamento e a rotina. São bons ouvintes, tranquilos e buscam a estabilidade. Os profissionais pacientes preferem ter tempo para fazer bem o seu trabalho e tendem a atingir ótimos resultados por meio de planos bem estruturados.

Motivá-los requer a criação de um ambiente de trabalho organizado, ameno e agradável. É preciso oferecer a chance para que eles transmitam o seu conhecimento, participem da tomada de decisões e sejam relevantes para o direcionamento do negócio.

Profissional com perfil normativo

Por fim, há os profissionais com perfil normativo. Eles são orientados para normas, regras, padrões e qualidade. São minuciosos, detalhistas e buscam a excelência em tudo o que fazem. Geralmente, transmitem um forte senso de justiça pelo cumprimento leal às normas.

Motivam-se por um ambiente de trabalho com processos claros, onde os padrões e as normas de conduta são obedecidas. É importante otimizar a comunicação e oferecer feedbacks, indicando se o seu trabalho está sendo bem realizado ou se precisa de melhorias.

Associação dos diferentes perfis no trabalho em equipe

Os diferentes perfis comportamentais também possuem demandas específicas.

Alguns querem liberdade para atuar, enquanto outros desejam prazos e padrões. Há também os que preferem realizar atividades individuais e aqueles que se saem melhor trabalhando em equipe.

Cabe ao líder reconhecer a característica predominante na equipe, oferecendo-lhe estímulos para entregar bons resultados.

Também é preciso trabalhar com os perfis minoritários garantindo que “encontrem o seu lugar” no time.

Considerações finais

A diversidade de perfis não deve ser uma preocupação. Pelo contrário, ela pode ser considerada uma vantagem competitiva para a empresa e para gestão de pessoas.

A pluralidade enriquece o ambiente de trabalho, melhora os processos e garante que ótimos resultados sejam alcançados. Logo, será possível motivar os funcionários com eficácia!

Referência(s)

Este post tomou por base o artigo publicado em GROU – Como motivar os funcionários de acordo com o perfil comportamental.

Como Líderes e Coaches Cultivam o Propósito no Trabalho

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por Ann Flanagan Petry.(*)

líderes e coaches cultivam o propósito no trabalho

Como Líderes e Coaches Cultivam o Propósito no Trabalho

No primeiro dia de Satya Nadella como CEO da Microsoft, ele enviou uma carta para todos os funcionários.

Ele começou explicando o que o atraiu para trabalhar nesta empresa – e por que ele ficou.

Ele compartilhou sua crença de que seu trabalho na Microsoft poderia ajudar a tornar o mundo um lugar melhor. E terminou a carta com um convite para que cada funcionário, como ele, encontrasse sentido em seu trabalho.

Finalmente, acredito verdadeiramente que cada um de nós deve encontrar sentido em nosso trabalho. O melhor trabalho acontece quando você sabe que não é apenas trabalho, mas algo que melhorará a vida de outras pessoas. – Satya Nadella.

Nadella poderia ter se concentrado em participação de mercado ou preço das ações. Ou ainda na necessidade de permanecer ágil em uma indústria extremamente competitiva, mas não o fez.

Ele optou por se concentrar em algo profundamente pessoal e sincero: encontrar o significado e o propósito de uma pessoa no trabalho.

O que te motiva

Como se vê, a intuição de Nadella, de direcionar seus funcionários para descobrir o significado mais profundo de seu trabalho, vinha de sua própria necessidade interior de significado em meio a experiências pessoais de tragédia.

Segundo ele, sua clareza de propósito se deve ao seu filho mais velho.  Zain, de 21 anos, que está gravemente incapacitado.

Ele nasceu pesando apenas três quilos. Devido a asfixia no útero, é deficiente visual, tem comunicação limitada e é tetraplégico.

A jornada de Zain é um lembrete constante do que realmente importa na vida.

Na verdade, Nadella acredita que o significado e a empatia são fundamentais para a agenda de inovação da empresa.

Ele parece ter desencadeado algo muito poderoso dentro dos funcionários da Microsoft.

Sob o olhar de Nadella, a empresa transformou rapidamente o foco do Windows para novas tecnologias. Foram incluídos cloud computing e inteligência artificial. Só em 2017, as ações da Microsoft saltaram 35%, a maior da história da empresa.

O que faz de Nadella um líder tão compreensível e atraente é sua capacidade de ajudar seus funcionários a se engajarem no trabalho de uma maneira que pareça profundamente diferente.

Os trabalhos são mais do que tarefas, são contribuições significativas que farão a diferença na vida dos outros.

Ele ajuda seus funcionários a aproveitar sua contribuição exclusiva para melhorar o mundo.

Por que o significado do trabalho importa

As pessoas que acreditam que o seu trabalho é significativo. E que contribuem para uma causa social sentem uma maior sensação de bem-estar. Elas possuem qualidades importantes que as organizações precisam e desejam.

Por exemplo, pessoas que encontram sentido em seu trabalho tendem a trabalhar mais. E são membros de equipe mais inovadores, criativos, engajados e impactantes.

Os millennials têm uma probabilidade 5,3 vezes maior de permanecer no trabalho quando têm uma forte conexão com o objetivo do empregador.

73% dos funcionários que dizem trabalhar em uma empresa orientada por objetivos consideram-se envolvidos. Em comparação, apenas 23% daqueles que trabalham em outras empresas se acham envolvidos.

Empresas como a Microsoft entendem que quando os funcionários acreditam que seu trabalho tem significado, eles são mais comprometidos, criativos e inovadores.

De fato, quando os funcionários podem ver sua conexão com um chamado maior, isso libera energia e motivação positivas. Catalisar a inovação e o trabalho em equipe está no centro do sucesso.

Líderes e treinadores podem ajudar os funcionários a ver o significado em seu trabalho diário.

Infelizmente, menos de um terço dos líderes empresariais ajudam os funcionários a conectar seu próprio objetivo ao trabalho da empresa. Esta é uma enorme oportunidade perdida.

É um mito pensar que encontrar significado em nosso trabalho requer desistir de tudo para prosseguir em alguma outra carreira.

A verdade é que não importa o trabalho que você tenha, há oportunidades para explorar o significado e o propósito.

Líderes e coaches podem ajudar os funcionários a entender a importante contribuição que estão dando agora, mostrando como estamos todos interconectados e interdependentes.

Por exemplo, o gerente que lembra ao técnico de eletricidade que a linha de energia que ele conectou está permitindo que uma criança dependente de uma máquina de oxigênio respire mais facilmente.

Ou o supervisor que indica ao funcionário do call center que ela ajudou alguém a garantir viagens a tempo de estar com a família para uma ocasião alegre.

Mesmo as pessoas que trabalham em profissões que parecem cheias de significado, como saúde ou educação, geralmente experimentam uma falta de significado e propósito. No entanto, existem práticas que podem ajudar alguém a se reconectar com o significado do seu trabalho. Independentemente do trabalho que tenha.

Para descobrir mais significado no seu trabalho, tente isto:

Pense em três coisas que aconteceram durante o dia que foram bem e sua contribuição única no resultado positivo, então anote essas três coisas.

De acordo com a pesquisa, os melhores resultados para este exercício vêm depois de catorze entradas consecutivas. Portanto, seja consistente e dê um pouco de tempo para entrar em vigor.

Essa prática ajuda você a se concentrar nos eventos significativos do seu dia e em sua contribuição exclusiva para o evento.

Ao adotar esta prática, você aprende a sintonizar momentos que, de outra forma, poderiam ser negligenciados.

A pesquisa mostra que prestar atenção a três coisas boas a cada dia constrói um sentido mais profundo de significado e bem-estar. Isto promove uma mentalidade de gratidão.

Como coach ou líder, você pode desenvolver maneiras adicionais de ajudar a conectar seus funcionários ao significado com base nas ofertas exclusivas de sua empresa.

  • Qual é o benefício final para seus clientes ou clientes?
  • Alguém experimenta mais saúde, felicidade ou satisfação como resultado de seu trabalho ou produtos?

Nesse caso, esclareça qual é esse benefício e lembre aos funcionários o que está em jogo e como o papel deles contribui.

Por fim, ajude a dar aos funcionários uma oportunidade de propriedade de projetos de trabalho.

Se eles podem iniciar ideias e seguir adiante para ver os resultados finais, isso é um fator motivador incrivelmente poderoso para uma conexão e engajamento futuros, e finalmente se materializa para elevar o bem maior.

Referência(s)

Ann Flanagan Petry. How Leaders and Coaches Cultivate Purpose at Work. Publicado inicialmente em Key Step Media.

Faça a sua mente: como a aversão ao risco está atrasando você

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por Aytekin Tank.

Faça a sua mente: como a aversão ao risco está atrasando você

aversão ao risco

Eles não o chamavam de “Old Blood and Guts” por nada.
Conhecido por seu desejo por batalha, o General George Patton liderou o exército americano em sua primeira vitória contra os nazistas em 1943, posicionando os EUA de volta à ofensiva após uma série de derrotas.

Sua liderança continuou a valer a pena durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, Patton e suas tropas capturaram 10.000 milhas de território alemão e ajudaram a libertar os alemães da ocupação nazista.

Enquanto o General Patton não era exatamente conhecido por sua presença graciosa, ele compensou isso com determinação.

Não consigo imaginar que ele tenha acampado no rio Reno, decidindo se libertar ou não os alemães era uma boa ideia.

Afinal, Patton disse certa vez: “Um bom plano, executado com determinação agora, é melhor do que um plano perfeito na semana que vem”.

Em vez de analisar todos os prós e contras, ele simplesmente reuniu suas tropas e avançou com as informações disponíveis.

A linha de trabalho de Patton pode ter sido literalmente violenta, mas suspeito que a verdadeira “violência” que ele encorajou teve mais a ver com eficiência e resolução do que sangue e coragem reais.

E sua abordagem pode nos ensinar algo.

Por que a determinação é importante?

Por que a determinação é importante?

Existem duas maneiras de tomar decisões: rápido ou lento.

Como o general Patton, prefiro rápido.

Em geral, sou um grande fã de eficiência. Eu até incluo reuniões de caminhada no meu dia de trabalho para economizar tempo e incentivar o pensamento criativo (e para evitar perder tempo em uma sala de conferências).

É claro que há um tempo e um lugar para reunir sua equipe para o brainstorming estratégico, especialmente se houver uma verdadeira crise à mão.

O problema é que tendemos a rotular erroneamente decisões menores e facilmente reversíveis como “crises”, que desperdiçam tempo e energia valiosos que poderíamos estar usando para nos movermos para frente e para nossas empresas.

Decisões Tipos 1 e 2

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, acredita que muitas questões que as empresas enfrentam derivam da agregação de categorias de decisão, que ele classifica como “Tipo 1” e “Tipo 2”.

Embora as decisões do tipo 1 sejam mais permanentes e exijam mais premeditação – como a parceria com um investidor de capital de risco – as decisões do tipo 2 são geralmente mais fáceis de reverter e podem ser feitas mais rapidamente, como adicionar um novo recurso de software.

Bezos compara as decisões do Tipo 2 a andar por uma porta.

Se você decidir ir por um caminho diferente, basta sair e escolher outra porta.

Os problemas podem surgir, diz ele, quando adotamos uma abordagem única para a tomada de decisões, aplicando desnecessariamente a deliberação do Tipo 1 às decisões do Tipo 2.

“À medida que as organizações crescem, parece haver uma tendência a usar o processo de tomada de decisões do Tipo 1 pesado na maioria das decisões, incluindo muitas decisões do Tipo 2”, escreveu Bezos em uma carta de 2016 aos acionistas da Amazon.

“O resultado final disso é a lentidão, a aversão ao risco, a falta de experimento suficiente e, consequentemente, a diminuição da invenção.”

A atenção e a estratégia são certamente necessárias para as decisões do Tipo 1, mas a maioria de nossas decisões diárias é do Tipo 2 – desde escolher o que pedir no almoço até decidir se testamos um novo canal de marketing.

Tecnicamente, até mesmo as decisões do Tipo 2 não são isentas de riscos.

Mas optar por uma “boa” decisão sobre uma “perfeita” também poderia ter um retorno considerável, como derrotar um inimigo no momento certo – ou, no meu caso, desenvolver software que tenho orgulho de compartilhar.

Um exemplo

Digamos que você tenha encontrado um bug no seu produto de software.

Você pode reunir toda a sua equipe para uma reunião de emergência, debater a maneira perfeita de resolver o problema e, talvez, aumentar sua probabilidade de sucesso em cinco ou 10%. Ótimo.

Ou você pode gerenciar o problema sozinho, o que não apenas economiza tempo e aumenta a produtividade geral, mas também força você a pensar de forma criativa e, talvez, encontrar uma nova maneira de evitar o problema no futuro.

Você pode não ter tomado a decisão “perfeita”, mas fez uma boa e aprendeu no processo. É uma vitória, certo?

Enquanto a indecisão pode certamente nos atrasar e comprometer a eficiência, as oportunidades de crescimento perdidas são o verdadeiro sacrifício.

Os riscos da aversão ao risco

O fracasso pode ser decepcionante, mas nos meus 13 anos liderando o JotForm, aprendi que não há “maneira errada” de tomar decisões reversíveis.

Sucesso é o objetivo, sim. Mas mesmo no fracasso percebido, há muitas oportunidades para crescer – mesmo se simplesmente aprendermos a fazer melhores escolhas no futuro.

Às vezes, a melhor maneira de avançar é simplesmente tentar algo e ver o que acontece.

Pegue meu plano para deixar um trabalho confortável para iniciar o JotForm.

Não foi necessariamente uma escolha fácil para eu negociar um rendimento estável para lançar o meu próprio negócio. Os riscos eram claros: o empreendimento poderia ter fracassado e eu poderia ter ficado desempregado (e um pouco envergonhado).

O movimento para iniciar meu próprio negócio pareceu significativo e arriscado, o que foi.

Mas isso não significa que seria permanente. Por mais difícil que fosse, eu sabia que a decisão seria bastante simples de reverter.

Se o JotForm não funcionasse, eu sempre poderia encontrar outro trabalho técnico.

Ao manter as apostas baixas do Tipo 2, é muito mais provável que assumamos riscos, o que significa que temos muito mais probabilidade de inovar e crescer.

Mesmo se o JotForm tivesse falhado, eu teria aprendido com a experiência.

Espero que eu tenha ganho ferramentas para garantir o sucesso em futuros empreendimentos.

Mas o movimento valeria a pena, mesmo se eu tivesse aprendido a tomar decisões mais fortes mais tarde.

Farnam Street resume bem:

“Com a prática, também ficamos melhores em reconhecer decisões ruins e girar. . . Igualmente importante, podemos parar de ver os erros ou pequenos fracassos como desastrosos e vê-los como informações puras que informarão decisões futuras. ”

Pode parecer imprudente tomar uma decisão difícil sem pesquisar todos os resultados possíveis.

Tudo tem um preço

Mas a aversão ao risco sempre tem um preço.

Ao reduzir seu potencial de risco em alguns pontos percentuais, você pode perder outra oportunidade.

Então, em vez de passar horas pesquisando o melhor caminho a seguir ou deliberando por meio de uma longa lista de prós e contras, tento me fazer algumas perguntas simples em face das decisões:

Que potencial resultado positivo eu poderia estar sacrificando com minha aversão ao risco?

Que crescimento pode me custar a autoproteção?

Levando tempo extra para tomar uma decisão “perfeita”, posso reduzir o risco financeiro ou me proteger do constrangimento. Mas também deixaria de lado ingredientes-chave para o crescimento: criatividade, inovação e determinação.

E isso não é um risco que estou disposto a aceitar.

Referência(s)

Aytekin Tank. Este artigo foi publicado na revista Medium.

Como reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

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por Nathan Allsopp.

Como reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

reequilibrar o seu tempo para as coisas importantes da vida

Usar seu tempo é como fazer um investimento.
Você está doando seu tempo para outra coisa, na esperança de algum retorno maior.
No entanto, surgem problemas quando todos e cada um de nós é bombardeado 24 horas por dia, 7 dias por semana, com produtos que querem o nosso tempo.
Ei você, aqui!… Tudo que você precisa é de 15 minutos para investir!
Antes que você perceba, temos 110 aplicativos instalados em nosso telefone, 5 redes de mídia social e 25 programas de TV favoritos, cada um sugando nossos investimentos de tempo.
Olhando apenas para dispositivos móveis, uma pesquisa de 2016 mostrou que os usuários gastaram, em média, 300 minutos por dia usando seus telefones celulares.
Não é de admirar que muitos de nós acabem pensando …
Eu gostaria de ter mais tempo para isso!
Para onde vai todo o meu tempo ?!
Por que estou perdendo meu tempo com isso?
Vou parar de assistir a esse programa ou usar esse aplicativo na próxima semana. Eu não posso agora, mas na próxima semana – eu juro.
O mundo moderno em que vivemos significa que há mais distrações do que nunca.

E, como muitos de nós sabemos, evitar as distrações em massa é muito difícil.

Algumas fórmulas para recuperar o seu tempo

À medida que tentei navegar pelas distrações e recuperar um pouco do meu tempo, encontrei algumas “fórmulas” que funcionaram para mim – e aqui estão eles.

1 – Olhe atentamente para o que você está gastando seu tempo agora

Analisar com atenção o que você está gastando atualmente é um ótimo lugar para começar.
Este é um passo fundamental para se preparar para os próximos, mas também é o mais difícil, porque requer ser completamente honesto consigo mesmo.

Você precisa ser 100% honesto consigo mesmo (ou vai continuar mentindo para si mesmo?).

Levei muito tempo para superar essa parte, mas existem ferramentas para ajudar. Você não precisa se concentrar nos minutos e segundos como tal, mas sim em criar um guia de tempo aproximado.
Anote o que faz a cada hora cheia. Ou a cada meia hora…
Quão detalhado você deve conseguir? Isso é contigo. O meu lema baseava-se na ideia acima, o que era suficiente para entender bem a minha situação.
Ao longo da semana, você terá um bom mapa dos investimentos de tempo que você fez.

2 – Quebre seu tempo em grupos

Depois de ter uma ideia de como você gasta atualmente seu tempo, é hora de detalhar ainda mais.
Encontre algumas categorias que façam sentido para você. Se você quer se concentrar em quanto tempo ocioso você passa no Instagram ou jogando Clash of Clans, dedique uma categoria ao uso do telefone.

Fazer isso ajudará a dar a você mais resultados acionáveis ​​do que simplesmente olhar para um diário do tempo.

Se você gastou 36 horas por semana em seu telefone, pode perguntar a si mesmo: será que realmente quero gastar 21% da minha semana no meu telefone?

3 – Compare a sua situação atual com a sua situação de tempo desejada

Depois de completar os dois primeiros passos, percebi que precisava de algo para comparar minha situação atual.
Eu li alguns posts na internet sobre a melhor forma de gastar seu tempo e rapidamente percebi:
– Como eu quero gastar meu tempo é completamente diferente de como você pode gastar seu tempo.
– Você quer passar mais tempo com a família? Mais tempo com amigos? Gerar alguma renda lateral em seu tempo livre?
Independentemente do que você quer fazer, veja como você pode ajustar isso à sua situação atual.
Por exemplo, se você quiser gastar 5% da sua semana escrevendo e passar 20% dessa semana no seu telefone…
Reequilibrar esse tempo!
Basta ter em mente que a ideia não é se preocupar em gastar 5,4124% da sua semana escrevendo, mas sim encontrar um equilíbrio mais equitativo de como você gasta tempo.

4 – Elabore o seu tempo desejado e deixe claro para si mesmo

Depois de tudo ser dito e feito, é hora de se comprometer com um novo plano.
Anote um plano que funcione para você e mantenha-o visível para que você possa se responsabilizar por ele.

Seja um gráfico de pizza, um diário, um planejamento de dias ou um monte de anotações – use o meio que funciona melhor para você.

Acho que é melhor na minha mesa, quando passo e vejo com frequência e penso imediatamente – passei todo esse tempo fazendo isso, estou agora fiel a isso?

Obrigado pela leitura!

Referência(s)

Nathan Allsopp – How to Rebalance Your Time for the Important Things in Life, publicado em Medium.